quinta-feira, 2 de agosto de 2012

1001 Filmes para ver antes de morrer

Encontrei este post MARAVILHOSO do blog Sala de Exibição e compartilho aqui com vocês!!! Detalhe: precisei adaptar o texto e tirar os links com infos dos filmes, ok?! Recomendo ir até a fonte original! =)

Estou empenhada em adquirir e assistir todos os 1001 filmes, dos quais já tenho uns 300 e consegui ver uns 200. hahahaha Mas o desafio é de toda uma vida!!! Para ter uma ideia, se você assistir 1 filme dessa lista por mês, levará cerca de 83 anos!!!!!! E se assistir um por dia, levará pelo menos, 3 anos!!!

Com tempo, irei destacar os filmes da minha coleção e linkar os já assistidos com os devidos comentários!!! Será um longo desafio! =) Bora?!

Fonte original aqui.

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Confira lista completa "1001 filmes para ver antes de morrer":


Aqui está a badalada lista dos 1001 Filmes para ver antes de morrer. No Brasil, a última edição lançada é aquela com o Coringa na capa (Rio de Janeiro, Sextante, 2010). É importante destacar que existem diferenças entre a lista original e a publicada no Brasil, que privilegia filmes nacionais e substituem algumas produções que constam na versão em inglês. 

Neste post são apresentadas ambas as listas - a original e a nacional - além dos filmes que foram catalogados em versões anteriores da publicação.

PREFÁCIO
"A simples tarefa de assistir a todos esses 1001 filmes (...) fará você embarcar em experiências de vida... e isso, no fim das contas pode levar uma vida inteira. " (Jason SOLOMONS, prefácio da 5ª edição, 2008)

Trecho de introdução da obra, por Steven Jay Schneider (*), editor geral:

"Conforme seu título já sugere, 1001 filmes para ver antes de morrer é um livro que busca não apenas informar e sugerir mas também motivar: transformar leitores curiosos em espectadores apaixonados e deixar claro que a pressão é imensa, o tempo é curto e o número de filmes que devem ser assistidos se tornou realmente grande."

Os filmes estão listados em ordem cronológica, agrupados por década e correspondem a última edição do livro lançado em 2010. 

Vermelho - tenho e já vi (original ou cópia)
Laranja - tenho e ainda não vi ou vi pedaços ou não lembro mais do filme
Verde - não tenho e já vi 

1900

01. Viagem à Lua (Georges Méliès, 1902)
02. O grande roubo do trem (Edwin S. Porter, 1903)

1910

03. O nascimento de uma nação (D. W. Griffith, 1915)
04. Os vampiros (Louis Feuillade, 1915)
05. Intolerância (D. W. Griffith, 1916)
06. O gabinete do Dr. Caligari (Robert Wiene, 1919)
07. Lírio partido (D. W. Griffith, 1919)

1920

08. Inocente pecadora (D. W. Griffith, 1920)
09. Within our gates (Oscar Micheaux, 1920)
10. A carruagem fantasma (Victor Sjöström, 1921)
11. Órfãs da tempestade (D. W. Griffith, 1921)
12. A sorridente madame Beudet (Germaine Dulac, 1922)
13. Dr. Mabuse, o jogador (Fritz Lang, 1922)
14. Nanook, o esquimó (Robert Flaherty, 1922)
15. Nosferatu (F. W. Murnau, 1922)
16. Häxan - A Feitiçaria através dos Tempos (B. Christensen, 1922)
17. Esposas ingênuas (Erich Von Stroheim, 1922)
18. Nossa hospitalidade (Buster Keaton - John G. Blystone, 1923)
19. A roda (Abel Gance, 1923)
20. O ladrão de Bagdá (Raoul Walsh, 1924)
21. A greve (Sergei M. Eisenstein, 1924)
22. Ouro e maldição (Erich Von Stroheim, 1924)
23. Bancando o Águia (Buster Keaton, 1924)
24. A última gargalhada (F. W. Murnau, 1924)
25. Sete oportunidades (Buster Keaton, 1925)
26. O fantasma da ópera (Rupert Julian, 1925)
27. O encouraçado Potemkin (Sergei M. Eisenstein, 1925)
28. Em busca do ouro (Charles Chaplin, 1925)
29. O grande desfile (King Vidor, 1925)
30. Metrópolis (Fritz Lang, 1927)
31. Aurora (F. W. Murnau, 1927)
32. A General (Buster Keaton - Clyde Bruckman, 1927)
33. O monstro do circo (Tod Browning, 1927)
34. Outubro (Sergei M. Eisenstein, 1927)
35. O cantor de jazz (Alan Crosland, 1927)
36. Napoleão (Abel Gance, 1927)
37. O caçula (Ted Wilde - J.A. Howe, 1927)
38. A turba (King Vidor, 1928)
39. Docas de Nova York (Josef Von Sternberg, 1928)
40. Um cão andaluz (Luis Buñuel, 1928)
41. O martírio de Joana D'Arc (Carl Theodor Dreyer, 1928)
42. Marinheiro de encomenda (Charles Reisner, 1928)
43. Tempestade sobre a Ásia (Vsevolod Pudovkin, 1928)
44. Chantagem e confissão (Alfred Hitchcock, 1929)
45. Um homem com uma câmera (Dziga Vertov, 1929)
46. A caixa de Pandora (Georg Wilhelm Pabst, 1929)

1930

047. O anjo azul (Josef Von Sternberg, 1930)
048. A Idade do Ouro (Luis Buñuel, 1930)
049. Terra (Alexander Dovzhenko, 1930)
050. Alma no lodo (Mervyn LeRoy, 1930)
051. Sem novidade no front (Lewis Milestone, 1930)
052. A nós a liberdade (René Clair, 1931)
053. O milhão (René Clair, 1931)
054. Tabu (F. W. Murnau, 1931)
054. Limite (Mário Peixoto, 1931) [versão brasileira]
055. Drácula (Tod Browning, 1931)
056. Frankenstein (James Whale, 1931)
057. Luzes da cidade (Charles Chaplin, 1931)
058. Inimigo público nº1 (William Wellman, 1931)
059. M - o vampiro de Dusseldorf (Fritz Lang,1931)
060. A cadela (Jean Renoir, 1931)
061. O vampiro (Carl Theodor Dreyer, 1932)
062. Ama-me esta noite (Rouben Mamoulian, 1932)
063. Boudu salvo das águas (Jean Renoir, 1932)
064. O fugitivo (Mervyn LeRoy, 1932)
065. Ladrão de alcova (Ernst Lubitsch, 1932)
066. Scarface - a vergonha de uma nação (Richard Rosson, 1932)
067. O Expresso de Shanghai (Josef Von Sternberg, 1932)
068. Monstros (Tod Browning, 1932)
069. Eu e minha pequena (Raoul Walsh, 1932)
070. Zero em comportamento (Jean Vigo, 1933)
071. Rua 42 (Loyd Bacon, 1933)
072. Belezas em revista (Lloyd Bacon, 1933)
073. Caçadoras de ouro (Mervyn LeRoy, 1933)
074. Um loira para três (Lowell Sherman, 1933)
075. O diabo a quatro (Leo McCarey, 1933)
076. Rainha Cristina (Rouben Mamoulian, 1933)
077. Terra sem pão (Luis Buñuel, 1933)
078. King Kong (Mervin C. Cooper, 1933)
079. O último chá do General Yen (Frank Capra, 1933)
080. Os filhos do deserto (William A. Seiter, 1933)
081. It's a gift (Norman Z. McLeod, 1934)
082. O triunfo da vontade (Leni Riefenstahl, 1934)
083. O atalante (Jean Vigo, 1934)
084. O gato preto (Edgar G. Ulmer, 1934)
085. Juiz Priest (John Ford, 1934)
086. Aconteceu naquela noite (Frank Capra, 1934)
087. A ceia dos acusados (W. S. Van Dyke, 1934)
088. Capitão Blood (Michael Curtiz, 1935)
089. O grande motim (Frank Lloyd, 1935)
090. Uma noite na ópera (Edmund Gouldin - Sam Wood, 1935)
091. Os 39 degraus (Alfred Hitchcock, 1935)
092. A noiva de Frankenstein (James Whale, 1935)
093. O picolino (Mark Sandrick, 1935)
094. Um dia no campo (Jean Renoir, 1936)
095. Tempos modernos (Charles Chaplin, 1936)
096. Ritmo louco (George Stevens, 1936)
097. Irene, a teimosa (Gregory La Cava, 1936)
098. O galante Mr. Deeds (Frank Capra, 1936)
099. A dama das camélias (George Cukor, 1936)
100. O marido era o culpado (Alfred Hitchcock, 1936)
101. Fogo de Outono (William Wyler, 1936)
102. Daqui a cem anos (William Cameron Menzies, 1936)
103. O romance de um trapaceiro (Sacha Guitry, 1936)
104. Marujo intrépido (Victor Fleming, 1937)
105. Canção da noite (Weibang Ma-Xu, 1937)
106. A grande ilusão (Jean Renoir, 1937)
107. Stella Dallas, mãe redentora (King Vidor, 1937)
108. A vida de Émile Zola (William Dieterle, 1937)
109. A cruz dos anos (Leo McCarey, 1937)
110. Branca de neve e os sete anões (Walt Disney, 1937)
111. Cupido é moleque teimoso (Leo McCarey, 1937)
112. O demônio da Argélia (Julien Duvivier, 1937)
113. Jezebel (William Wyler, 1938)
114. As aventuras de Robin Hood (M. Curtiz - W. Keighley, 1938)
115. Anjos de cara suja (Michael Curtiz, 1938)
116. Olympia (Leni Riefenstahl, 1938)
117. A mulher do padeiro (Marcel Pagnol, 1938)
118. Levada da breca (Howard Hawks, 1938)
119. No tempo das diligências (John Ford, 1939)
120. Crisântemos tardios (Kenji Mizoguchi, 1939)
121. Sangue de artista (Busby Berkeley, 1939)
122. A mulher faz o homem (Frank Capra, 1939)
123. O mágico de Oz (Victor Fleming, 1939)
124. Atire a primeira pedra (George Marshall, 1939)
125. Paraíso infernal (Howard Hawks, 1939)
126. E o vento levou (Victor Fleming, 1939)
127. Trágico amanhecer (Marcel Carné, 1939)
128. Gunga Din (George Stevens, 1939)
129. Ninotchka (Ernst Lubitsch, 1939)
130. A regra do jogo (Jean Renoir, 1939)
131. O morro dos ventos uivantes (William Wyler, 1939)

1940

132. Jejum de amor (Howard Hawks, 1940)
133. Rebecca - a mulher inesquecível (Alfred Hitchcock, 1940)
134. Fantasia (Ben Sharpsteen, 1940)
135. Núpcias de escândalo (George Cukor, 1940)
136. As vinhas da ira (John Ford, 1940)
137. A vida é uma dança (Dorothy Arzner, 1940)
138. Pinóquio (Ben Sharpsteen - Hamilton Luske, 1940)
139. Tempestades d'alma (Frank Borzage, 1940)
140. O guarda (Edward F. Cline, 1940)
141. Cidadão Kane (Orson Welles, 1941)
142. As três noites de Eva (Preston Sturges, 1941)
143. O lobisomem (George Waggner, 1941)
144. Relíquia macabra (John Huston, 1941)
145. Sargento York (Howard Hawks, 1941)
146. Dumbo (Ben Sharpsteen, 1941)
147. Seu último refúgio (Raoul Walsh, 1941)
148. Contrastes humanos (Preston Sturges, 1941)
149. Como era verde o meu vale (John Ford, 1941)
150. Mulher de verdade (Preston Sturges, 1942)
151. A estranha passageira (Irving Rapper, 1942)
152. Casablanca (Michael Curtiz, 1942)
153. Ser ou não ser (Ernest Lubitsch, 1942)
154. Sangue de pantera (Jacques Tourneur, 1942)
155. Soberba (Orson Welles, 1942)
156. A canção da vitória (Michael Curtiz, 1942)
157. Meshes of the afternoon (Maya Deren - Alexander Hamid, 1943)
158. Fires were started (Humphrey Jennings, 1943)
159. The man in grey (Leslie Arliss, 1943)
160. Coronel Blimp - vida e morte (M. Powell - E. Pressburger, 1943)
161. A morta viva (Jacques Tourneur, 1943)
162. A sétima vítima (Mark Robson, 1943)
163. Consciências mortas (William A. Wellman, 1943)
164. A sombra de uma dúvida (Alfred Hitchcock, 1943)
165. Obsessão (Luchino Visconti, 1943)
166. Agora seremos felizes (Vincente Minnelli, 1944)
167. Uma aventura na Martinica (Howard Hawks, 1944)
168. Laura (Otto Preminger, 1944)
169. À meia luz (George Cukor, 1944)
170. Henrique V (Laurence Olivier, 1944)
171. Ivan, o terrível - Parte I (Sergei M. Eisenstein, 1944)
171. Ivan, o terrível - Parte II (Sergei M. Eisenstein, 1958)
172. Pacto de sangue (Billy Wilder, 1944)
173. Até a vista, querida (Edward Dmytryk, 1944)
174. A batalha de San Pietro (John Huston, 1945)
175. Quando fala o coração (Alfred Hitchcock, 1945)
176. Alma em suplício (Michael Curtiz, 1945)
177. O boulevard do crime (Marcel Carné, 1945)
178. Roma, cidade aberta (Roberto Rossellini, 1945)
179. Farrapo humano (Billy Wilder, 1945)
180. Curva do destino (Edgar G. Ulmer, 1945)
181. Sei onde fica o paraíso (M. Powell - E. Pressburger, 1945)
182. Os melhores anos de nossas vidas (William Wyler, 1946)
183. Desencanto (David Lean, 1946)
184. Paisà (Roberto Rossellini, 1946)
185. O destino bate à sua porta (Tay Garnett, 1946)
186. A paixão dos fortes (John Ford, 1946)
187. O estranho (Orson Welles, 1946)
188. A Bela e a Fera (Jean Cocteau, 1946)
189. À beira do abismo (Howard Hawks, 1946)
190. Os assassinos (Robert Siodmak, 1946)
191. Neste mundo e no outro (M. Powell - E. Pressburger, 1946)
192. Grandes esperanças (David Lean, 1946)
193. Interlúdio (Alfred Hitchcock, 1946)
194. Narciso negro (M. Powell - E. Pressburger, 1946)
195. A felicidade não se compra (Frank Capra, 1946)
196. Gilda (Charles Vidor, 1946)
197. Monsieur Verdoux (Charles Chaplin, 1947)
198. Fuga do passado (Jacques Tourneur, 1947)
199. O fantasma apaixonado (Joseph L. Mankiewicz, 1947)
200. O condenado (Carol Reed, 1947)
201. Ladrões de bicicleta (Vittorio de Sica, 1948)
202. Carta de uma desconhecida (Max Ophüls, 1948)
203. O segredo da porta fechada (Fritz Lang, 1948)
204. Força do Mal (Abraham Polonski, 1948)
205. Primavera numa cidade pequena (Fei Mu, 1948)
206. Rio Vermelho (Howard Hawks - Arthur Rosson, 1948)
207. Festim diabólico (Alfred Hitchcock, 1948)
208. A cova da serpente (Anatole Litvak, 1948)
209. A dama de Shanghai (Orson Welles, 1948)
210. O valente treme-treme (Norman Z. McLeod, 1948)
211. Os sapatinhos vermelhos (M. Powell - E. Pressburger, 1948)
212. O tesouro de Sierra Madre (John Huston, 1948)
213. A História de Louisiana (Robert Flaherty, 1948)
214. Tarde demais (William Wyler, 1949)
215. As oito vítimas (Robert Hamer, 1949)
216. Mortalmente perigosa (Joseph H. Lewis, 1949)
217. A costela de Adão (George Cukor, 1949)
218. Alegrias à granel (Alexander Mackendrick, 1949)
219. Fúria sanguinária (Raoul Walsh, 1949)
220. Na teia do destino (Max Ophüls, 1949)
221. O terceiro homem (Carol Reed, 1949)
222. Um dia em Nova York (Stanley Donen - Gene Kelly, 1949)
223. Orfeu (Jean Cocteau, 1949)

