segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
OS 10 MAIS: Veja os filmes que mais arrecadaram em 2010
OS 10 MAIS: Polêmicas e fofocas que deram o que falar em 2010
Fazer cinema é mergulhar num mundo de sonho e fantasia. Mas fora de um set de filmagem astros e estrelas levam uma vida normal, ou nem tanto assim. O fato é que o público adora saber suas preferências, suas excentricidades, suas fragilidades. E este ano eles capricharam. Traídos, flagrados, agredidos, presos... e até bêbados durante entrevistas. É, os astros da telona definitivamente não economizaram na polêmica em 2010.Confira a seguir a lista com os 10 maiores escândalos de 2010 em Hollywood:
Pela primeira vez em 15 anos, distribuidora brasileira lidera mercado cinema
Apesar de comemorados, os sucessos do cinema brasileiro da chamada era da retomada, iniciada com a Lei do Audiovisual, deixavam um travo de incômodo em parte do mercado. É que todos eram fruto de uma vitória comercial, sob certo aspecto, mais estrangeira do que nacional. Explique-se.
Um artigo que permite que distribuidoras estrangeiras apliquem, em filmes brasileiros, parte de imposto que deveriam pagar ao remeter o lucro para a matriz, fez com que quase todas se associassem a produtores locais.
Foi a Fox que lançou "Se Eu Fosse Você 2", foi a Sony que coproduziu e distribuiu "Carandiru" e "Dois Filhos de Francisco", foi a Warner que colocou nas salas de cinema os sucessos da Xuxa.
Foi, porém, a brasileira Zazen que produziu e distribuiu "Tropa de Elite 2" e que respondeu por cerca de 44% dos ingressos vendidos pelo cinema nacional até aqui. A segunda no ranking de 2010, a Sony/Disney, aparece com 21,33% de participação.
"Pós-retomada, é a primeira vez que a liderança fica com uma empresa brasileira", diz Manoel Rangel, presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Em 2002, a brasileira Lumière, que distribuiu "Cidade de Deus" e "Abril Despedaçado", mordeu 52,1% do market share do filme nacional. Mas a empresa trabalhava em parceria com a Miramax internacional.
E, neste ano, levadas em conta as associações, outras distribuidoras brasileiras se deram bem no negócio. A Downtown, por exemplo, partilhou com a Sony o lançamento de "Chico Xavier".
"Esse movimento veio para ficar", aposta Rangel, tomando por base a carteira de lançamentos de 2011, indicativa de que os filmes com potencial de público deixaram de ser monopólio das distribuidoras estrangeiras.
MAIOR QUE O MÉXICO
A ultrapassagem da Zazen se deu num ano forte não só no cinema nacional, mas no mercado como um todo, comprovando, de uma vez por todas, que o filme nacional não tira público do estrangeiro: soma.
A Ancine estima que, até o final do ano, os filmes brasileiros terão vendido de 24 a 25 milhões de ingressos.
O público total deve ficar entre 136 e 138 milhões, batendo o resultado de 2004, quando foram vendidos 117 milhões de ingressos --até então, recorde da década. Em 2009, foram 112,7 milhões de espectadores.
Se foi grande o aumento no número de ingressos, maior ainda foi o aumento na renda. A arrecadação, neste ano, deve ser cerca de 30% maior que a de 2009. Além de refletir o crescimento do público, o índice chama a atenção para a força do 3D que, apesar de mais caro, tem sido um ímã poderoso.
Essa cifra fará, inclusive, com que o mercado brasileiro supere o mexicano em renda e saia da 15ª para a 14ª posição no ranking mundial.
Notícias rapidinhas - XI
"A rede social" de David Fincher 2010
Dirigido por David Fincher ("O Curioso Caso de Benjamim Button" e "Clube da Luta"), a partir de um roteiro de Aaron Sorkin ("Jogos de Poder" e a série de TV "The West Wing"), baseado no livro "Bilionários por Acaso", de Ben Mezrich, o filme tem como mote o nascimento do Facebook, mas seria reducionista demais dizer que trata apenas dos bastidores da criação de um site.
"A Rede Social" aspira, e consegue em boa parte do tempo, ser o retrato de uma geração que nasceu com o boom da Internet e, ao chegar à idade adulta, descobre que a interação humana não é necessária para haver interatividade.
O filme começa com diálogos incessantes e pouco importa do que se depreende deles. O objetivo é entender que os jovens se interessam por informação - em grande quantidade, pouco importa sua qualidade ou profundidade. O mesmo se aplica aos relacionamentos, sejam amorosos ou simples amizades.
Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg, de "Zumbilândia") difama sua namorada Erica (Rooney Mara) na Internet depois de levar um fora dela. Não bastasse isso, inventa um site onde garotas "competem" por votos para serem escolhidas as mais bonitas de Harvard.
O que começa com uma brincadeira, se torna alvo de um processo milionário envolvendo a criação de um site de relacionamentos que mais tarde viria a ser - e é até hoje - conhecido como Facebook. Ele enfrenta os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss (Armie Hammer) e o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), sempre com a mesma pose parte blasé, parte nerd.
Zuckerberg é uma figura paradoxal. Com pouco trato para laços sociais, se torna o criador do site de relacionamentos mais usado do mundo. Apesar de manter os nomes reais dos personagens, o filme de Fincher não se preocupa em ir, no que se refere à questão de biografia, além daquilo que já se conhece da repercussão da criação do site, dos processos e tudo o que os envolvem.
O diretor cria "A Rede Social" como um thriller sobre disputas intelectuais e relacionamentos reduzidos a códigos de computação. Logo de início, é Eduardo que ganha a simpatia do público como um personagem frágil e sempre preocupado em não decepcionar seu pai. Mark, ao contrário, é sutilmente arrogante, com olhar soturno parece não deixar de analisar nenhum ângulo de qualquer situação - o que parece transformá-lo numa figura fria e calculista.
Só com a entrada de Sean Parker (Justin Timberlake), Mark vai se convencer da possibilidade de ganhar dinheiro com o site. Sean, um dos criadores do Napster, que revolucionou a forma como as pessoas distribuem música, ganha a confiança de Mark com seu modo divertido e bon vivant, e eles se tornam parceiros.
Fincher sempre foi um diretor de apuro técnico o que, muitas vezes, esfria seus filmes ou deixa as emoções enterradas bem lá no fundo. Aqui essas características são bem pertinentes. Os jovens criadores do Facebook são herdeiros - ou porque não filhos? - daqueles yuppies depressivos de "Clube da Luta". Se distribuir socos era uma forma de interação social no filme de 1999, aqui, uma conexão com a Internet pode trazer efeitos mais perigosos do que uma noite de troca mútua de sopapos.
"A Rede Social" é um daqueles filmes que chegam a ser assustadores por serem capazes de captar com tanta sagacidade o momento em que vivemos. Daqui a alguns anos, quando outras obras se debruçarem novamente sobre esse período, provavelmente o retratarão com senso mais crítico - mas sem o frescor e a confusão de levar para a tela a vida do lado de fora do cinema naquele momento.
Filmes x Livros: quando a adaptação na telona é melhor que a obra
por Natália Albertoni e Fernanda Klüppel
Nas buscas por listas de final de ano, essa aqui do Popcrunch indica 14 filmes melhores que os livros que os originaram.
A Identidade Bourne (The Bourne Identity, Robert Ludlum)
Nas telonas, a história de espionagem dirigida por Doug Liman perde grande parte da trama secundária envolvendo Carlos o Jackal, mas ganha um tema crucial: Bourne pode ser realmente o culpado das acusações que recaem sobre ele. A pequena distorção do personagem é encarnada muito bem por Matt Damon
Homens de Preto (The Men in Black, Lowell Cunningham)
O blockbuster com direção de Barry Sonnenfeld é baseado na história em quadrinhos ilustrada por Sandy Carruthers. Publicadas pela Aircel Comics – que foi comprada pela Malibu Comics e, por sua vez, foi vendida à Marvel –, as tirinhas mostravam a rotina de uma organização secreta que monitorava atividades paranormais na Terra, incluindo demônios, mutantes, aliens, entre outros. A adaptação concentra as mudanças na organização, que só monitora as atividades extraterrestres, seus métodos, que apaga memória ao invés de matar testemunhas, e seus objetivos, que passam a ser manter a ordem no planeta e não dirigí-lo.
O Iluminado (The Shining, Stanley Kubrick)
Stephen King, autor do livro que originou a adaptação de Kubrick, odiou o longa quando ele chegou aos cinemas em 1980. O que é justo, já que o diretor melhorou imensamente a história. No livro, Jack é essencialmente uma representação do autor, que nunca faz nada realmente ruim, e é resgatado no final. Já o filme constrói uma versão bem mais sinistra do personagem. Já que se trata de Kubrick, a imensa densidade do conteúdo é fenomenal, trazendo sentido para cada cena. Se você assistir a minissérie de 1997, você verá como a adaptação é banal e fiel ao livro se comparada ao trabalho feito por alguém que realmente sabe o que esta fazendo e pode acrescentar o suficiente para transformar uma boa trama em algo sensacional.
