sexta-feira, 6 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Filmes do mês: julho 2012
São atualizados no decorrer do mês.
18T-"Johnny e June" de James Mangold 2005 EUA (3)
17T-"Tous leis soleil" de Philippe Claudel 2011 FRANÇA (3)
16T-"O cruzeiro" de Pascale Pouzadoux 2010 FRANÇA (3)
15T-"Laços de ternura" de James L. Brooks 1983 EUA (3)
14T-"A rainha do castelo de ar" de Daniel Alfredson 2009 SUÉCIA (4)
13T-"Adorável pecadora" de George Cukor 1960 EUA (3)
12T-"O dia em que eu não nasci" de Florian Micoud Cossen ALE/ARG 2010 (3)
11T-"A onda" de Dennis Gansel 2008 ALEMANHA (4)
10C-"Na estrada" de Walter Salles 2012 EUA, França, Reino Unido (3)
09T-"Monster - Desejo assassino" de Patty Jenkins 2003 EUA (3)*
08C-"Valente" de Brenda Chapman 2012 EUA (3)
07D-"Danton - Processo da Revolução" de Andrzej Wajda 1982 FRANÇA (2)
06C-"A era do gelo 4" de Steve Martino, Mike Thurmeier 2012 EUA (3)
05T-"Hanna" de Joe Wright 2011 Reino Unido/Alemanha/EUA (3)
04D-"1984" de Michael Radford 1984 INGLATERRA (3)
03T-"O filme dos espíritos" de André Marouço, Michel Dubret 2011 BRASIL (1)
02T-"A última casa" de Dennis Iliadis 2008 EUA (1)
01T-"Brilho eterno de uma mente sem lembranças" de Michel Gondry 2004 EUA (2)
02T-"A última casa" de Dennis Iliadis 2008 EUA (1)
01T-"Brilho eterno de uma mente sem lembranças" de Michel Gondry 2004 EUA (2)
*Filmes Revistos
Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano + país
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)
Notas:
(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
16º FAM - 2012
Além de participar da Oficina de Criação Transmídia, também pude prestigiar alguns trabalhos interessantes nas mostras de curtas do FAM 2012. Seguem algumas impressões:
(em breve)
Mostra Infanto-Juvenil
Mi primer Mundo - Documentário
Zimbú - animação em computação gráfica BRASIL
O Reino de Chocolate - animação em stop motion BRASIL
Capitão do mangue - Documentário/ficção com participação de crianças BRASIL
Bud´s songs time - animação em computação gráfica BRASIL
Lápis de cor - ficção BRASIL
Mostra de Curtas Mercosul
Ribeirinhos do asfalto - ficção BRASIL
El Hombre que estaba entre la gente - ficção
Imperfeito - ficção BRASIL
Quando morremos a noite - ficção BRASIL
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Filmes do mês: junho 2012
São atualizados no decorrer do mês.
13T-"Killshot - tiro certo" de John Madden 2008 EUA (1)
12T-"Bonequinha de luxo" de Blake Edwards 1961 EUA (3)
11T-"A casa das coelhinhas" de Fred Wolf 2008 EUA (1)10C-Mostra Infanto-Juvenil do FAM 2012 (3)
09C-Mostra de Curtas Mercosul do FAM 2012 (3)
08T-"Homem de ferro 2" de Jon Favreau 2010 EUA (2)
07T-"Homem de ferro" de Jon Favreau 2010 EUA (2)
06T-"A inquilina" de Antti Jokinen 2011 EUA (3)
05L-"Um conto chinês" de Sebastián Borensztein 2011 ARG (3)
04C-"Os vingadores" de Joss Whedon 2012 EUA (3)
03C-"Branca de neve e o caçador" de Rupert Sanders 2012 EUA (2)
02T-"Os outros caras" de Adam McKay 2010 EUA (0)*
01T-"Rocky IV" de Sylvester Stallone 1985 EUA (1)
*Filmes Revistos
Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano.
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)
Notas:
(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)
quarta-feira, 16 de maio de 2012
"Dois Coelhos" de Afonso Poyart 2012
Como fazer um filme de ação e romance, sobre corrupção e criminalidade no Brasil, sem se repetir?!
Talvez excluindo quase toda crítica social e explorando ao máximo todos os recursos tecnológicos disponíveis em equipamentos de alta resolução e da computação gráfica de (muita) qualidade na pós-produção.