1950

224. O segredo das jóias (John Huston, 1950)
225. Rashomon (Akira Kurosawa, 1950)
226. Winchester ’73 (Anthony Mann, 1950)
227. Rio Grande (John Ford, 1950)
228. A malvada (Joseph L. Mankiewicz, 1950)
229. Crepúsculo dos deuses (Billy Wilder, 1950)
230. Os esquecidos (Luis Buñuel, 1950)
231. No silêncio da noite (Nicholas Ray, 1950)
232. A montanha dos sete abutres (Billy Wilder, 1951)
233. Uma rua chamada pecado (Elia Kazan, 1951)
234. Pacto sinistro (Alfred Hitchcock, 1951)
235. O mistério da torre (Charles Crichton, 1951)
236. Os amores de Pandora (Albert Lewin, 1951)
237. Uma aventura na África (John Huston, 1951)
238. Diário de um Padre (Robert Bresson, 1951)
239. Sinfonia de Paris (Vincente Minnelli, 1951)
240. Um lugar ao sol (George Stevens, 1951)
241. O dia em que a Terra parou (Robert Wise, 1951)
242. Depois do vendaval (John Ford, 1952)
243. Brinquedo proibido (René Clement, 1952)
244. Alma em pânico (Otto Preminger, 1952)
245. Cantando na chuva (G. Kelly - S. Donen, 1952)
246. Ikiru - Viver (Akira Kurosawa, 1952)
247. Europa 51 (Roberto Rossellini, 1952)
248. Assim estava escrito (Vincente Minnelli, 1952)
249. O rio da aventura (Howard Hawks, 1952)
250. Matar ou morrer (Fred Zinnemann, 1952)
251. Umberto D (Vittorio de Sica, 1952)
252. A carruagem de ouro (Jean Renoir, 1952)
253. O bígamo (Ida Lupino, 1953)
254. A roda da fortuna (Vincente Minnelli, 1953)
255. Desejos proibidos (Max Ophüls, 1953)
256. A um passo da eternidade (Fred Zinnemann, 1953)
257. Era uma vez em Tóquio (Yasujiro Ozu, 1953)
258. A Princesa e o plebeu (William Wyler, 1953)
259. O salário do medo (Henri-Georges Clouzot, 1953)
260. O preço de um homem (Anthony Mann, 1953)
261. Anjo do Mal (Samuel Fuller, 1953)
262. Os homens preferem as loiras (Howard Hawks, 1953)
263. Os corruptos (Fritz Lang, 1953)
264. As férias do senhor Hulot (Jacques Tati, 1953)
265. Viagem à Itália (Roberto Rossellini, 1953)
266. Contos da lua vaga (Kenji Mizoguchi, 1953)
267. Os brutos também amam (George Stevens, 1953)
268. O diabo riu por último (John Huston, 1953)
269. Johnny Guitar (Nicholas Ray, 1954)
270. Sindicato de ladrões (Elia Kazan, 1954)
271. Sete noivas para sete irmãos (Stanley Donen, 1954)
272. As diabólicas (Henri-Georges Clouzot, 1954)
273. A revolução dos bichos (John Halas - Joy Batchelor, 1954)
274. Janela indiscreta (Alfred Hitchcock, 1954)
275. Nasce uma estrela (George Cukor, 1954)
276. A Condessa descalça (Joseph L. Mankiewicz, 1954)
277. A estrada da vida (Federico Fellini, 1954)
278. Os sete samurais (Akira Kurosawa, 1954)
279. Sedução da carne (Luchino Visconti, 1954)
280. Homens indomáveis (Allan Dwan, 1954)
281. Carmen Jones (Otto Preminger, 1954)
282. O Intendente Sansho (Kenji Mizoguchi, 1954)
283. O sal da terra (Herbert J. Biberman, 1954)
284. Artistas e modelos (Frank Tashlin, 1955)
285. Eles e elas (Joseph L. Mankiewicz, 1955)
286. A canção da estrada (Satyajit Ray, 1955)
287. Conspiração do silêncio (John Sturges, 1955)
288. Os mestres loucos (Jean Rouch, 1955)
289. Hill 24 doesn't answer (Thorold Dickinson, 1955)
290. Quinteto da morte (Alexander Mackendrick, 1955)
291. Marty (Delbert Mann, 1955)
292. A palavra (Carl T. Dreyer, 1955)
293. O jogador (Jean-Pierre Melville, 1955)
294. A morte num beijo (Robert Aldrich, 1955)
295. Um certo Capitão Lockhart (Anthony Mann, 1955)
296. Juventude transviada (Nicholas Ray, 1955)
297. Cidade do vício (Phil Karlson, 1955)
298. Sorrisos de uma noite de amor (Ingmar Bergman, 1955)
299. Noite e nevoeiro (Alain Resnais, 1955)
300. O mensageiro do diabo (Charles Laughton, 1955)
301. Lola Montès (Max Ophüls, 1955)
302. Planeta proibido (Fred M. Wilcox, 1956)
303. A harpa da Birmânia (Kon Ichikawa, 1956)
304. Rastros de ódio (John Ford, 1956)
305. O homem que não vendeu sua alma (Fred Zinnemann, 1956)
305. Um condenado à morte escapou (Robert Bresson, 1956) [versão brasileira]
306. Palavras ao vento (Douglas Sirk, 1956)
307. O homem que sabia demais (Alfred Hitchcock, 1956)
308. Assim caminha a humanidade (George Stevens, 1956)
309. Tudo que o céu permite (Douglas Sirk, 1956)
310. Vampiros de almas (Don Siegel, 1956)
311. O homem errado (Alfred Hitchcock, 1956)
312. Delírio de loucura (Nicholas Ray, 1956)
313. Alta sociedade (Charles Walters, 1956)
314. Os dez mandamentos (Cecil B. DeMille, 1956)
315. 12 homens e uma sentença (Sidney Lumet, 1957)
316. O sétimo selo (Ingmar Bergman, 1957)
317. Tarde demais para esquecer (Leo McCarey, 1957)
318. Morangos silvestres (Ingmar Bergman, 1957)
319. As noites de Cabíria (Federico Fellini, 1957)
320. Trono manchado de sangue (Akira Kurosawa, 1957)
321. O incrível homem que encolheu (Jack Arnold, 1957)
322. O invencível (Satyajit Ray, 1957)
323. Sem Lei e sem alma (John Sturges, 1957)
324. A ponte do rio Kwai (David Lean, 1957)
325. Mãe Índia (Mehboob Khan, 1957)
326. Quando voam as cegonhas (Mikheil Kalatozishvili, 1957)
327. Glória feita de sangue (Stanley Kubrick, 1957)
328. A embriaguez do sucesso (Alexander Mackendrick, 1957)
329. O homem do Oeste (Anthony Mann, 1958)
330. A marca da maldade (Orson Welles, 1958)
331. Cairo station (Youssef Chahine, 1958)
332. Gigi (Vincente Minnelli, 1958)
333. Acorrentados (Stanley Kramer, 1958)
334. Um corpo que cai (Alfred Hitchcock, 1958)
335. Cinzas e diamantes (Andrzej Wajda, 1958)
336. O vampiro da noite (Terence Fisher, 1958)
337. Meu tio (Jacques Tati, 1958)
338. A sala de música (Satyajit Ray, 1958)
339. Os incompreendidos (François Truffaut, 1959)
340. Intriga Internacional (Alfred Hitchcock, 1959)
341. Quanto mais quente melhor (Billy Wilder, 1959)
342. Anatomia de um crime (Otto Preminger, 1959)
343. Os olhos sem rosto (Georges Franju, 1959)
344. O homem que luta só (Budd Boetticher, 1959)
345. Orfeu negro (Marcel Camus, 1959)
346. Sombras (John Cassavetes, 1959)
347. O mundo de Apu (Satyajit Ray, 1959)
348. Acossado (Jean-Luc Godard, 1959)
349. Ben-Hur (William Wyler, 1959)
350. Batedor de carteiras (Robert Bresson, 1959)
351. Hiroshima, meu amor (Alain Resnais, 1959)
352. Onde começa o inferno (Howard Hawks, 1959)
353. A um passo da liberdade (Jacques Becker, 1959)
354. Ervas flutuantes (Yasujiro Ozu, 1959)

