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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Saga "Crepúsculo"

Crepúsculo

Lua Nova

Eclipse

Amanhecer

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

"Clube do filme" de David Gilmour


Um pai. Um filho. Um acordo. Mais de 100 filmes.
"Você pode largar a escola, mas terá que assistir 3 filmes por semana comigo. E não poderá se envolver com drogas."
Eles assistem os filmes, discutem, debatem e através desse acordo, um pai, na tentativa de educar o filho, leva conhecimento, atravessa fases e aprende a entender o quão complexa é esta relação.
Um livro sobre pai e filho, mas recheado de pequenas informações sobre o cinema.

Com este livro entendi de vez, que um filme jamais pode ser analisado ou criticado, sem entender seu contexto. E é possível sim, educar e transmitir conhecimento através do cinema.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

"Estranhos no paraíso" de Olsen Jr.

"Voluntária ou involuntariamente, era função da vida guardar aquele dinamismo ascético capaz de, mesmo no auge da bem-aventurança, manter pessoas que se amam, separadas..."

"...quando se quer justificar alguma atitude sempre encontramos bons argumentos. Quando não existem, nós os criamos."

"Felizes são os homens que têm uma opção, que podem escolher; mesmo equivocados. A escolha é sempre uma alternativa, algo possível que permite ao homem, ainda que solitário, mostrar sua liberdade...mas, mais importante do que isso, pensou, é o que saber fazer com ela..com esta liberdade que torna possível encontros e desencontros, mas porque, somente ela, a liberdade, torna suportável a solidão."

"A menina que roubava livros" de Markus Zusak

O melhor livro da minha vida. (até onde eu me lembre).
Não pela história, mas pela forma de contá-la. E pelo valor das palavras.
"Quando a morte decide contar uma história, você deve parar para ouvi-la."
A morte torna-se um personagem concreto e com certos sentimentos para falar de alguns anos da vida de Liesel, uma garota que é acolhida por uma família durante a 2ª Guerra Mundial. Uma garota que a encontrou 3 vezes.
Através dessa família, Rosa, Hans e Liesel, e os acontecimentos que os rodeiam, temos um ponto de vista que até então eu nunca presenciei em nenhum filme, reportagem ou outro livro do tipo: o ponto de vista dos alemães que não eram judeus e no entanto também sofreram com repressões e limitações do nazismo de Hitler.
É um livro sobre personagens. E um livro emocionante e triste.
Falar da Guerra sempre é um assunto triste.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

"O caçador de pipas" de Khaled Hosseini


O livro é narrado em primeira pessoa pelo personagem Amir jan, tendo apenas um ponto de vista. (com exceção de um capítulo, onde outro personagem, Rahim Khan narra para Amir uma passagem da história). Ele concentra-se na relação de amizade entre Amir e Hassan, que forma a estrutura principal da narrativa, paralela aos medos, inseguranças e lembranças do personagem principal. Apesar de tratar de dramas e conflitos da vida humana, tudo se passa num ambiente desconhecido do nosso mundo ocidental, pois trata de uma cultura, religião e etnias diferentes da nossa: islamismo e cultura arábe. Este universo só ficou mais familiarizado para as novas gerações, quando as torres gêmeras foram derrubadas e os EUA iniciaram uma nova guerra.


O que tinha tudo para se tornar um ótimo livro, falha a partir da metade. Até a metade, a obra é espetacular, fazendo o leitor se debulhar em lágrimas. Porém, acredito que o autor não soube conduzir a história até o final, empobrecendo a narrativa e deixando os personagens posteriores, superficiais, como Sohrab, o filho de Hassan, importante para o final da história.


Não é pelo fato de não ter um final propriamente dito "feliz", mas por criar uma expectativa para isso. O livro nos conduz para um final cheio de expectativas, mas introduz personagens que não ficam bem desenvolvidos, enfraquecendo a intenção de suas ações e atitudes. Talvez para criar um ar de surpresa, o que não é fácil, o autor acabou falhando e conduzindo uma narrativa artificial e forçada, pois enquanto criava expectativas para uma reviravolta na história, ele inseria cada vez mais dramas e horrores, transformando a história do meio para o final, uma tentativa forçada de nos comover e chocar.


O que faltou talvez, foi desenvolver melhor alguns personagens para compreendermos melhor suas atitudes. Ou modificá-las de acordo com o que parecem ser suas características psicológicas. Digo isso, porque no início, o autor se concentra em explicar com detalhes (através do personagem Amir) os momentos mais dramáticos que marcaram o personagem na infância, porém em outras passagens, mais dramáticas e chocantes, elas são descritas superficialmente, enfraquecendo sua carga dramática. Como se o perfil psicológico do personagem tivesse se modificado. Isso provavelmente ocorre, por termos apenas um ponto de vista da história.