Há muito tempo o Brasil tenta competir no mercado cinematográfico, buscando uma identidade própria ou na maioria das vezes, reproduzindo os clichês dos filmes hollywoodianos, mas sem os mesmos recursos e qualidade técnica, como podemos observar no fraquíssimo "Segurança Nacional" de Roberto Carminati (2010), as tentativas acabam falhando e desperdiçando 'nosso' dinheiro em produções de baixa qualidade e pobreza cultural.
Se "Tropa de Elite 1 e 2" de José Padilha e "Cidade de Deus" de Fernando Meirelles conseguiram (com sucesso) unir ação, crítica social e autenticidade, ao tratar da violência urbana, presente no cinema nacional desde o início, com "Os estranguladores" de Francisco Marzullo (1908), "Dois Coelhos" foge da crítica social, mas abusa dos efeitos especiais e da estética vídeogame para contar uma história de forma dinâmica. Qualidade estética não falta e acaba dando conta de uma narrativa confusa e superficial.
A trama não-linear é protagonizada pelo perturbado Edgar (Fernando Alves Pinto), que narra
sua vontade de combater a corrupção (presente na maioria do poder público e sistema de justiça) e a crimilidade (e suas vítimas diárias) que o rodeia em único 'plano de ação', numa espécie de 'justiça com as próprias mãos'.
Aos poucos (através de narração e grafismos super dinâmicos) vamos descobrindo a relação entre os personagens (político corrupto, advogado criminal, bando, etc), e a ligação de Edgar com a promotora Julia (Alessandra Negrini), envolvida com criminosos, extremamente ambiciosa e vítima da síndrome do pânico.
Essa síndrome do pânico recebe uma atenção especial no filme (a produção e pós-produção levaram 5 meses), ao ser descrita visualmente de forma simbólica e surrealista, onde a personagem luta contra 'bichinhos' meigos e assustadores, como o próprio medo humano.
Além disto, para que as cenas de ação criem expectativa, a super câmera lenta, no estilo 'bullet time' (Matrix) foi incorporada em diversas cenas de tiroteio e acidentes automobilísticos. Retardar a imagem em cenas de ação para criar expectativa, sempre representou sucesso garantido, desde a seqüência da "escadaria de Odessa" no filme "O encouraçado Potemkin" de Serguei Eisenstein (1925).
Essa síndrome do pânico recebe uma atenção especial no filme (a produção e pós-produção levaram 5 meses), ao ser descrita visualmente de forma simbólica e surrealista, onde a personagem luta contra 'bichinhos' meigos e assustadores, como o próprio medo humano.
Além disto, para que as cenas de ação criem expectativa, a super câmera lenta, no estilo 'bullet time' (Matrix) foi incorporada em diversas cenas de tiroteio e acidentes automobilísticos. Retardar a imagem em cenas de ação para criar expectativa, sempre representou sucesso garantido, desde a seqüência da "escadaria de Odessa" no filme "O encouraçado Potemkin" de Serguei Eisenstein (1925).
Se algo da história não fica claro momentaneamente, o diretor e autor Afonso Poyart, experiente em vídeos publicitários, reforça explicações para que nenhum espectador fique confuso, o que empobrece sua proposta fílmica.
Não posso negar que o filme é atrativo e dinâmico, e nem afirmar que é totalmente previsível, mas todo filme que se 'explica', acaba também se enfraquecendo. Porém isso não é motivo suficiente para desmerecer um filme que merece ser comemorado, já que abre as portas para um "novo" cinema nacional e as possibilidades da pós-produção em computação gráfica, efeitos especiais bem feitos, com absoluta qualidade!
Poyart mostrou que é possível fazer um filme de ação bem feito, com extrema qualidade, criativo, autêntico, sem abusar tanto dos clichês narrativos, usando idas e vindas narrativas (receita de sucesso da série LOST), contar com um elenco de peso com ótimas atuações (realistas, orgânicas e improvisadas) e explorar novas tecnologias em sua própria estética visual. A presença do vídeogame, dos grafismos e da história em quadrinhos são o grande diferencial desta proposta fílmica.
Para o que se propõe, sendo o primeiro longa do diretor, acho o filme excepcional e competente, ainda que se renda aos padrões mercadológicos e sirva como cartão postal para o cinema hollywoodiano (seus direitos foram comprados por algum estúdio no início do mês), mas sua qualidade e inovação estética são inegáveis e portanto ele se torna essencial em qualquer repertório de espectador interessado e sedento por "novidades"!! =)
sexta-feira, 11 de maio de 2012
"Lixo extraordinário" de Lucy Walker 2010
Vik Muniz é um artista plástico (brasileiro e paulistano) fantástico, que busca encontrar arte nas banalidades cotidianas, envolvendo os personagens (reais) que o rodeiam em suas criações, sejam elas feitas de açúcar, calda de chocolate ou 'lixo reciclado'.