1960

355. Rocco e seus irmãos (Luchino Visconti, 1960)
356. A doce vida (Federico Fellini, 1960)
357. Tudo começou no sábado (Karel Reisz, 1960)
358. Atirem no pianista (François Truffaut, 1960)
359. A aventura (Michelangelo Antonioni, 1960)
360. A adolescente (Luis Buñuel, 1960)
361. The cloud-capped star (Ritwik Ghatak, 1960)
362. A empregada (Ki-young Kim, 1960)
363. Psicose (Alfred Hitchcock, 1960)
364. A máscara do demônio (Mario Bava, 1960)
365. A tortura do medo (Michael Powell, 1960)
366. Se meu apartamento falasse (Billy Wilder, 1960)
367. Spartacus (Stanley Kubrick, 1960)
368. Clamor do sexo (Elia Kazan, 1961)
369. O ano passado em Marienbad (Alain Resnais, 1961)
370. La Jetée (Chris Marker, 1961)
371. A face oculta (Marlon Brando, 1961)
372. Lola (Jacques Demy, 1961)
373. Bonequinha de luxo (Blake Edwards, 1961)
374. A noite (Michelangelo Antonioni, 1961)
375. Jules e Jim - uma mulher para dois (François Truffaut, 1961)
376. Viridiana (Luis Buñuel, 1961)
377. O terror das mulheres (Jerry Lewis, 1961)
378. Através de um espelho (Ingmar Bergman, 1961)
379. Crônica de um verão (Edgar Morin - Jean Rouch, 1961)
380. Desafio à corrupção (Robert Rossen, 1961)
381. Amor, sublime amor (Robert Wise, 1961)
382. Mundo cão (F. Prosperi - G. Jacopetti - P. Cavara, 1962)
383. Cléo de 5 às 7 (Agnès Varda, 1962)
384. Dog star man (Stan Brakhage, 1962)
385. A rotina tem seu encanto (Yasujiro Ozu, 1962)
386. O eclipse (Michelangelo Antonioni, 1962)
387. Lawrence da Arábia (David Lean, 1962)
388. O sol é para todos (Robert Mulligan, 1962)
389. Sob o domínio do mal (John Frankenheimer, 1962)
390. Lolita (Stanley Kubrick, 1962)
391. O pagador de promessas (Anselmo Duarte, 1962)
392. O homem que matou o facínora (John Ford, 1962)
393. O que terá acontecido a Baby Jane? (Robert Aldrich, 1962)
394. Viver a vida (Jean-Luc Godard, 1962)
395. Heaven and Earth magic (Harry Smith, 1962)
396. Os pássaros (Alfred Hitchcock, 1963)
397. O professor aloprado (Jerry Lewis, 1963)
398. Blonde Cobra (Ken Jacobs, 1963)
399. The cool world (Shirley Clarke, 1963)
400. 8 1/2 (Federico Fellini, 1963)
401. A passageira (Witold Lesiewicz1963)
402. O desprezo (Jean-Luc Godard, 1963)
403. O indomado (Martin Ritt, 1963)
404. Luz de inverno (Ingmar Bergman, 1963)
405. Criaturas flamejantes (Jack Smith, 1963)
406. Fugindo do inferno (John Sturges, 1963)
407. Paixões que alucinam (Samuel Fuller, 1963)
408. O Leopardo (Luchino Visconti, 1963)
409. Vidas secas (Nelson Pereira dos Santos, 1963)
410. Méditerranée (Jean-Daniel Pollet, Volker Schlöndorff, 1963)
411. The house is black (Forugh Farrokhzad, 1963)
412. Desafio ao além (Robert Wise, 1963)
413. A vingança do ator (Kon Ichikawa, 1963)
414. O criado (Joseph Losey, 1963)
415. 007 contra Goldfinger (Guy Hamilton, 1964)
416. Scorpio rising (Kenneth Anger, 1964)
417. Os guarda-chuvas do amor (Jacques Demy, 1964)
418. Marnie, confissões de uma ladra (Alfred Hitchcock, 1964)
419. Minha bela dama (George Cukor, 1964)
420. A mulher de areia (Hiroshi Teshigahara, 1964)
421. Dr. Fantástico (Stanley Kubrick, 1964)
422. Os reis do iê iê iê (Richard Lester, 1964)
423. O deserto vermelho (Michelangelo Antonioni, 1964)
424. Os cavalos de fogo (Sergei Paradjanov, 1964)
425. Máscara mortal (Roger Corman, 1964)
426. Antes da Revolução (Bernardo Bertolucci, 1964)
427. Gertrud (Carl Theodor Dreyer, 1964)
428. O Evangelho segundo São Mateus (Pier Paolo Pasolini, 1964)
429. Deus e o diabo na terra do sol (Glauber Rocha, 1964)
430. Onibaba - a mulher demônio (Kaneto Shindô, 1964)
431. Vinyl (Andy Warhol, 1965)
432. A pequena loja da rua Principal (Jan Kadar - Elmar Klos, 1965)
433. Doutor Jivago (David Lean, 1965)
434. The war game (Peter Watkins, 1965)
435. Tokyo Olympiad (Kon Ichikawa, 1965)
435. A hora e a vez de Augusto Matraga (Roberto Santos, 1965) [versão brasileira]
436. A batalha de Argel (Gillo Pontecorvo, 1965)
437. A noviça rebelde (Robert Wise, 1965)
438. O manuscrito de Saragoça (Wojciech Has, 1965)
439. Alphaville (Jean-Luc Godard, 1965)
440. Badaladas à meia-noite (Orson Welles, 1965)
441. Repulsa ao sexo (Roman Polanski, 1965)
442. Julieta dos espíritos (Federico Fellini, 1965)
443. O demônio das onze horas (Jean-Luc Godard, 1965)
444. Faster, Pussycat! Kill! Kill! (Russ Meyer, 1965)
445. Subarnarekha (Ritwik Ghatak, 1965)
446. O homem da cabeça raspada (André Delvaux, 1965)
447. Hold me while I'm naked (George Kuchar, 1966)
448. Blow up - depois daquele beijo (Michelangelo Antonioni, 1966)
449. Três homens em conflito (Sergio Leone, 1966)
450. As pequenas margaridas (Vera Chytilová, 1966)
451. O grande mestre beberrão (King Hu, 1966)
452. O segundo rosto (John Frankenheimer, 1966)
453. Quem tem medo de Virginia Woolf? (Mike Nichols, 1966)
454. Persona (Ingmar Bergman, 1966)
455. Masculino - Feminino (Jean-Luc Godard, 1966)
456. A grande testemunha (Robert Bresson, 1966)
457. No calor da noite (Norman Jewison, 1967)
458. Duas ou três coisas que eu sei dela (Jean-Luc Godard, 1967)
459. A primeira noite de um homem (Mike Nichols, 1967)
460. Tempo de diversão (Jacques Tati, 1967)
461. Report (Bruce Conner, 1967)
462. Hombre (Martin Ritt, 1967)
463. A bela da tarde (Luis Buñuel, 1967)
464. Duas garotas românticas (Jacques Demy, 1967)
465. Weekend à francesa (Jean-Luc Godard, 1967)
466. O Samurai (Jean-Pierre Melville, 1967)
467. Rebeldia indomável (Stuart Rosenberg, 1967)
468. À queima-roupa (John Boorman, 1967)
469. Wavelenght (Michael Snow, 1967)
470. Bonnie e Clyde - uma rajada de balas (Arthur Penn, 1967)
471. Vermelhos e brancos (Miklós Jancsó, 1967)
472. Marketa Lazarova (Frantisek Vlácil, 1967)
473. Mogli - o menino lobo (Wolfgang Reitherman, 1967)
474. O baile dos bombeiros (Milos Forman, 1967)
475. Terra em transe (Glauber Rocha, 1967)
476. Trens estreitamente vigiados (Jiri Menzel, 1967)
477. O espírito do mal (G. Kropachyov - K. Yershov, 1967)
478. A vaca (Dariush Mehrjui, 1968)
479. Era uma vez no Oeste (Sergio Leone, 1968)
480. Planeta dos macacos (Franklin J. Schaffner, 1968)
481. Faces (John Cassavetes, 1968)
482. O bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)
483. If (Lindsay Anderson, 1968)
484. Memórias do subdesenvolvimento (Tomás Gutiérrez Alea, 1968)
485. Primavera para Hitler (Mel Brooks, 1968)
486. David Holzman's diary (Jim McBride, 1968)
486. O bandido da luz vermelha (Rogério Sganzerla, 1968) [versão brasileira]
487. Vergonha (Ingmar Bergman, 1968)
488. 2001 - uma odisséia no espaço (Stanley Kubrick, 1968)
489. A hora do Lobo (Ingmar Bergman, 1968)
490. Na mira da morte (Peter Bogdanovich, 1968)
491. A noite dos mortos-vivos (George A. Romero, 1968)
492. Minha noite com ela (Eric Rohmer, 1969)
493. Lucia (Humberto Solás, 1969)
494. Hsia nu (King Hu, 1969)
495. Butch Cassidy e Sundance Kid (George Roy Hill, 1969)
496. Perdidos na noite (John Schlesinger, 1969)
497. Satyricon (Federico Fellini, , 1969)
498. Z (Constantin Costa-Gravas, 1969)
499. O conformista (Bernardo Bertolucci, 1969)
500. Sem destino (Dennis Hopper - Peter Fonda, 1969)
501. High School (Frederick Wiseman, 1969)
502. In the Year of the Pig (Emile de Antonio, 1969)
503. Meu ódio será sua herança (Sam Peckinpah, 1969)
504. Andrei Rublev (Andrei Tarkovsky, 1969)
505. O açougueiro (Claude Chabrol, 1969)
505. Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade, 1969) [versão brasileira]
506. A cor da romã (Sergei Parajanov, 1969)
507. Kes (Ken Loach, 1969)

1970

508. Tristana, uma paixão mórbida (Luis Buñuel, 1970)
509. Cada um vive como quer (Bob Rafelson, 1970)
510. El Topo (Alejandro Jodorowski, 1970)
511. Woodstock - 3 dias de paz, amor e música (Michael Wadleigh. 1970)
512. Ato final (Jerzy Skolimowski, 1970)
513. A estratégia da aranha (Bernardo Bertolucci, 1970)
514. Pequeno grande homem (Arthur Penn, 1970)
515. Orelha (Karel Kachyna, 1970)
516. Patton - rebelde ou herói (Franklin J. Schaffner, 1970)
517. M*A*S*H (Robert Altman, 1970)
518. Performance (Nicolas Roeg - Donald Cammell, 1970)
519. Gimme shelter (A.Maysles - D. Maysles - C. Zwerin, 1970)
520. Zabriskie Point (Michelangelo Antonioni, 1970)
521. O pássaro das plumas de cristal (Dario Argento, 1970)
522. O jardim dos Finzi-Contini (Vittorio de Sica, 1970)
523. Wanda (Barbara Loden, 1971)
524. W.R.: Mysteries of the organism (Dusan Makavejev, 1971)
525. Laranja mecânica (Stanley Kubrick, 1971)
526. A dor e a piedade (Marcel Ophüls, 1971)
527. A fantástica fábrica de chocolate (Mel Stuart, 1971)
528. Quando os homens são homens (Robert Altman, 1971)
529. A longa caminhada (Nicolas Roeg, 1971)
530. Klute - O passado condena (Alan J. Pakula, 1971)
531. Ensina-me a viver (Hal Ashby, 1971)
532. Salmo vermelho (Miklós Jancsó, 1971)
533. Carter - o vingador (Mike Hodges, 1971)
534. Operação França (William Friedkin, 1971)
535. Shaft (Gordon Parks, 1971)
536. Perseguidor implacável (Don Siegel, 1971)
537. O sopro no coração (Louis Malle, 1971)
538. Sweet Sweetback’s baadasssss song (M. Van Peebles, 1971)
539. A última sessão de cinema (Peter Bogdanovich, 1971)
540. Sob o domínio do medo (Sam Peckinpah, 1971)
541. Corrida sem fim (Monte Hellman, 1971)
542. O rapaz que partia corações (Elaine May, 1972)
543. Aguirre, a cólera dos deuses (Werner Herzog, 1972)
544. Cabaré (Bob Fosse, 1972)
545. O último tango em Paris (Bernardo Bertolucci, 1972)
546. O estranho sem nome (Clint Eastwood, 1972)
547. Trama diabólica (Joseph L. Mankiewicz, 1972)
548. Amargo pesadelo (John Boorman, 1972)
549. Solaris (Andrei Tarkovsky, 1972)
550. O poderoso chefão (Francis Ford Coppola, 1972)
551. Gritos e sussurros (Ingmar Bergman, 1972)
552. Cidade das ilusões (John Huston, 1972)
553. O discreto charme da burguesia (Luis Buñuel, 1972)
554. As lágrimas amargas de Petra Von Kant (Rainer W. Fassbinder, 1972)
555. Frenesi (Alfred Hitchcock, 1972)
556. Pink flamingos (John Waters, 1972)
557. Superfly (Gordon Parks Jr., 1972)
558. Golpe de mestre (George Roy Hill, 1973)
559. A mãe e a puta (Jean Eustache, 1973)
560. Terra de ninguém (Terrence Malick, 1973)
561. Loucuras de verão (George Lucas, 1973)
562. Papillon (Franklin J. Schaffner, 1973)
563. Operação dragão (Robert Clouse, 1973)
564. Caminhos perigosos (Martin Scorsese, 1973)
565. O perigoso adeus (Robert Altman, 1973)
566. O homem de palha (Robin Hardy, 1973)
567. A noite americana (François Truffaut, 1973)
568. Inverno de sangue em Veneza (Nicolas Roeg, 1973)
569. Dorminhoco (Woody Allen, 1973)
570. Serpico (Sidney Lumet, 1973)
571. O exorcista (William Friedkin, 1973)
572. Louca paixão (Paul Verhoeven, 1973)
573. O espírito da colméia (Víctor Erice, 1973)
574. O planeta fantástico (René Laloux, 1973)
575. Amarcord (Federico Fellini, 1973)
576. Balada sangrenta (Perry Henzell, 1973)
577. Pat Garrett e Billy The Kid (Sam Peckinpah, 1973)
578. Dersu Uzala (Akira Kurosawa, 1974)
579. A conversação (Francis Ford Coppola, 1974)
580. O massacre da serra elétrica (Tobe Hooper, 1974)
581. O espelho (Andrei Tarkovsky, 1974)
582. Uma mulher sob influência (John Cassavetes, 1974)
583. O jovem Frankenstein (Mel Brooks, 1974)
584. Chinatown (Roman Polanski, 1974)
585. Céline et Julie vont en bateau (Jacques Rivette, 1974)
586. Banzé no Oeste (Mel Brooks, 1974)
587. O poderoso chefão - parte II (Francis Ford Coppola, 1974)
588. O medo devora a alma (Rainer W. Fassbinder, 1974)
589. Tragam-me a cabeça de Alfredo Garcia (Sam Peckinpah, 1974)
590. Um dia de cão (Sidney Lumet, 1975)
591. Um estranho no ninho (Milos Forman, 1975)
592. Jeanne Dielman (Chantal Akerman, 1975)
593. The rocky horror picture show (Jim Sharman, 1975)
594. Deewaar (Yash Chopra, 1975)
595. Monthy P. em busca do cálice sagrado (T. Gilliam - T. Jones, 1975)
596. Barry Lyndon (Stanley Kubrick, 1975)
597. O direito do mais forte (Rainer W. Fassbinder, 1975)
598. India song (Marguerite Duras, 1975)
599. Piquenique na montanha misteriosa (Peter Weir, 1975)
600. Manila in the claws of brightness (Lino Brocka, 1975)
601. Saló, os 120 dias de Sodoma (Pier Paolo Pasolini, 1975)
602. Nashville (Robert Altman, 1975)
603. Cria cuervos (Carlos Saura, 1975)
604. Os atores ambulantes (Theo Angelopoulos, 1975)
605. Tubarão (Steven Spielberg, 1975)
606. A morte de um bookmaker chinês (John Cassavetes, 1976)
607. Carrie, a estranha (Brian De Palma, 1976)
608. Josey Wales, o fora-da-lei (Clint Eastwood, 1976)
608. Dona Flor e seus dois maridos (Bruno Barreto, 1976) [versão brasileira]
609. Todos os homens do presidente (Alan J. Pakula, 1976)
610. Rocky, um lutador (John G. Avildsen, 1976)
611. Taxi driver (Martin Scorsese, 1976)
612. Rede de intrigas (Sidney Lumet, 1976)
613. Voskhozhdeniye (The ascent) (Larisa Shepitko, 1976)
614. O império dos sentidos (Nagisa Oshima, 1976)
615. 1900 (Bernardo Bertolucci, 1976)
616. O homem que caiu na Terra (Nicolas Roeg, 1976)
617. Star wars (George Lucas, 1977)
618. Contatos imediatos de terceiro grau (Steven Spielberg, 1977)
619. A última onda (Peter Weir, 1977)
620. Noivo neurótico, noiva nervosa (Woody Allen, 1977)
621. Last chants for a slow dance (Jon Jost, 1977)
622. Stroszek (Werner Herzog, 1977)
623. O homem de mármore (Andrzej Wajda, 1977)
624. Os embalos de sábado à noite (John Badham, 1977)
625. Killer of sheep (Charles Burnett, 1977)
626. Eraserhead (David Lynch, 1977)
627. Ceddo (Ousmane Sembene, 1977)
628. O amigo americano (Wim Wenders, 1977)
629. Quadrilha de sádicos (Wes Craven, 1977)
630. Soldado de laranja (Paul Verhoeven, 1977)
631. Suspiria (Dario Argento, 1977)
632. O canto de Jimmie Blacksmith (Fred Schepisi, 1978)
633. Os cinco venenos (Chang Cheh, 1978)
634. A árvore dos tamancos (Ermanno Olmi, 1978)
635. O franco atirador (Michael Cimino, 1978)
636. Grease - nos tempos da brilhantina (Randal Kleiser, 1978)
637. Cinzas do Paraíso (Terrence Malick, 1978)
638. Despertar dos mortos (George A. Romero, 1978)
639. Shaolin master killer (Chia-Liang Liu, 1978)
640. Queimando tudo (Lou Adler, 1978)
641. Halloween - a noite do terror (John Carpenter, 1978)
642. O casamento de Maria Braun (Rainer Werner Fassbinder, 1979)
643. Real life (Albert Brooks, 1979)
643. Bye bye Brasil (Carlos Diegues, 1979) [versão brasileira]
644. As quatro irmãs (Gillian Armstrong, 1979)
645. Stalker (Andrei Tarkovski, 1979)
646. Alien - o oitavo passageiro (Ridley Scott, 1979)
647. O vencedor (Peter Yates, 1979)
648. O tambor (Volker Schlöndorff, 1979)
649. All that jazz - o show deve continuar (Bob Fosse, 1979)
650. Muito além do jardim (Hal Ashby, 1979)
651. Kramer vs. Kramer (Robert Benton, 1979)
652. A vida de Brian (Terry Jones, 1979)
653. Apocalipse now (Francis Ford Coppola, 1979)
654. O panaca (Carl Reiner, 1979)
655. Muppets - o filme (James Frawley, 1979)
656. Manhattan (Woody Allen, 1979)
657. Mad Max (George Miller, 1979)
658. Nosferatu - O vampiro da noite (Werner Herzog, 1979)

