Confira aqui os meus vídeos favoritos do Canal Porta dos Fundos, que está revolucionando o mundo virtual com seu humor e livre acesso! Tudo começou quando eu ouvi falar do famoso vídeo do Spoleto:
Comer rápido é cada vez mais comum. E ser mal atendido também! Essa situação do nosso cotidiano foi satirizada pela equipe Porta dos Fundos e foi surpreendentemente bem recebida pela Spoleto, que reverteu a situação e incorporou o tom humorado (Spoleto - Parte 2) deste vídeo à publicidade da empresa. "Tem palmito?"
Cancelamento da linha:
Quem nunca precisou dos serviços de um operador de telemarketing?!! E quem nunca perdeu a paciência e teve que ser grosseiro, que atire a primeira pedra!! "Claro! Eu espero!"
Bíblia combina com humor, não?!
E se os 10 mandamentos..."
Ah! Moisés!"
Com quem será?
A segunda música mais cantada depois do Parabéns!! E "Ninguém vai cortar o bolo?!
Previsão do tempo - A mais pura verdade!
Terminando o namoro com música (ou não!)
Para 'parar' um casamento, o motivo tem que ser muito bom!
Entrevista de emprego e seus respectivos "malabarismos"!
Hoje é sexta-feira e resolvi postar as 5 vídeo-montagens que eu mais gosto!!! Sou apaixonada por edição e por cinema, então AMO essa mistura fantástica que só um editor muito criativo é capaz de fazer!! =)
Montagens pra animar, fazer rir ou emocionar...são todas uma bela homenagem ao cinema e à arte de iludir!!! =) Amo demais!
“A arte sempre foi produzida com os meios de seu tempo.” Arlindo Machado
Quando assisti esta apresentação do Wrecking Crew Orchestra fiquei impressionada e inspirada. Procurei algum texto que pudesse descrever minhas inquietações, mas nada encontrei.Seria algo muito recente e pouco explorado?
Este espetáculo do grupo japonês parece integrar a dança com a linguagem do cinema, já que a manipulação das luzes, criando rápidos 'fotogramas' com a coreografia precisa dos corpos, explora a ilusão de movimento, através do fênomeno da 'persistência da visão', essencial na história e desenvolvimento da linguagem do cinema e da animação, através da técnica em stop motion.
Mas além disso, os movimentos coreografados lembram os golpes e lutas dos jogos de vídeogames, numa sincronia psicodélica de animações e grafismos. A performance dos dançarinos também lembra o filme "Tron" de Joseph Kosinski, 2010, que em sua estética "utiliza elementos dos computadores e videogames de sua época e refere-se à natureza matemática e eletrônica dos ambientes virtuais". (FIGUEIREDO, 2011)
Arlindo Machado em seu livro "Arte-mídia" (2007, p.10), diz que a arte é um processo de constante mutação e no contexto atual, o conceito e a prática da arte, tornou-se uma discussão bastante complexa. Para ele, não faria sentido os artistas do nosso tempo, recusarem o vídeo, o computador, a Internet, os programas de modelação, processamento e edição de imagem, já que toda arte é justamente feita com os meios de seu tempo.
Neste caso, a integração entre dança & tecnologia, na essência de sua linguagem, parecem ser um belo exemplo do que ele chama de arte-mídia, que seria uma forma de expressão artística, que se “apropria de recursos tecnológicos das mídias e da indústria de entretenimento em geral” para propor alternativas diferentes daquelas apresentadas nos veículos de comunicação.
Assim como o cinema e outras experiências audiovisuais tem buscado alternativas de lidar e se relacionar com os atuais ambientes virtuais, a dança parece ser uma outra alternativa artística de se inserir nesta busca pelo novo e diferente!
Referências
FIGUEIREDO, Carolina. Tron: uma representação pioneira do ciberespaço. Disponível aqui. Acesso em: março 2012.
MACHADO, Arlindo. Arte-mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
Fiquei muito emocionada com este videoclipe! Achei super narrativo e verossímel! Sofri com a personagem idosa e o vazio que sente ao perder seu grande amor na juventude! E ao mesmo tempo me identifiquei com o companherismo e sintonia do casal de jovens amantes.
Eu já encontrei meu grande amor e me identifiquei com o pavor da perda e com a fragilidade das nossas vidas, muitas vezes marcada por situações irreversíveis. É por isso talvez que precisamos "amar como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há!" (Renato Russo) Nunca sabemos o dia de amanhã, então é bom curtir o hoje, sempre! Com nossos amores, amigos e familiares!!
Apesar da música estar sendo relacionada ao sentimento de sofrimento e perda do primeiro amor, típico da adolescência, possível público-alvo de Katy, acho que as pessoas podem se identificar de inúmeras maneiras com a letra e com o videoclipe, principalmente.
Às vezes a separação de um casal pode ser metafórico. Um casamento que se desgastou e o casal já não é aquele mesmo do passado, mas continua junto. Um casamento infeliz, pautado na riqueza material que foi priorizado diante de um grande amor. Uma relação que parecia durar para sempre, mas se desgastou, provocando seu fim. A perda em vida na juventude de um grande amor, seja namorado ou até marido.
Enfim, mais do que um primeiro amor na adolescência (confirmado pela letra da música), acho que o videoclipe remete a mais do que isso. Só pelas imagens (cores quentes e apagadas no 'passado', cores frias e vivas no 'presente') podemos pensar que a música fala da separação de casais, de um amor que não foi eterno, mas poderia ter sido, pela perspectiva da mulher. E no lugar do amor ficou a dor, o sofrimento, o vazio. Nada foi capaz de substituir esse grande amor. O homem desse relacionamento permaneceu jovem como uma boa e dolorosa lembrança.
Há pouco de abstrato em sua adaptação, típico dos videoclipes. E por ser tão cinematográfico e narrativo (Michael Jackson foi o pioneiro com Thriller) é que se torna emocionante, como um bom filme, ainda que dure menos de 5 minutos!
Obs.: "The One That Got Away" é uma canção da compositora e cantora estadunidense Katy Perry, para o seu segundo álbum de estúdio de música pop, intitulado Teenage Dream. A música foi escrita por Perry, Lukasz Gottwald e Max Martin, tendo sido produzida pelos dois últimos. Foi lançada pela Capitol Records como o sexto single oficial do disco em 28 de setembro de 2011 e recebeu opiniões mistas da crítica. Trata-se de uma canção midtempo dos gêneros pop, dance-pop e teen pop e, liricamente, fala sobre um amor adolescente perdido. Fonte aqui.