Enfim, não é fácil contar uma história que não se viveu e passar credibilidade e verossimilhança, e foi nesse ponto que acredito que o autor falhou. A história pode não ter existido, o que é comum no universo da literatura, mas tinha que no mínimo ter perecido verdadeira.


Do meio para o final, o livro se tornou uma fábula fraca e cheia de absurdos narrativos.



PS.: O livro originou um filme e espero que o diretor consiga corrigir as falhas, e transforme esta história em um bom filme de drama.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Livros do mês: dezembro

2. A sombra do vento de Carlos Ruiz Zafón (Status: ainda lendo)

1. O caçador de pipas de Khaled Hosseini (2)

Notas: 0-5

quinta-feira, 21 de junho de 2007

"Ópera do malandro" de Chico Buarque - 1978

Não, eu não vi uma peça. Não vi um filme. Mas eu li o livro que continha a peça. Foi minha segunda leitura dessa semana depois de "Marley e eu" (fiquei motivada a devorar livros).
"Ópera do malandro" clareou minhas idéias sobre Chico Buarque. Ele é um gênio mesmo.
A peça é uma grande crítica ao sistema que migrou da pirataria pra comercialização legalizada do produto importado. O malandro que era malandro não existe mais. Porque agora ele está "dentro da lei". O Renan, o Juarez, entre outros, são os verdadeiros malandros vestidos com a máscara da hipocrisia e cinismo, e tudo dentro da lei.
A peça é divertida e fácil de ler. E imagino que o espetáculo conseguia entreter e criticar, ao mesmo tempo. Abusa-se dos palavrões e linguajar coloquial, por motivos óbvios.
Gostaria de ter assistido a peça quando foi lançada com seu elenco original, mas me contentaria em ver qualquer representação atual.
Agora entendo porque o Chico e outros artistas foram tão perseguidos na Ditadura. Entendo o Glauber, o Chico, o Caetano.
Que época vazia estamos vivendo não?! Geração sem causa. A corrupção na nossa frente e nos sentimos incapazes de fazer algo. Eu, pelo menos, sinto-me de mãos atadas. Não sei o que fazer, mas eu queria protestar. Acho que não foi a toa que escolhi essa área profissional. Vamos ver no que dá!

"Marley e eu" de John Grogan - 2006

Bom, estou abrindo novos tópicos sobre leituras e trabalhos para aprimorar meus discursos críticos.
Hoje vou atualizar o blog com vários tópicos.
Começo falando desse livro, super famoso por sinal. A primeira vez que ouvi comentários do livro, foi de uma amiga das antigas de Blumenau. Achei curioso mas não fui correndo comprar pra ler. Só que sempre que eu passava numa livraria e via o livro, lembrava do que ela tinha falado e lembrava também que ele está há semanas no ranking dos livros mais lidos no Brasil e no mundo que sai na Veja e na Época toda semana. (no meu estágio faço o clipping dessas revistas). Fiquei curiosa: "Porque todo mundo tá lendo esse livro?!" Mas isso também não me fez comprar. Só que acabei ganhando ele no dia dos namorados. (meu namorado percebia que eu sempre parava na livraria pra falar do livro). Ganhei e "devorei". Lia em todas minhas horas vagas, inclusive durante uma aula chata. Costumo ler bastante no ônibus. Imagina eu me matando de rir NO BUS, por causa do livro. De certo pensaram que eu estava louca.
O livro não possui nenhuma fórmula mágica, seria impossível adaptá-lo pro cinema, mas pra quem ADORA cachorros, vale a pena ler. Não tive um cachorro parecido, mas me apaixonei pelo Marley.
Acho que ele faz você se apaixonar pela história. Você ri, chora, pensa, lembra dos cachorros que já teve, comemora...
É uma leitura gostosa, legal, divertida.
Uma história simples, um casal que resolve passar pela experiência de ter um cachorro antes de terem filhos.
O mais legal é saber que o Marley existiu e viveu tudo aquilo (prefiro acreditar que sim) e imaginar o cara agora, feliz da vida de ter contado sua história.
Eu torço pelas pessoas de sucesso. hehehehe
Pra quem gosta de cachorro então, vale muito a pena ler. Fiquei com vontade de ter um cachorro de novo depois do livro. Mas só vontade! =)