1980

659. Gente como a gente (Robert Redford, 1980)
660. Atlantic city (Louis Malle, 1980)
661. O último metrô (François Truffaut, 1980)
662. O iluminado (Stanley Kubrick, 1980)
663. Star wars V - o Império contra-ataca (Irvin Kershner, 1980)
664. O homem elefante (David Lynch, 1980)
665. Agonia e glória (Samuel Fuller, 1980)
666. Loulou (Maurice Pialat, 1980)
667. Apertem os cintos, ... (J. Abrahams - J. Zucker - D. Zucker, 1980)
668. Touro indomável (Martin Scorsese, 1980)
669. Os caçadores da Arca perdida (Steven Spielberg, 1981)
670. O barco, inferno no mar (Wolfgang Petersen, 1981)
671. Gallipoli (Peter Weir, 1981)
672. Carruagens de fogo (Hugh Hudson, 1981)
673. Corpos ardentes (Lawrence Kasdan, 1981)
674. Reds (Warren Beatty, 1981)
675. Um lobisomem americano em Londres (John Landis, 1981)
675. Pixote (Hector Babenco, 1981) [versão brasileira]
676. Três irmãos (Francesco Rosi, 1981)
677. O homem de ferro (Andrzej Wajda, 1981)
678. Too early, too late (Danièle Huillet - Jean-Marie Straub, 1981)
678. Eles não usam black-tie (Leon Hirszman, 1981) [versão brasileira]
679. Picardias estudantis (Amy Heckerling, 1982)
680. E.T. , o extraterrestre (Steven Spielberg, 1982)
681. O enigma do outro mundo (John Carpenter, 1982)
682. Poltergeist - o fenômeno (Tobe Hooper, 1982)
683. Blade Runner - o caçador de andróides (Ridley Scott , 1982)
684. A morte do demônio (Sam Raimi, 1982)
685. Tootsie (Sidney Pollack, 1982)
686. Yol (Serif Gören - Yilmaz Güney, 1982)
687. Quando os jovens se tornam adultos (Barry Levinson, 1982)
688. Fitzcarraldo (Werner Herzog, 1982)
689. Gandhi (Richard Attenborough, 1982)
690. A noite de São Lourenço (P. Taviani, V. Taviani, 1982)
691. Uma questão de silêncio (Marleen Gorris, 1982)
692. Uma história de Natal (Bob Clark, 1983)
693. El Norte (Gregory Nava, 1983)
694. Videodrome - a síndrome do vídeo (David Cronenberg, 1983)
695. Star wars VI - o retorno de Jedi (Richard Marquand, 1983)
696. O reencontro (Lawrence Kasdan, 1983)
697. Sem sol (Chris Marker, 1983)
698. O último combate (Luc Besson, 1983)
699. O dinheiro (Robert Bresson, 1983)
700. Utu (Geoff Murphy, 1983)
701. Laços de ternura (James L. Brooks, 1983)
702. O quarto homem (Paul Verhoeven, 1983)
703. O rei da comédia (Martin Scorsese, 1983)
704. Os eleitos (Phillip Kaufman, 1983)
705. Koyaanisqatsi - Uma vida fora de equilíbrio (Shohei Imamura, 1983)
706. Era uma vez na América (Sergio Leone, 1983)
707. Scarface (Brian De Palma, 1983)
708. A balada de Narayama (Shohei Imamura, 1983)
709. Amadeus (Milos Forman, 1984)
710. O exterminador do futuro (James Cameron, 1984)
711. Paris, Texas (Wim Wenders, 1984)
712. A hora do pesadelo (Wes Craven, 1984)
713. Spinal tap (Rob Reiner, 1984)
714. Um tira da pesada (Martin Brest, 1984)
714. Cabra marcado para morrer (Eduardo Coutinho, 1984) [versão brasileira]
715. Os caça-fantasmas (Ivan Reitman, 1984)
716. Passagem para a Índia (David Lean, 1984)
717. Estranhos no paraíso (Jim Jarmusch, 1984)
718. Os gritos do silêncio (Roland Joffé, 1984)
719. Um homem fora de série (Barry Levinson, 1984)
719. Memórias do cárcere (Nelson Pereira dos Santos, 1984) [versão brasileira]
720. O clube dos cinco (John Hughes, 1985)
721. Ran (Akira Kurosawa, 1985)
722. Vá e veja (Elem Klimov, 1985)
723. A história oficial (Luis Puenzo, 1985)
724. Entre dois amores (sidney Pollack, 1985)
725. A rosa púrpura do Cairo (Woody Allen, 1985)
726. De volta para o futuro (Robert Zemeckis, 1985)
727. Um tempo para viver, um tempo para morrer (Hou Hsiao-Hsien, 1985)
728. Brazil - o filme (Terry Gilliam, 1985)
729. O beijo da mulher aranha (Hector Babenco, 1985)
730. Terra tranquila (Geoff Murphy, 1985)
731. Mishima - Uma vida em quatro tempos (Paul Schrader, 1985)
732. A honra do poderoso Prizzi (John Huston, 1985)
733. Sem teto, nem lei (Agnès Varda, 1985)
734. Shoah (Claude Lanzmann, 1985)
735. A cor púrpura (Steven Spielberg, 1985)
736. Caçador de assassinos (Michael Mann, 1986)
737. Conta comigo (Rob Reiner, 1986)
738. Veludo azul (David Lynch, 1986)
739. Hannah e suas irmãs (Woody Allen, 1986)
740. Ela quer tudo (Spike Lee, 1986)
741. O declínio do império americano (Denys Arcand, 1986)
742. A mosca (David Cronenberg, 1986)
743. Aliens - o resgate (James Cameron, 1986)
744. Curtindo a vida adoidado (John Hughes, 1986)
745. Daunbailó (Jim Jarmusch, 1986)
746. Uma janela para o amor (James Ivory, 1986)
747. Filhos do silêncio (Randa Haines, 1986)
748. Platoon (Oliver Stone, 1986)
749. Caravaggio (Derek Jarman, 1986)
750. Tampopo (Juzo Itami, 1986)
751. Peking Opera Blues (Hark Tsui, 1986)
752. Salvador, o martírio de um povo (Oliver Stone, 1986)
753. Top Gun - ases indomáveis (Tony Scott, 1986)
754. Sherman's march (Ross McElwee, 1986)
755. The horse thief (Zhuangzhuang Tian, 1986)
756. Yellen - A luz (Souleymane Cisse, 1987)
757. Asas do desejo (Wim Wenders, 1987)
758. Projeto China 2 - a vingança (Jackie Chan, 1987)
759. A festa de Babette (Gabriel Axel, 1987)
760. Arizona nunca mais (Joel Coen - Ethan Coen, 1987)
761. Nascido para matar (Stanley Kubrick,1987)
762. Os desajustados (Bruce Robinson, 1987)
763. Bom dia, Vietnã (Barry Levinson, 1987)
764. Adeus, meninos (Louis Malle, 1987)
765. Nos bastidores da notícia (James L. Brooks, 1987)
766. Dona-de-casa (Bill Forsyth, 1987)
767. A Princesa prometida (Rob Reiner, 1987)
768. Feitiço da Lua (Norman Jewison, 1987)
769. Os intocáveis (Brian De Palma, 1987)
770. O sorgo vermelho (Yimou Zhang, 1987)
771. Os vivos e os mortos (John Huston, 1987)
772. Atração fatal (Adrian Lyne, 1987)
773. Uma história chinesa de fantasmas (Siu-Tung Ching, 1987)
774. Mulheres à beira de um ataque de nervos (P. Almodóvar, 1988)
775. O silêncio do lago (George Sluizer, 1988)
776. Sorte no amor (Ron Shelton, 1988)
777. Ariel (Aki Kaurismaki, 1988)
778. A tênue linha da morte (Errol Morris, 1988)
779. Akira (Katsuhiro Otomo, 1988)
780. Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988)
781. Hotel Terminus: The life and times of Klaus Barbie (M. Ophüls, 1988)
782. Um peixe chamado Wanda (Charles Crichton, 1988)
783. Corra que a polícia vem aí! (David Zucker, 1988)
784. Quero ser grande (Penny Marshall, 1988)
785. Ligações perigosas (Stephen Frears, 1988)
786. O túmulo dos vagalumes (Isao Takahata, 1988)
787. Paisagem na neblina (Theo Angelopoulos, 1988)
788. Decálogo (Krzysztof Kieslowski, 1988)
789. Duro de matar (John McTiernan, 1988)
790. Uma história do vento (Joris Ivens, 1988)
791. Uma cilada para Roger Rabbit (Robert Zemeckis, 1988)
792. Rain Man (Barry Levinson, 1988)
793. Um assunto de mulheres (Claude Chabrol, 1988)
794. Afogando em números (Peter Greenaway, 1988)
795. Alice (Jan Svankmajer, 1988)
795. Ilha das flores (Jorge Furtado, 1989) [versão brasileira]
796. Batman (Tim Burton, 1989)
797. Harry e Sally - feitos um para o outro (Rob Reiner, 1989)
798. Crimes e pecados (Woody Allen, 1989)
799. O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante (P. Greenaway, 1989)
800. Drugstore cowboy (Gus Van Sant, 1989)
801. Meu pé esquerdo (Jim Sheridan, 1989)
802. O matador (John Woo, 1989)
803. Faça a coisa certa (Spike Lee, 1989)
804. Roger & Eu (Michael Moore, 1989)
805. Tempo de glória (Edward Zwick, 1989)
806. Síndrome astênica (Kira Muratova, 1989)
807. Sexo, mentiras e videotape (Steven Soderbergh, 1989)
808. Digam o que quiserem (Cameron Crowe, 1989)
809. A incrível verdade (Hal Hartley, 1989)
810. A cidade das tristezas (Hou Hsiao-Hsien, 1989)