"Lixo extraordinário" é um documentário sobre o projeto social que ele desenvolveu com catadores de lixo no aterro do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ) – considerado o maior da América Latina, resultando em painéis fotográficos que rodaram o mundo e (alguns) vendidos, reverteram-se financeiramente e socialmente para a comunidade local.
Numa construção clássica, através de entrevistas, depoimentos e registros visuais, conhecemos um pouco do passado de Vik e sua motivação artística em transformar o outro através da sua arte e seu processo criativo.
Além de Vik, conhecemos também os protagonistas de suas criações, marginalizados pela sociedade e com suas histórias comoventes. Seu envolvimendo na confecção das instalações de Vik mostraram uma verdadeira transformação interior, com a elevação da auto-estima e do seu reconhecimento no mundo. Ver beleza onde não parecia haver. Enxergar a si mesmo, quando parecia não haver nada para enxergar.
Enquanto documentário, não vejo nada de inovador em sua linguagem, mas o tema é encantador e faz o espectador refletir sobre si mesmo e o mundo, tão desconhecido e inexplorado, ao seu redor.
Talvez a grande mensagem seja essa, reconhecer-se no outro e reconhecer que mesmo no lixo, no nada, no banal, existe beleza, existe arte, existe delicadeza!
"Lixo extraordinário" é um documentário sobre o projeto social que ele desenvolveu com catadores de lixo no aterro do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ) – considerado o maior da América Latina, resultando em painéis fotográficos que rodaram o mundo e (alguns) vendidos, reverteram-se financeiramente e socialmente para a comunidade local.
Numa construção clássica, através de entrevistas, depoimentos e registros visuais, conhecemos um pouco do passado de Vik e sua motivação artística em transformar o outro através da sua arte e seu processo criativo.
Além de Vik, conhecemos também os protagonistas de suas criações, marginalizados pela sociedade e com suas histórias comoventes. Seu envolvimendo na confecção das instalações de Vik mostraram uma verdadeira transformação interior, com a elevação da auto-estima e do seu reconhecimento no mundo. Ver beleza onde não parecia haver. Enxergar a si mesmo, quando parecia não haver nada para enxergar.
Enquanto documentário, não vejo nada de inovador em sua linguagem, mas o tema é encantador e faz o espectador refletir sobre si mesmo e o mundo, tão desconhecido e inexplorado, ao seu redor.
Talvez a grande mensagem seja essa, reconhecer-se no outro e reconhecer que mesmo no lixo, no nada, no banal, existe beleza, existe arte, existe delicadeza!
Filmes do mês: maio 2012
São atualizados no decorrer do mês.
10C-"Paraísos artificiais" de Marcos Prado 2012 BRASIL (3)
09T-"Morangos silvestres" de Ingmar Bergman 1957 SUÉCIA (3)
08T-"Amizade colorida" de Will Gluck 2011 EUA (2)
07T-"Muita calma nessa hora" de Felipe Joffily 2010 BRASIL (0)
06L-"Millenium - A menina que brincava com fogo" de Daniel Alfredson 2012 SUÉCIA (3)
05L-"Dois Coelhos" de Afonso Poyart 2012 BRASIL (3)
04T-"X-men: Primeira Classe" de Matthew Vaughan 2011 EUA (1)
03C-"Battleship – A Batalha dos Mares" de Peter Berg 2012 EUA (1)
02L-"Lixo extraordinário" de Lucy Walker 2010 BRASIL (3)
01L-"Assalto ao banco central" de Marcos Paulo 2011 BRASIL (1)
*Filmes Revistos
Organização: Ordem crescente - em números.
Nome do filme + diretor + ano.
Códigos: X (internet), B (baixado), C (cinema), D (dvd acervo pessoal), L (locadora), T (tv), M (mestrado)
Notas:
(0) dispensável
(1) ruim ou fraco
(2) razoável
(3) bom - técnica ou emocionalmente
(4) muito bom - rolou um punctum
(5) excelente - marcou minha vida
(P) prazer culpado (tecnicamente ruim, mas adorei)
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