1990

811. No fear, no die (Claire Denis, 1990)
812. O reverso da fortuna (Barbet Schroeder, 1990)
813. Os bons companheiros (Martin Scorsese, 1990)
814. Alucinações do passado (Adrian Lyne, 1990)
815. O rei de Nova York (Abel Ferrara, 1990)
816. Dança com lobos (Kevin Costner, 1990)
817. Filhos da guerra (Agnieszka Holland, 1990)
818. Uma linda mulher (Garry Marshall, 1990)
819. Arcanjo (Guy Maddin, 1990)
820. Confiança ( Hal Hartley, 1990)
821. Close-up (Abbas Kiarostami, 1990)
822. Edward mãos de tesoura (Tim Burton, 1990)
823. Henry - o retrato de um assassino (John McNaughton, 1990)
824. O vingador do futuro (Paul Verhoeven, 1990)
825. Era uma vez na China (Hark Tsui, 1991)
826. Os donos da rua (John Singleton, 1991)
827. Lanternas vermelhas (Yimou Zhang, 1991)
828. Delicatessen (Marc Caro - Jean-Pierre Jeunet, 1991)
829. A brighter summer day (Edward Yang, 1991)
830. Mistérios e paixões (David Cronenberg, 1991)
831. A bela intrigante (Jacques Rivette, 1991)
832. O juízo final (Michael Tolkin, 1991)
833. Garotos de programa (Gus Van Sant, 1991)
834. Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
835. Exterminador do futuro 2 (James Cameron, 1991)
836. O silêncio dos inocentes (Jonathan Demme, 1991)
837. JFK - a pergunta que não quer calar (Oliver Stone, 1991)
838. Slacker (Richard Linklater, 1991)
839. Tongues untied (Marlon Riggs, 1991)
840. Francis Ford Coppola - O Apocalipse de um cineasta (F. Bahr, G. Hickenlooper, E. Coppola,1991)
841. A dupla vida de Veronique (Krzysztof Kieslowski, 1991)
842. Vem dançar comigo (Baz Luhrmann, 1992)
843. O jogador (Robert Altman, 1992)
844. Cães de aluguel (Quentin Tarantino, 1992)
845. Skinheads - A força branca (Geoffrey Wright, 1992)
846. O sucesso a qualquer preço (James Foley, 1992)
847. Os imperdoáveis (Clint Eastwood, 1992)
848. Aileen Wuornos - The selling of a serial killer (Nick Broomfield, 1992)
849. Conto de inverno (Eric Rohmer, 1992)
850. The actress (Stanley Kwan, 1992)
851. Aconteceu perto da sua casa (A. Bonzel - B. Poelvoorde - R. Belvaux, 1992)
852. Traídos pelo desejo (Neil Jordan, 1992)
853. Adeus, minha concubina (Kaige Chen, 1993)
854. Feitiço do tempo (Harold Ramis, 1993)
855. O gênio e excêntrico Glenn Gould (François Girard, 1993)
856. Short cuts - cenas da vida (Robert Altman, 1993)
857. Filadélfia (Jonathan Demme, 1993)
858. Mestre das marionetes (Hou Hsiao-Hsien, 1993)
859. Jurassic Park - parque dos dinossauros (Steven Spielberg, 1993)
860. A liberdade é azul (Krzysztof Kieslowski, 1993)
861. O piano (Jane Campion, 1993)
862. O sonho azul (Zhuangzhuang Tian, 1993)
863. O banquete de casamento (Ang Lee, 1993)
864. A lista de Schindler (Steven Spielberg, 1993)
865. Priscilla, a Rainha do deserto (Stephan Elliott, 1994)
866. A fraternidade é vermelha (Krzysztof Kieslowski, 1994)
867. Basquete Blues (Steve James, 1994)
868. Forrest Gump - o contador de histórias (Robert Zemeckis, 1994)
869. O Rei leão (Rob Minkoff - Roger Allers, 1994)
870. O balconista (Kevin Smith, 1994)
871. Quatro casamentos e um funeral (Mike Newell, 1994)
872. Assassinos por natureza (Oliver Stone, 1994)
873. O poder da sedução (John Dahl, 1994)
874. Pulp fiction - tempo de violência (Quentin Tarantino, 1994)
875. Um sonho de liberdade (Frank Darabont, 1994)
876. Rosas selvagens (André Téchiné, 1994)
877. Amores expressos (Kar-Wai Wong, 1994)
878. Crumb (Terry Zwigoff, 1994)
879. Sátántangó (Béla Tarr, 1994)
880. Através das oliveiras (Abbas Kiarostami, 1994)
881. Almas gêmeas (Peter Jackson, 1994)
882. Caro diário (Nanni Moretti, 1994)
883. O casamento de Muriel (P.J. Hogan, 1994)
884. O Reino (Lars Von Trier, 1994)
885. Babe, o porquinho atrapalhado (Chris Noonan, 1995)
886. Deseret (James Benning, 1995)
887. Coração valente (Mel Gibson, 1995)
888. A salvo (Todd Haynes, 1995)
889. Toy story (John Lasseter, 1995)
890. Cassino (Martin Scorsese, 1995)
891. Fogo contra fogo (Michael Mann, 1995)
892. Zero Kelvin - Sem limites (Hans Petter Moland, 1995)
893. As Patricinhas de Beverly Hills (Amy Heckerling, 1995)
894. Cortina de fumaça (Wayne Wang, 1995)
895. O balão branco (Jafar Panahi, 1995)
896. Seven - os sete crimes capitais (David Fincher, 1995)
897. Underground - mentiras de guerra (Emir Kusturica, 1995)
898. The brave heart will take the bride (Aditya Chopra, 1995)
899. Entre a inocência e o crime (Anh Hung Tran, 1995)
900. Os suspeitos (Bryan Singer, 1995)
901. Dead man (Jim Jarmusch, 1995)
902. Fargo - uma comédia de erros (Joel Coen - Ethan Coen, 1996)
903. Três vidas e uma só morte (Raoul Ruiz, 1996)
904. Shine - Brilhante (Scott Hicks, 1996)
905. Ondas do destino (Lars Von Trier, 1996)
906. Independence day (Roland Emmerich, 1996)
907. Segredos e mentiras (Mike Leigh, 1996)
908. Gabbeh (Mohsen Makhmalbaf, 1996)
909. A estrela solitária (John Sayles, 1996)
910. Trainspotting - sem limites (Danny Boyle, 1996)
911. Pânico (Wes Craven, 1996)
912. O paciente inglês (Anthony Minghella, 1996)
913. Los Angeles - cidade proibida (Curtis Hanson, 1997)
914. Tempestade de gelo (Ang Lee, 1997)
915. O doce amanhã (Atom Egoyan, 1997)
916. Violência gratuita (Michael Haneke, 1997)
917. Gosto de cereja (Abbas Kiarostami, 1997)
918. Preso na escuridão (Alejandro Amenábar, 1997)
919. Titanic (James Cameron, 1997)
920. Festa de família (Thomas Vinterberg, 1998)
921. O resgate do soldado Ryan (Steven Spielberg, 1998)
922. Buffalo '66 (Vincent Gallo, 1998)
923. Três é demais (Wes Anderson, 1998)
924. Corra, Lola, corra (Tom Tykwer, 1998)
925. Pi (Darren Aronofsky, 1998)
926. Felicidade (Todd Solondz, 1998)
927. Além da linha vermelha (Terrence Mallick, 1998)
928. Ringu - o primeiro chamado (Hideo Nakata, 1998)
928. Central do Brasil (Walter Salles, 1998) [versão brasileira]
929. Magnólia (Paul Thomas Anderson, 1999)
930. Bom trabalho (Claire Denis, 1999)
931. A entrevista (Takashi Miike, 1999)
932. A bruxa de Blair (Daniel Myrick - Eduardo Sánchez, 1999)
933. Três reis (David Russel, 1999)
934. Tudo sobre minha mãe (Pedro Almodóvar, 1999)
935. Clube da luta (David Fincher, 1999)
936. Quero ser John Malkovich (Spike Jonze, 1999)
937. Beleza americana (Sam Mendes, 1999)
938. Matrix (Andy Wachowski - Larry Wachowski, 1999)
939. O sexto sentido (M. Night Shyamalan, 1999)

2000

0940. Os catadores e eu (Agnès Varda, 2000)
0941. Amor à flor da pele (Kar-Wai Wong, 2000)
0942. Gladiador (Ridley Scott, 2000)
0943. O dia do perdão (Amos Gitai, 2000)
0944. As coisas simples da vida (Edward Yang, 2000)
0945. Réquiem para um sonho (Darren Aronofsky, 2000)
0946. Amores brutos (Alejandro González Iñárritu, 2000)
0947. O tigre e o dragão (Ang Lee, 2000)
0948. Dançando no escuro (Lars Von Trier, 2000)
0949. Amnésia (Christopher Nolan, 2000)
0950. A caminho de Kandahar (Mohsen Makhmalbaf, 2001)
0951. A viagem de Chihiro (Hayao Miyazaki, 2001)
0952. Terra de ninguém (Danis Tanovic, 2001)
0953. O senhor dos anéis (Trilogia):
0953. A irmandade do anel (Peter Jackson, 2001)
0953. As duas torres (Peter Jackson, 2002)
0953. O retorno do Rei (Peter Jackson, 2003)
0954. Distante (Nuri Bilge Ceylan, 2002)
0955. O pianista (Roman Polanski, 2002)
0956. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)
0957. Fale com ela (Pedro Almodóvar, 2002)
0958. A melhor juventude (Marco Tulio Giordana, 2003)
0959. Oldboy (Chan-wook Park, 2003)
0960. Kill Bill vol. 1 (Quentin Tarantino, 2003)
0961. Adeus, Lênin! (Wolfgang Becker, 2003)
0962. Contra a parede (Fatih Akin, 2004)
0963. A queda - as últimas horas de Hitler (Oliver Hirschbiegel, 2004)
0964. A paixão de Cristo (Mel Gibson, 2004)
0965. Paradise Now (Hany Abu-Assad, 2005)
0966. O segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2006)
0967. Infância roubada (Gavin Hood, 2005)
0968. Pequena Miss Sunshine ( Jonathan Dayton - Valerie Faris, 2006)
0969. A vida dos outros (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006)
0970. Apenas uma vez (John Carney, 2006)
0971. Os infiltrados (Martin Scorsese, 2006)
0972. O labirinto do fauno (Guillermo del Toro, 2006)
0973. Borat (Larry Charles, 2006)
0974. Apocalypto (Mel Gibson, 2006)
0975. O escafandro e a borboleta (Julian Schnabel, 2007)
0976. Piaf, um hino ao amor (Olivier Dahan, 2007)
0977. Onde os fracos não tem vez (Ethan Coen - Joel Coen, 2007)
0978. Sangue negro (Paul Thomas Anderson, 2007)
0979. Atividade paranormal (Oren Peli, 2007)
0980. Os invencíveis (Ji-woon Kim, 2008)
0981. Batman - o cavaleiro das trevas (Christopher Nolan, 2008)
0982. Gomorra (Matteo Garrone, 2008)
0983. Quem quer ser um milionário? (Danny Boyle, 2008)
0984. Anvil! A história de Anvil (Sacha Gervasi, 2008)
0985. Deixa ela entrar (Tomas Alfredson, 2008)
0986. Guerra ao terror (Kathryn Bigelow, 2008)
0987. Se beber, não case (Todd Phillips, 2009)
0988. Avatar (James Cameron, 2009)
0989. Aquário (Andrea Arnold, 2009)
0990. A fita branca (Michael Haneke, 2009)
0991. Bastardos inglórios (Quentin Tarantino, 2009)
0992. Distrito 9 ( Neill Blomkamp, 2009)
0993. In the loop (Armando Iannucci
, 2009)

2010

0994. Monstros (Gareth Edwards, 2010)
0995. Homens e Deuses (Xavier Beauvois, 2010)
0996. Cisne Negro (Darren Aronofsky, 2010)
0997. Quatro leões (Christopher Morris, 2010)
0998. A rede social (David Fincher, 2010)
0999. A Origem (Christopher Nolan, 2010)
1000. O discurso do Rei (Tom Hooper, 2010)
1001. Bravura indômita (Ethan Coen - Joel Coen, 2010)


VERSÕES ANTERIORES

 
Estão inclusos também os filmes que estiveram nas edições anteriores desta lista. São eles: 

Reimpressão (2004):

Adaptação (Spike Jonze, 2002)
Longe do paraíso (Todd Haynes, 2002)

2ª Edição (2005):

O turista acidental (Lawrence Kasdan, 1988)
Drácula de Bram Stoker (Francis Ford Coppola, 1992)
O mistério de Candyman (Bernard Rose, 1992)
A época da inocência (Martin Scorsese, 1993)
Estranhos prazeres (Kathryn Bigelow, 1995)
O livro de cabeceira (Peter Greenaway, 1996)
Kundun (Martin Scorsese, 1997)
Jogos, trapaças e dois canos fumegantes (Guy Ritchie, 1998)
Attack the gas station (Sang-Jin Kim, 1999)
De olhos bem fechados (Stanley Kubrick, 1999)
E aí, meu irmão, cadê você? (Ethan Coen - Joel Coen, 2000)
A.I. - Inteligência artificial (Steven Spielberg, 2001)
Chicago (Rob Marshall, 2002)

3ª Edição (2006):

Tetsuo - o homem de ferro (Shinya Tsukamoto, 1989)
Fast, cheap & out of control (Errol Morris, 1997)
Gangues de Nova York (Martin Scorsese, 2002)
Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)
Herói (Yimou Zhang, 2002)
Arca russa (Aleksandr Sokurov, 2002)
As invasões bárbaras (Denys Arcand, 2003)
Kill Bill vol. 2 (Quentin Tarantino, 2004)
A paixão de Cristo (Mel Gibson, 2004)
Colateral (Michael Mann, 2004)
O aviador (Martin Scorsese, 2004)
Menina de ouro (Clint Eastwood, 2004)

4ª Edição (2007):

O vento nos levará (Abbas Kiarostami, 1999)
Nove rainhas (Fabián Bielinsky, 2000)
A prisioneira (Chantal Akerman, 2000)
As ruas de Casablanca (Nabil Ayouch, 2000)
Signos & Desejos (Jonathan Nossiter, 2000)
A hora da partida (Ming-liang Tsai, 2001)
E sua mãe também (Alfonso Cuarón, 2001)
O quarto do filho (Nanni Moretti, 2001)
Um casamento à indiana (Mira Nair, 2001)
Para minha irmã (Catherine Breillat, 2001)
Cidade dos sonhos (David Lynch, 2001)
Fale com ela (Pedro Almodóvar, 2002)
Eterno amor (Jean-Pierre Jeunet, 2004)
Caché (Michael Haneke, 2005)

5ª Edição (2008):

Desconstruindo Harry (Woody Allen, 1997)
Mãe e filho (Aleksandr Sokurov, 1997)
O grande Lebowski (Ethan Coen - Joel Coen, 1998)
Os idiotas (Lars Von Trier, 1998)
Sombra (Philippe Grandrieux, 1998)
Tabu (Nagisa Oshima, 1999)
Rosetta (Jean-Pierre Dardenne - Luc Dardenne, 1999)
O tempo redescoberto (Raoul Ruiz, 1999)
A professora de piano (Michael Haneke, 2001)
Ônibus 174 (José Padilha, 2002)
Encontros e desencontros (Sofia Coppola, 2003)
O jardineiro fiel (Fernando Meirelles, 2005)
O grande truque (Christopher Nolan, 2006)
Vôo United 93 (Paul Greengrass, 2006)
Filhos da esperança (Alfonso Cuarón, 2006)
O último rei da Escócia (Kevin Macdonald, 2006)
Babel (Alejandro González Iñárritu, 2006)
Volver (Pedro Almodóvar, 2006)

6ª Edição (2009):

Entrando numa fria (Jay Roach, 2000)
Lantana (Ray Lawrence, 2001)
Os excêntricos Tenenbaums (Wes Anderson, 2001)
Geração roubada (Phillip Noyce, 2002)
A casa vazia (Ki-duk Kim, 2004)
A paixão de Cristo (Mel Gibson, 2004)
Um herói do nosso tempo (Radu Mihaileanu, 2005)
Apocalypto (Mel Gibson, 2006)
A Rainha (Stephen Frears, 2006)
Na natureza selvagem (Sean Penn, 2007)

7º Reimpressão (2009):

Fanny e Alexander (Ingmar Bergman, 1982)
O fabuloso destino de Amélie Poulain (J.-P. Jeunet, 2001)
Sideways - entre umas e outras (Alexander Payne, 2004)
Crash - no limite (Paul Haggis, 2005)
O hospedeiro (Joon-ho Bong, 2006)
Desejo e reparação (Joe Wright, 2007)
Surfwise (Doug Pray, 2007)
O ultimato Bourne (Paul Greengrass, 2007)
O curioso caso de Benjamin Button (David Fincher, 2008)
Entre os muros da escola (Laurent Cantet, 2008)
WALL-E (Andrew Stanton, 2008)

Edição 2010

Felizes juntos (Kar-Wai Wong, 1997)
Princesa Mononoke (Hayao Miyazaki, 1997)
Nó na garganta (Neil Jordan, 1997)
Boogie Nights - Prazer sem limites (Paul T. Anderson, 1997)
Quem vai ficar com Mary? (B. Farrelly - P. Farrelly, 1998)
Traffic (Steven Soderbergh, 2000)
Moulin rouge - Amor em vermelho (Baz Luhrmann, 2001)
Irreversível (Gaspar Noé, 2002)
Fahrenheit 11 de Setembro (Michael Moore, 2004)
O lutador (Darren Aronofsky, 2008)
Educação (Lone Scherfig, 2009)
Preciosa - uma história de esperança (Lee Daniels, 2009)

VERSÃO HOLANDESA

Fanfare (Bert Haanstra, 1958)
Als twee druppels water (Fons Rademakers, 1963)
A flight of rainbirds (Ate de Jong, 1981)
O elevador assassino (Dick Maas, 1983)
Abel (Alex van Warmerdam, 1986)
O ataque (Fons Rademakers, 1986)
A excêntrica família de Antônia (Marleen Gorris, 1995)
Minha amada irmã (Robert Jan Westdijk, 1995)
Caráter (Mike van Diem, 1997)
Mexilhões selvagens (Erik de Bruyn, 2000)
Irmãs gêmeas (Ben Sombogaart, 2002)


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(*) Steven Jay Schneider é crítico de cinema, pesquisador e produtor com formação acadêmica em Filosofia pela Harvard University e em Cinema pela New York University. Ele é editor de 1001 Filmes You Must See Before You Die, 101 Movies You Must See Before You Die e 101 ... Movies You Must See Before You Die, todos da editora Barron's Books. Ele também é o autor e editor de muitos outros livros sobre cinema.

Mais listas do autor Steven Jay Schneider :

> 101 Filmes de Ação Para Ver Antes De Morrer
> 101 Filmes Cult Para Ver Antes De Morrer
> 101 Filmes de Ficção-Científica para Ver Antes de Morrer
> 101 Filmes de Gangster Para Ver Antes De Morrer
> 101 Filmes de Guerra Para Ver Antes de Morrer
> 101 Filmes de Terror Para Ver Antes de Morrer
> 501 Diretores
> 501 Estrelas do Cinema

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Livro em versão em PDF do livro [capa Indiana Jones / Português]:
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Filmes do mês: agosto 2012

São atualizados no decorrer do mês.

18T-"Dramas adolescentes" de Adam Salky 2009 EUA (2)
17T-"O sequestro do metrô"de Tony Scott 2009 EUA/Inglaterra (2)
16T-"Professora sem classe" de Jake Kasdan 2011 EUA (2)
15T-"Querido John" de Lasse Hallström 2010 EUA (2)
14T-"Planeta dos Macacos: A origem" de Rupert Wyatt 2011 EUA (3)
13T-"O enigma da pirâmide" de Barry Levinson 1985 EUA (3)
12T-"Matadores de velhinhas" dos Irmãos Coen 2004 EUA (3)
11T-"Os vampiros que se mordam" de Jason Friedberg e Aaron Seltzer 2010 EUA (0)
10T-"Eu queria ter a sua vida" de David Dobkin 2011 EUA (2)
09T-"Os pinguins do papai" de Mark Waters 2011 EUA (2)
08D-"Paris, te amo" de Vários Diretores FRA 2006 (4)*
07T-"American Pie 2 - A segunda vez é ainda melhor" de James B. Rogers 2001 EUA (3)
06T-"Confiar" de David Schwimmer 2010 EUA (3)
05T-"Capitão América: O primeiro vingador" de Joe Johnston 2011 EUA (2)
04C-"E aí...comeu?!" de Felipe Joffily 2012 BRASIL (2)
03C-"Batman - O cavaleiro das trevas ressurge" de Cristopher Nolan 2012 EUA (1)
02T-"Bom apetite" de David Pinillos 2010 SUI, ALE, ESP (3)
01T-"Em boa companhia" de Paul Weitz 2004 EUA (3)*

*Filmes Revistos

Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano + país
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)

Notas:
(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)

terça-feira, 31 de julho de 2012

Exposição: "Georges Méliès, o Mágico do Cinema"



A trajetória do francês Georges Meliés e de suas invenções revolucionárias no cinema podem ser vistas na exposição "Georges Méliès, o Mágico do Cinema" no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, até 16 de setembro.

Além de cartazes, figurinos e desenhos originais, a organização criou um espaço interativo com roupas e cenários para os visitantes soltarem a criatividade e criarem filmes de 30 segundos.

George Meliés era muito detalhista e desenhava cada cena antes de gravar. Na exposição, o visitante vai poder acompanhar o passo a passo das ideias criativas do artista e assistir a um dos filmes mais famosos do francês: “A Viagem à Lua".

Meliés fez mais de 500 filmes, mas boa parte do material foi perdida. A exposição traz 11 deles – mas é o suficiente para curtir o trabalho de alguém que sempre esteve à frente do seu tempo.

O artista foi muito lembrado recentemente porque foi personagem do filme "A Invenção de Hugo Cabret". Na história, ele é um inventor de efeitos especiais num tempo em que o cinema nem sonhava com tanta tecnologia. A ficção representa bem o que foi Meliés na vida real. O cinema colorido foi desenvolvido só na decada de 30, mas bem antes o artista também inovou pintando os negativos a mão.

Georges Méliès, o Mágico do Cinema
Museu da Imagem e Som. 
Avenida Europa, 158, Jardim Europa.
Fone: (11) 2117-4777.
De terças a sextas, das 12h às 21h; 
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. 
R$ 4. Até o dia 16 de setembro.

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Fonte aqui.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Clube do Professor: agosto

O Clube do Professor apresenta uma programação que aposta na diversidade, incluindo obras de todas as nacionalidades, filmes inéditos, clássicos e do circuito comercial. O objetivo é ampliar o universo cinematográfico do professor, visando o prazer de ver um bom filme em uma sala especializada, sem o compromisso de um trabalho pedagógico imediato à experiência cinematográfica.

A entrada é gratuita para o portador da carteirinha do Clube do Professor e um acompanhante. É necessário apresentar o RG com a carteirinha. O acompanhante deverá estar presente para obter a sua cortesia.

Consulte este link para mais informações.


04/08
E aí...comeu? 14h40 OK

Sala 5
 
11/08
Valente 14h Já VISTO

Sala 3

18/08
?

25/08
360 Não!
Florianópolis - Sala 2 - 14h

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Clube do Professor


Ontem eu peguei minha carteirinha do Clube do Professor e fiquei entusiasmada para as sessões de cinema do mês!! Poderei assistir um filme diferente todo sábado, totalmente de graça e ainda levar um acompanhante!!! Não é demais?!!!

Se você é professor e ainda não fez sua carteirinha, corre pro site e se cadastre!!!!

Aqui em Floripa, as sessões gratuitas ocorrem todo sábado no Espaço Unibanco do Beiramar Shopping. Para conferir os filmes e programação do mês, basta entrar no site

Para dar uma forcinha, todo mês irei publicar a programação e comentar os filmes que mais gostei aqui no blog, ok?!

Abaixo segue a programação de JULHO:

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O Clube do Professor apresenta uma programação que aposta na diversidade, incluindo obras de todas as nacionalidades, filmes inéditos, clássicos e do circuito comercial. O objetivo é ampliar o universo cinematográfico do professor, visando o prazer de ver um bom filme em uma sala especializada, sem o compromisso de um trabalho pedagógico imediato à experiência cinematográfica.

A entrada é gratuita para o portador da carteirinha do Clube do Professor e um acompanhante. É necessário apresentar o RG com a carteirinha. O acompanhante deverá estar presente para obter a sua cortesia.

Consulte este link para mais informações.

07/07
Para Roma com Amor
Florianópolis - Sala 1 - 13h30

14/07
A Era do Gelo 4 - OK
Florianópolis - Sala 2 - 13h40

21/07
Na Estrada - OK

Florianópolis - Sala 4 - 13h30

28/07
Valente - OK (outro dia)

Florianópolis - Sala 4 - 13h20

sexta-feira, 6 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Filmes do mês: julho 2012

São atualizados no decorrer do mês.


18T-"Johnny e June" de James Mangold 2005 EUA (3)
17T-"Tous leis soleil" de Philippe Claudel 2011 FRANÇA (3)
16T-"O cruzeiro" de Pascale Pouzadoux 2010 FRANÇA (3)
15T-"Laços de ternura" de James L. Brooks 1983 EUA (3)
14T-"A rainha do castelo de ar" de Daniel Alfredson 2009 SUÉCIA (4)
13T-"Adorável pecadora" de George Cukor 1960 EUA (3)
12T-"O dia em que eu não nasci" de Florian Micoud Cossen ALE/ARG 2010 (3)
11T-"A onda" de Dennis Gansel 2008 ALEMANHA (4)
10C-"Na estrada" de Walter Salles 2012 EUA, França, Reino Unido (3)
09T-"Monster - Desejo assassino" de Patty Jenkins 2003 EUA (3)*
08C-"Valente" de Brenda Chapman 2012 EUA (3)
07D-"Danton - Processo da Revolução" de Andrzej Wajda 1982 FRANÇA (2)
06C-"A era do gelo 4" de Steve Martino, Mike Thurmeier 2012 EUA (3)
05T-"Hanna" de Joe Wright 2011 Reino Unido/Alemanha/EUA (3)
04D-"1984" de Michael Radford 1984 INGLATERRA (3)
03T-"O filme dos espíritos" de André Marouço, Michel Dubret 2011 BRASIL (1)
02T-"A última casa" de Dennis Iliadis 2008 EUA (1)
01T-"Brilho eterno de uma mente sem lembranças" de Michel Gondry 2004 EUA (2)

*Filmes Revistos

Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano + país
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)

Notas:
(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

16º FAM - 2012


Além de participar da Oficina de Criação Transmídia, também pude prestigiar alguns trabalhos interessantes nas mostras de curtas do FAM 2012. Seguem algumas impressões:

(em breve)

Mostra Infanto-Juvenil 

Mi primer Mundo - Documentário

Zimbú - animação em computação gráfica BRASIL

O Reino de Chocolate - animação em stop motion BRASIL

Capitão do mangue - Documentário/ficção com participação de crianças BRASIL

Bud´s songs time - animação em computação gráfica BRASIL

Lápis de cor - ficção BRASIL

Mostra de Curtas Mercosul 

Ribeirinhos do asfalto - ficção BRASIL

El Hombre que estaba entre la gente - ficção

Imperfeito - ficção BRASIL

Quando morremos a noite - ficção BRASIL

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Filmes do mês: junho 2012

São atualizados no decorrer do mês. 

13T-"Killshot - tiro certo" de John Madden 2008 EUA (1)
12T-"Bonequinha de luxo" de Blake Edwards 1961 EUA (3)
11T-"A casa das coelhinhas" de Fred Wolf 2008 EUA (1)
10C-Mostra Infanto-Juvenil do FAM 2012 (3)
09C-Mostra de Curtas Mercosul do FAM 2012 (3)
08T-"Homem de ferro 2" de Jon Favreau 2010 EUA (2)
07T-"Homem de ferro" de Jon Favreau 2010 EUA (2)
06T-"A inquilina" de Antti Jokinen 2011 EUA (3)
05L-"Um conto chinês" de Sebastián Borensztein 2011 ARG (3)
04C-"Os vingadores" de Joss Whedon 2012 EUA (3)
03C-"Branca de neve e o caçador" de Rupert Sanders 2012 EUA (2)

02T-"Os outros caras" de Adam McKay 2010 EUA (0)*
01T-"Rocky IV" de Sylvester Stallone 1985 EUA (1)

*Filmes Revistos 

Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano.
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)


Notas:

(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

"Dois Coelhos" de Afonso Poyart 2012


Como fazer um filme de ação e romance, sobre corrupção e criminalidade no Brasil, sem se repetir?! 

Talvez excluindo quase toda crítica social e explorando ao máximo todos os recursos tecnológicos disponíveis em equipamentos de alta resolução e da computação gráfica de (muita) qualidade na pós-produção.

 

Há muito tempo o Brasil tenta competir no mercado cinematográfico, buscando uma identidade própria ou na maioria das vezes, reproduzindo os clichês dos filmes hollywoodianos, mas sem os mesmos recursos e qualidade técnica, como podemos observar no fraquíssimo "Segurança Nacional" de Roberto Carminati (2010), as tentativas acabam falhando e desperdiçando 'nosso' dinheiro em produções de baixa qualidade e pobreza cultural.

Se "Tropa de Elite 1 e 2" de José Padilha e "Cidade de Deus" de Fernando Meirelles conseguiram (com sucesso) unir ação, crítica social e autenticidade, ao tratar da violência urbana, presente no cinema nacional desde o início, com "Os estranguladores" de Francisco Marzullo (1908),  "Dois Coelhos" foge da crítica social, mas abusa dos efeitos especiais e da estética vídeogame para contar uma história de forma dinâmica. Qualidade estética não falta e acaba dando conta de uma narrativa confusa e superficial.


A trama não-linear é protagonizada pelo perturbado Edgar (Fernando Alves Pinto), que narra
sua vontade de combater a corrupção (presente na maioria do poder público e sistema de justiça) e a crimilidade (e suas vítimas diárias) que o rodeia em único 'plano de ação', numa espécie de 'justiça com as próprias mãos'.

Aos poucos (através de narração e grafismos super dinâmicos) vamos descobrindo a relação entre os personagens (político corrupto, advogado criminal, bando, etc), e a ligação de Edgar com a promotora Julia (Alessandra Negrini), envolvida com criminosos, extremamente ambiciosa e vítima da síndrome do pânico.


Essa síndrome do pânico recebe uma atenção especial no filme (a produção e pós-produção levaram 5 meses), ao ser descrita visualmente de forma simbólica e surrealista, onde a personagem luta contra 'bichinhos' meigos e assustadores, como o próprio medo humano.

Além disto, para que as cenas de ação criem expectativa, a super câmera lenta, no estilo 'bullet time' (Matrix) foi incorporada em diversas cenas de tiroteio e acidentes automobilísticos. Retardar a imagem em cenas de ação para criar expectativa, sempre representou sucesso garantido, desde a seqüência da "escadaria de Odessa" no filme "O encouraçado Potemkin" de Serguei Eisenstein (1925).

Se algo da história não fica claro momentaneamente, o diretor e autor Afonso Poyart, experiente em vídeos publicitários, reforça explicações para que nenhum espectador fique confuso, o que empobrece sua proposta fílmica.

Não posso negar que o filme é atrativo e dinâmico, e nem afirmar que é totalmente previsível, mas todo filme que se 'explica', acaba também se enfraquecendo. Porém isso não é motivo suficiente para desmerecer um filme que merece ser comemorado, já que abre as portas para um "novo" cinema nacional e as possibilidades da pós-produção em computação gráfica, efeitos especiais bem feitos, com absoluta qualidade!

Poyart mostrou que é possível fazer um filme de ação bem feito, com extrema qualidade, criativo, autêntico, sem abusar tanto dos clichês narrativos, usando idas e vindas narrativas (receita de sucesso da série LOST), contar com um elenco de peso com ótimas atuações (realistas, orgânicas e improvisadas) e explorar novas tecnologias em sua própria estética visual. A presença do vídeogame, dos grafismos e da história em quadrinhos são o grande diferencial desta proposta fílmica.

Para o que se propõe, sendo o primeiro longa do diretor, acho o filme excepcional e competente, ainda que se renda aos padrões mercadológicos e sirva como cartão postal para o cinema hollywoodiano (seus direitos foram comprados por algum estúdio no início do mês), mas sua qualidade e inovação estética são inegáveis e portanto ele se torna essencial em qualquer repertório de espectador interessado e sedento por "novidades"!! =)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

"Lixo extraordinário" de Lucy Walker 2010

 
Vik Muniz é um artista plástico (brasileiro e paulistano) fantástico, que busca encontrar arte nas banalidades cotidianas, envolvendo os personagens (reais) que o rodeiam em suas criações, sejam elas feitas de açúcar, calda de chocolate ou 'lixo reciclado'.

"Lixo extraordinário" é um documentário sobre o projeto social que ele desenvolveu com catadores de lixo no aterro do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ) – considerado o maior da América Latina, resultando em painéis fotográficos que rodaram o mundo e (alguns) vendidos, reverteram-se financeiramente e socialmente para a comunidade local.

Numa construção clássica, através de entrevistas, depoimentos e registros visuais, conhecemos um pouco do passado de Vik e sua motivação artística em transformar o outro através da sua arte e seu processo criativo. 


Além de Vik, conhecemos também os protagonistas de suas criações, marginalizados pela sociedade e com suas histórias comoventes. Seu envolvimendo na confecção das instalações de Vik mostraram uma verdadeira transformação interior, com a elevação da auto-estima e do seu reconhecimento no mundo. Ver beleza onde não parecia haver. Enxergar a si mesmo, quando parecia não haver nada para enxergar.

Enquanto documentário, não vejo nada de inovador em sua linguagem, mas o tema é encantador e faz o espectador refletir sobre si mesmo e o mundo, tão desconhecido e inexplorado, ao seu redor.

Talvez a grande mensagem seja essa, reconhecer-se no outro e reconhecer que mesmo no lixo, no nada, no banal, existe beleza, existe arte, existe delicadeza!

Filmes do mês: maio 2012

São atualizados no decorrer do mês. 


10C-"Paraísos artificiais" de Marcos Prado 2012 BRASIL (3)
09T-"Morangos silvestres" de Ingmar Bergman 1957 SUÉCIA (3)
08T-"Amizade colorida" de Will Gluck 2011 EUA (2)

07T-"Muita calma nessa hora" de Felipe Joffily 2010 BRASIL (0)
06L-"Millenium - A menina que brincava com fogo" de Daniel Alfredson 2012 SUÉCIA (3) 

05L-"Dois Coelhos" de Afonso Poyart 2012 BRASIL (3)
04T-"X-men: Primeira Classe" de Matthew Vaughan 2011 EUA (1)
03C-"Battleship – A Batalha dos Mares" de Peter Berg 2012 EUA (1)
02L-"Lixo extraordinário" de Lucy Walker 2010 BRASIL (3)
01L-"Assalto ao banco central" de Marcos Paulo 2011 BRASIL (1)


*Filmes Revistos 

Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano.
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)


Notas:

(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Top 5 - Vídeo-montagens!!

Hoje é sexta-feira e resolvi postar as 5 vídeo-montagens que eu mais gosto!!! Sou apaixonada por edição e por cinema, então AMO essa mistura fantástica que só um editor muito criativo é capaz de fazer!! =)

Montagens pra animar, fazer rir ou emocionar...são todas uma bela homenagem ao cinema e à arte de iludir!!! =) Amo demais!

Anime-se! É sexta-feira!!! =)

1. Dancing at The Movies


2. Comercial Megapix - Dança do Créu


3. Looking at you


4. Comercial Telecine - Samba


5. Chaplin Stereo Love


Extra: Uma linda história de amor by Ally Collaço! 

Essa eu fiz pro meu casamento, durante a tradicional 'valsa' dos recém-casados!!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O feitiço virou contra o feiticeiro?


“Quem nunca coloca a televisão num canal comercial, nas noites de canseira, quando não agüenta mais ser culto, cinéfilo e esteticamente correto?” (Bergala, 2008, p.69)

Exatamente! Às vezes estamos cansados de pensar, refletir, raciocinar e resolvemos 'anestesiar' nossas mentes com programas de televisão. A maior parte da grade de programação da TV aberta no horário nobre, principalmente nos finais de semana, quando as pessoas assistem mais televisão, são recheadas de programas 'vazios e superficiais', como Faustão, Gugu Liberato, CQC, Pânico na TV, Sílvio Santos e afins. São quase 24h de pegadinhas, culto à celebridades, entrevistas supérfluas, jogos por dinheiro, palhaçadas, imitações, etc. E muitas vezes, são engraçados, divertidos, mas em outros momentos provocam revolta e uma 'vergonha alheia' enorme da humanidade, ferem nossa ética e moral!

Dedicar parte do nosso tempo para algumas risadas, quando esgotados mentalmente, não parece ser o problema, mas e quando se ocupa o tempo todo com isso? Quando nos escravizamos por novelas, séries, ídolos, músicas, como se não houvesse nada melhor para fazer e viver?! Que gosto é esse que estamos formando e 'ditando' o que consumimos?

Domingo eu estava zapeando pela tv (fechada) em busca de algo que pudesse 'tapear' minha insônia, mas só haviam reprises de seriados, coisas desinteressantes, filmes que já havia visto, e acabei parando para rir com algumas pegadinhas do Sílvio Santos, que logo se esgotaram, e depois parei no canal da Band, quando o Pânico na TV exibia uma panicat que deveria escolher entre ficar careca ou com moicano, para mostrar o espírito de uma panicat. Uma verdadeira humilhação para uma mulher, que desnecessariamente ficava careca!

Quando existia a mulher samambaia, eu até achava engraçado, porque fazia alusão às dançarinas dos programas de auditórios, presentes em todos os canais de televisão aberta, que nada fazem além de dançar, exibir o corpo e contribuir para a audiência do público masculino. Verdadeiras samambaias, enfeites, totalmente substituíveis! Valia a pena uma reflexão 'visual'!

Mas a proposta mudou, e como os programas que ridicularizava, o Pânico na TV passou a ter suas próprias dançarinas, as panicats. Mulheres em busca de fama e dinheiro, apenas exibindo sensualmente seu corpo e sofrendo as mais diversas humilhações, apenas para fazer o público rir e dar mais audiência. Mulheres se dispondo a reforçar ainda mais a imagem de 'objeto', em uma sociedade ainda machista e patriarcal. 

Talvez o Pânico na TV já tenha sido uma espécie de 'mal necessário', desmascarando os bastidores da televisão, problematizando o culto às celebridades, meros mortais, através das discussões de temas e reportagens politicamente incorretas, além de explorar a cultura popular e valorizar um público, sempre esquecido e marginalizado pela mídia.

Porém hoje, o pouco que havia de inteligente em sua proposta inicial, se perdeu. Ao conquistar um grande público, o programa passou a buscar audiência, extrapolando todos os limites possíveis de respeito, educação, ética, moral e bom senso, constrangendo desnecessariamente qualquer celebridade, explorando matérias com apelo extremo ao sexo e humor, sem qualquer critério ou uso de um jornalismo sério. E quanto mais audiência, mais dinheiro para financiar toda essa palhaçada!!

Wagner Moura, vítima recente do programa Pânico na TV, escreveu um texto bacana, refletindo sobre essa banalização da tv. "O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia."

E nossas crianças estão vendo tudo isso! Construindo suas identidades e valores, a partir da ridicularização do outro. A valorização do 'bullying' de forma extrema! 

O filósofo da educação Jerome Bruner diz que a narrativa é “um modo de pensamento e uma expressão da visão de mundo de uma cultura. É por meio de nossas próprias narrativas que construímos principalmente uma versão de nós mesmos no mundo, e é por meio de sua narrativa que uma cultura fornece modelos de identidade e agência de membros."  

Se as narrativas televisivas de maior audiência estão explorando a ridicularização do outro e instigando o riso, o que esperar de crianças e jovens, que aprendem muitas coisas por imitação, e acabam reproduzindo o que conhecem e consomem? O que elas estão e estarão imitando e reproduzindo de nossa cultura e sociedade? Que gosto elas estão formando pelas coisas e pessoas?

O riso e alegria são necessários, mas também devem ser discutidos e problematizados se agredirem nossos valores e princípios. Qual o limite de nós mesmos? E se em casa ou espaços de lazer essa discussão não estiver acontecendo, talvez só na escola o exercício do 'pensar sobre o pensar' seja possível. 

O problema não está só no que é oferecido pela televisão, afinal somos nós que ligamos e 'escolhemos' o que assistir, financiando de certa forma, toda essa ridicularização. O problema está na falta de reflexão, nos critérios de escolha, no senso crítico, na transformação do gosto e talvez aí, da televisão.

É preciso educar nosso gosto, transformá-lo, para talvez se transformar como público e então transformar a própria televisão!

Acho que o primeiro passo é admitir para si mesmo o próprio gosto. E eu admito: já dei muita gargalhada com a ridicularização do outro. Mas ao estudar, refletir, pesquisar, passei a me envergonhar do meu próprio gosto. Deixei de me interessar por várias coisas (futebol, BBB, Pânico, novelas) e passei a me interessar por várias outras (revistas científicas, telejornais, livros, filmes cult). Mas transformar o gosto é um processo a longo prazo, nem sempre porque queremos. É preciso esforço, dedicação, vontade e interesse! Ou talvez, oportunidade!!

Talvez demore toda uma vida, mas tentar nunca custou nada, não é?!

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Referências:
BERGALA, Alain. A hipótese cinema. Pequeno tratado de transmissão do cinema dentro e fora da escola. Tradução Mônica Costa Netto, Silvia Pimenta. Rio de Janeiro: Booklink ; CINEAD/LISE-FE/UFRJ: 2008.

Bruner, Jerome. A cultura da educação. Trad. Marcos A. G. Domingues. Porto Alegre: Artmed Editora, 2011.

Wagner Moura e o Pânico na TV. Acesso em abril 2012. Disponível aqui.

terça-feira, 24 de abril de 2012

"American Pie - O reencontro" de Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg 2012


Assistir "American Pie" foi realmente um reencontro comigo mesma e com uma série (considere apenas os 3 primeiros filmes e este último) que marcou gerações!!

Ainda que aborde o ponto de vista masculino, a abordagem humorada da sexualidade humana é bem sucedida já na década de 90, quando narra as peripécias adolescentes em suas descobertas sexuais (descoberta do corpo, experimentação, masturbação, sexo oral, a primeira vez, primeiros amores e amassos, exposição virtual, etc.).

Nos outros dois filmes, a sexualidade continua sendo protagonista, abrangendo os desafios de ser estudante universitário e ter (ou não) uma vida sexual ativa, além de tocar suavemente nos temas da homossexualidade (feminina), erotismo, sexo entre pares com idades bem diferentes (Stifler´s mom; Jimmy´s grandmother), etc, e também os desafios do casamento, a monotonia (ou não) sexual e a descoberta do amor.

Esta versão atual, que acompanhou o amadurecimento das nossas gerações, resgata os personagens do primeiro filme e se aproxima dos problemas contemporâneos, da insatisfação ou infelicidade profissional, as memórias afetivas, a monotonia do casamento com (ou sem) o nascimento dos filhos, a 'viuvez', entre outros assuntos, que bem mediados podem ser ótimos pontos de partida para discutir a sexualidade "contemporânea".

"American Pie - O reencontro", assim como nos outros filmes, abusa de clichês narrativos e se agarra ao humor, mas consegue ser bem sucedido em sua proposta e pode servir tanto como entretenimento puro (boas risadas), mas também como reflexão da sexualidade humana, através dos períodos que vivemos em nossas vidas, retratados pelos múltiplos personagens da trama. 

Com quem você se identifica? =)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Top 5 - Séries favoritas!!

Já faz um tempo que postei sobre minhas séries favoritas. Por isso, resolvi atualizar esta lista com as mais novas séries 'do pedaço'. 


Nas quartas-feiras, reservo (se possível) o horário das 23h (Universal Channel) para SMASH, (dirigido por Michael Mayer e produzido pelo 'monstro' Steven Spielberg) uma série-musical sobre os bastidores de um musical da Broadway sobre a diva Marilyn Monroe. As personagens Ivy (Megan Hilty) e Karen (Katharine McPhee - ex-American Idol) disputam os papéis da diva e a partir delas, conhecemos este universo fantástico e eclético dos musicais: as dificuldades da produção, os workshops, a relação elenco-diretor, os meios e inícios de carreira, o processo de criação, os patrocínios, o nascimento de uma estrela, as relações extra-conjugais, etc. Muito bacana e recomendo!!


Outra série nova e muito interessante é ONCE UPON A TIME (dos criadores de LOST), Canal SONY, 21h - quinta-feira, que gira em torno dos clássicos contos de fada (Chapeuzinho Vermelho, Pinóquio, Branca de Neve, etc), onde a Rainha Má lança uma maldição para acabar com os finais felizes das histórias, e a personagem  Emma Swan (Jennifer Morrison), filha da Branca de Neve é a única salvação.

Com a atual febre hollywoodiana pelos contos de fada, resgatados (e modernizados) no cinema, parecia inevitável o lançamento de uma série com essa abordagem!! Só assisti o Ep. 1, mas já estou apaixonada!!


Minha série favorita das madrugadas, LAW&ORDER - SVU,  na Universal Channel aborda casos de vítimas especiais (crianças, jovens e mulheres) como pedofilia, estupro, sequestro, etc. e mostra a relação da investigação dos policiais com o trabalho dos promotores de justiça. Cada episódio explora um tema e caso, normalmente resolvido. 

Apesar da justiça brasileira ser bem diferente, é super interessante analisar os pontos em comum com nossa realidade e as fragilidades do sistema de justiça, que nem sempre atende todas as necessidades da sociedade.


Outra série bacana que assisto de vez em quando, é CRIMINAL MINDS, sobre a Unidade de Análise Comportamental, exibida no Canal AXN, um esquadrão de elite do FBI, com sede em Quantico, Virgínia, que analisa as mentes criminosas do país e tenta antecipar seus próximos movimentos. Seu diferencial é focar mais no comportamento criminoso do suspeito ao invés dos crimes.


E por fim, a série THE GOOD WIFE, também exibida na Universal Channel, que foca na vida da advogada e ex-dona-de-casa Alicia Florrick (Margulies), esposa do promotor Peter Florrick (Noth), envolvido num escândalo sexual e de corrupção divulgado pela imprensa. Ao se deparar com a humilhação de uma traição, ela recupera a auto-estima e retorna a seu antigo trabalho de advogada para reconstruir sua reputação e sustentar seus dois filhos. É a tal 'volta por cima' das mulheres enganadas e desvalorizadas!!

Semelhanças com escândalos reais não são mera coincidência!!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

"Xingu" de Cao Hamburguer 2012


"Ir onde ninguém foi. Pisar onde ninguém pisou. (...) Mas tudo que podíamos fazer era chegar antes." (ou algo assim) é a fala final de Cláudio Villas Boas (João Miguel).

'Chegar antes', às vezes, é a única opção que nos resta para muitos dos problemas sociais que vivenciamos diariamente. 'Evitar', 'preservar', 'tentar'...

O filme é uma interessante forma de conhecer parte de nossa história, numa época de exploração (brutal) de novas terras e contato com uma 'nova' cultura, ainda não 'civilizada' dos índios brasileiros, realizada 'pacificamente' pelos irmãos Villas-Bôas em busca de aventura (perspectiva do filme).

A narrativa é sutil, delicada, sem exageros ou excessos, até romântica talvez, para falar de um assunto sério, triste, vergonhoso e ainda atual. As negociações por terras, a luta para preservar as tribos, os romances, a exploração da força de trabalho e das 'novas' terras, tudo sutil, fragmentado, quase poético, ainda que contado de forma linear.


Será que teria sido possível preservar a cultura indígena sem o Parque Nacional do Xingu? Ou teria sido possível preservar tribos intocadas, se homens 'instruídos' como os Villas-Bôas não tivessem 'interferido' no processo e sido usados para negociações pacifícas?!

Qualquer posição gera um pouco de polêmica, mas eu prefiro pensar que o pouco que se tem, às vezes é melhor que nada! Em terra de 'ninguém', quem tem olho (ou um parque) é rei!

E aqui neste post, não me detive aos detalhes técnicos (bela fotografia, atuações convicentes, mas contrastantes, direção de arte bacana), mas apenas à reflexão triste que ficou ao final do filme, onde meus olhos se embriagaram de lágrimas ao ver o que nós 'homens civilizados' estamos fazendo em prol do (re)progresso, sempre às custas de destruição. O que fizemos dos nossos índios? O que fizemos com nossa cultura? O que fazemos conosco diariamente?

E falar de 'nossa cultura' não é apenas falar do passado dos índios, mas da nossa cultura própria, de nós mesmos, nosso eu interior, invadido cada vez mais pelo consumismo e alienação geral. Comprar cada vez mais, pensar cada vez menos.

Como sempre, o problema está em não refletir sobre nada, apenas agir e viver achando que não temos relação nenhuma com o problema dos outros, seja de fome, violência, educação, droga, corrupção e muitos outros afins. Cada um no 'seu quadrado' e só.

Ir ao cinema, prestigiar um filme nacional, já considero um primeiro passo, (até pra mim) uma atitude diferente, ainda que o filme tenha sido feito dentro dos padrões mercadológicos da nossa própria (ainda tímida) indústria cinematográfica. (sempre os patrocinadores, que financiam a produção cultural, mas também o consumo!)

Antes conhecer um pouquinho da nossa história e cultura, do que esvaziar nossas mentes (como sempre fazemos e gostamos de fazer, admito) com filmes superficiais de ação, romance e comédia.

'Xingu' é um filme necessário, não prazeroso, mas necessário. Com o pouco que é (se não muito), no mínimo nos faz pensar! Consumir menos, afinal sempre seremos seres necessariamente consumidores de algo, mas pensar mais, muito mais!! =)

Blog do filme aqui.
Site oficial aqui.
Trailer aqui.

Filmes do mês: abril 2012

São atualizados no decorrer do mês. 

07T-"Sexo sem compromisso" de Ivan Reitman 2011 (2)
06T-"Paranóia" de D.J. Caruso 2007 (3)*
05C-"Titanic 3D" de James Cameron 2012 (2)*
04T-"American Pie 3 - O casamento" de Jesse Dylan 2003 (3)*
03T-"Sem licença para dirigir" de Greg Beeman 1988 (2)*
02C-"Xingu" de Cao Hamburguer 2012 (3)
01C-"Espelho, espelho meu" de  Tarsem Singh 2012 (1)


*Filmes Revistos 

Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano.
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)


Notas:

(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)

quarta-feira, 28 de março de 2012

"Jogos Vorazes" de Gary Ross 2012


Impossível assistir este filme e não lembrar do Big Brother e dos inúmeros reality shows que se tornaram grandes fenômenos e 'febre' de audiência em todo o mundo, desde a década de 70. A velha receita da antigüidade do 'panes e cirque' (pão e circo) foi atualizada pelos novos meios de comunicação, através da televisão e computador.

Aparentemente inofensivos, a atração humana pelo reality show já poderia ser justificada pela curiosidade científica sobre o condicionamento humano em pesquisas iniciadas na Psicologia, em estudos sobre comportamento e mente humana, a partir de estímulos positivos e negativos, que resultam em determinadas ações. Como agimos e pensamos diante de determinados estímulos?! E como a plateia reage diante destas ações?!

Esta combinação de controle, curiosidade e poder do reality show, parece ser uma boa receita de sucesso televisivo para um público sedento por entretenimento e efeitos 'anéstesicos', típico da cultura de massa. E um filme como "Jogos Vorazes", que aborda este assunto de forma implícita, sem mediação ou preparo do 'olhar', talvez seja 'lido' como pura ação, fiel à narrativa clássica, com um esperado 'happy end'. 

Porém, com a devida reflexão, podemos tomá-lo como ponto de partida para estabelecer relações diversas.

"Jogos Vorazes" é uma adaptação fílmica de um romance de ficção científica (que eu ainda não li) para jovens e adultos, originalmente publicado em 2008, escrito pela 'norte-americana' Suzanne Collins.

A trama se passa num mundo pós-apocalíptico, caracterizado pela miséria, fome, guerra e nova distribuição de poder, onde a jovem protagonista Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), vive num dos 12 distritos do país Panem (referência à expressão Pane&Cirque), cujo poder está centralizado na Capital, e todo ano, 2 jovens de cada um desses distritos, entre 12 e 18 anos, menino e menina, são sorteados e oferecidos como tributo, para ingressar num programa anual de televisão, chamado Jogos Vorazes, onde precisam sobreviver num ambiente hostil e lutar entre si até a morte, quando restar apenas um vencedor. Katniss se torna voluntária dos jogos para proteger a irmã caçula.

Esta estrutura narrativa poderia funcionar como uma crítica e alegoria  da nossa sociedade 'do espetáculo' atual, onde o entretenimento é utilizado para distrair e controlar a 'massa', enquanto outros mecanismos perpetuam uma organização social desigual e injusta. Os distritos no filme representam a classe operária, que é essencial para sustentar a nação, através de seu trabalho 'braçal' e produtivo (grãos, energia, construção, etc), mas é aprisionada e condicionada a aceitar ordens e inscrever suas crianças no reality show, em troca de comida e sobrevivência. 

Crianças e jovens, ora assustados, ora corajosos, 'jogados' numa competição que não querem (ou querem) fazer parte, para que a ordem reine entre os povos. Seres humanos sendo usados como moeda de troca ou produtos de consumo, coroando o consumismo extremo, onde 'o direito à vida' é completamente desvalorizado e desconsiderado.

Seria também uma alegoria da educação atual?! Treinar crianças e jovens para a 'selva' do mercado de trabalho, transformando-os em trabalhadores (lutadores, vencedores) e não em empreendores e pessoas felizes. Transformando-os em força de trabalho, mas não em intelectuais, filósofos e pensadores, que possam refletir sobre a própria condição e superá-la!


Katniss Everdeen representa risco à Capital, pois apresenta a coragem de uma guerrilheira, e a ousadia e generosidade de uma líder nata, sedenta por transformação. Não concorda com o sistema, mas encontra uma forma de confrontá-lo, sem ser eliminada por ele. Na competição, ela luta para sobreviver, sem perder a dignidade e humanidade.

Na trajetória de Katniss, conhecemos os bastidores do programa, através da equipe de preparação da dupla do distrito 12, que precisa impressionar pela aparência e postura, patrocinadores interessados e um público fiel e generoso. 

A futilidade desse público (nós, quando espectadores 'cegos e surdos') é bem representada pelas roupas, acessórios, cabelos e maquiagens coloridas, que contrastam com as roupas simples e básicas dos povos dos distritos, e 'satiziram' o excessivo culto à beleza e aparência de nossa sociedade atual.


Somente alguém vestindo algo tão 'supéfluo' poderia se entreter com um programa como "Jogos Vorazes" e desconsiderar a crueldade imposta por quem governa seu país. Somente alguém tão 'cego, surdo e mudo' poderia divertir-se com doces, decoração e roupas, e não se importar com a real preocupação dos jovens que foram forçados a lutar entre si e arriscar a própria vida por tão pouco.
 
 

O apresentador de "Jogos Vorazes" lembra nosso 'querido' Pedro Bial e poderia representar todas as celebridades, super valorizadas por um público fútil, que não enxerga sua condição real e toda injustiça a sua volta. Nada faz para combatê-la, nem como público, nem como vítima. A desigualdade social, entre classes dominantes e dominadas, entre aqueles que 'supervivem' e os que sobrevivem permanece intacta. 

Crianças e jovens anônimos, que passam a ser cultuados e admirados como se fossem uma bolsa Prada, um enorme iate, uma linda Ferrari, um belíssimo par de brincos. Crianças e jovens que se tornam produtos de entretenimento, como os reais participantes dos nossos reality shows, que nem percebem os objetos que são, totalmente descartáveis e substituíveis.

Se sofrem de amor, é ainda melhor, pois até o 'ideal do amor' se torna um produto a ser comercializado. (Com sexo, então!) Quanto mais sofrimento, mais 'generosidade' e 'caridade', pois é bom se 'sentir' generoso e humano, ao dar uma nova chance, ao torcer, chorar e sorrir com o sofrimento alheio, seja ele de personagens de um filme, livro ou teatro, seja um personagem de si mesmo, frágil e totalmente humano.

"Jogos Vorazes" é um ponto de partida para discutir a sociedade do espetáculo, do consumismo excessivo, da maneira 'alheia' de lidar com a própria condição humana atual. é um 'tapa na cara' de quem é 'público' e de quem se recusa a ser.

O problema não está em quem consome e no que consome, mas no porquê consome. É por necessidade?! Se eu admito consumir 'entretenimento' nos dias em que quero esvaziar minha mente, 'até' tudo bem. O problema está em querer esvaziar a mente o tempo todo, sem nem se dar conta disso, usando o entretenimento como um vício, como uma droga, um entorpecente, que suspende a 'realidade' e nos mantém sempre 'anestesiados' de tudo e todos! E pior, sendo explorado e explorando os outros, enquanto isso.

"A pele que habito" de Pedro Almodóvar 2011


Vendo esse filme, fiquei imaginando se um dia o Almodóvar acordou, sentou casualmente na mesa do café da manhã e ao abrir o jornal matutino, notou a página de desaparecidos e teve uma ideia!

O que teria acontecido com um jovem, chamado Vicente, desaparecido há anos?!

Talvez um cirurgião plástico obsessivo (Antonio Banderas) tenha sequestrado esse jovem para vingar a filha falecida, doente mental que foi abusada sexualmente pelo 'atrapalhado' Vicente tempos atrás. E talvez esse médico tenha usado Vicente como cobaia para testar seus experimentos científicos, como a transgênese, ainda polêmica e proibida, que poderia ter salvo sua esposa queimada e suicida anos atrás. E talvez a melhor maneira de vingar sua filha, seria transformando sexualmente o estuprador, através de uma vaginoplastia. Afinal, o prazer de alguém que estupra não está no sexo, mas no poder e controle sobre a vítima. Porém, seria Vicente alguém tão inescrupuloso?! Ou seria o médico, um verdadeiro psicótico adormecido?

Diferente do que imaginei no início do texto (ou não), o filme "A pele que habito" é baseado no livro "Mygale", de Thierry Jonquet. Almodóvar queria criar uma situação-limite entre dois personagens numa trama de horror, 'sem gritos ou sustos'. Um terror psicológico, que deixaria qualquer espectador 'meio' chocado com as descobertas gradativas da narrativa. Sem heróis ou vilões, mas personagens 'imperfeitamente' humanos!

Com muito sarcasmo e realismo, Almodóvar toca em assuntos delicados como a transexualidade e a transgênese, sem nos poupar da 'possível' crueldade humana. Através dos personagens Vicente e Vera, podemos nos questionar: O que define a sexualidade de uma pessoa?! A personalidade ou a 'pele' (corpo) que ela habita?