Mera Coincidência (American Hero, Barry Levinson)
A maior diferença entre Mera Coincidência e o livro em que é inspirado, American Hero (além de ser muito mais engraçado), é que eles levaram o filme para longe do mundo real. A satírica novela é baseada diretamente em pessoas e eventos reais: George W. Bush é o presidente em questão, e a primeira Guerra do Iraque foi uma farsa. O filme consegue ter muito mais graça com a premissa, parcialmente pelo presidente que não tem nome, e pelo fato da Albânia ter sido escolhida como fonte de guerra. A produção não teve o respeito que merecia por ser um maravilhoso e inteligente trabalho de humor negro, com um pouco de críticas sobre a forma da mídia lidar com a guerra e a política.
O Grande Truque (The Prestige, Christopler Nolan)
Em parte, o filme é melhor que o livro, devido ao elenco. Todos os personagens foram perfeitos e os atores eram todos veteranos que deixam clara sua experiência em cada cena. A história no livro tende mais para o terror, e é também marcada por um desnecessário artifíicio literário que deixa a história muito lenta. O fato que mais desagrada sobre a publicação é que o truque de Bordon é entregue ao leitor muito cedo, diferentemente do filme, que guarda o segredo até o fim para manter o suspense.
Psicose (Psycho, Robert Bloch)
Com Psicose, o escritor Robert Bloch criou a base para o que é, discutivelmente, o thriller mais icônico de todos os tempos. No romance, Mary Crane (a Marion do filme) é introduzida brevemente e morre muito rápido. Já o clássico de Hitchcock enfoca a trama na personagem, tornando Normam Bates muito mais antipático e insensível. Além disso, o livro se estende sobre o problema de alcoolismo de Bates como uma justificativa para a dupla personalidade. Não é um livro ruim, mas o filme o coloca em outro nível.
O Gigante de Ferro (The Iron Man, Ted Hughes)
Dirigido por Brad Bird, mesmo de Os Incríveis e Ratatouille, o filme traz um olhar brilhante sobre a paranoia da Guerra Fria. Diferentemente da obra de Ted Hughes, o gigante de Bird destroi boa parte da Grã-Bretanha antes de ficar amigo de um garoto e defender a Terra de um dragão espacial.
Forrest Gump – O Contador de Histórias (Forrest Gump, Winston Groom)
Aqui o protagonista também guarda profundas diferenças nas duas obras. No best seller, Gump não perde Jenny ou mesmo sua mãe e ainda ganha um macaco. O filme de Robert Zemeckis cobre apenas metade da história e seu aspecto trágico ganha força com a morte de Jenny com AIDS e com a alteração do papel do Tenente Dan.
Tubarão (Jaws, Peter Benchley)
Mesmo com toda a tensão de sua narrativa, Peter Benchley é desbancado por Spilberg neste filme icônico. A principal diferença é que os personagens do livro não são tão agradáveis quando no filme. Certa vez, o diretor brincou alegando que ele detestava tanto alguns personagens que acabava torcendo para o tubarão.
Filhos da Esperança (The Children Of Men, P. D. James)
Apesar de manter o mesmo tom de esperança do best seller, a versão de Alfonso Cuarón para Filhos da Esperança é drasticamente diferente do livro. Além das alterações dos personagens e das locações, os acampamentos de imigrantes, que ocupam boa parte da trama cinematográfica, não existem na obra impressa e a culpa da infertilidade cai sobre os homens.
Uma Cilada para Roger Rabbit (Who Framed Roger Rabbit, Gary Wolf)
Além dos nomes dos personagens, a semelhança entre as duas obras é muito pequena. O romance é sobre tirinhas ao invés de desenhos animados e o seu protagonista está morto durante a maior parte da história. A versão cinematográfica dirigida por Robert Zemeckis manteve os personagens, o título, a interação com os humanos e insinuação suficiente para causar problemas à Disney.
O Silêncio dos Inocentes (The Silence Of The Lambs, Thomas Harris)
Enquanto o livro tende a uma narração metódica e trabalhosa, o filme de Jonathan Demme é recheado de suspense e prende a atenção. Sem contar que muito da “superioridade” do longa está na atuação brilhante de Jodie Foster, mas, principalmente, de Anthony Hopkins, que em apenas 20 minutos na tela, surpreende na pele do psicopata Hannibal Lecter.
Um Estranho no Ninho (One Flew Over The Cuckoo's Nest, Ken Kesey)
Uma das mais significantes mudanças na adaptação de Milos Froman para o cinema foi suprimir a narração do Cacique Bromden. A perspectiva de Bromdens é totalmente apoiada em suas alucinações, mas apesar de ser incrível adentrar uma mente perturbada, o leitor é desviado da trama com frequência.
O Poderoso Chefão (Godfather, Mario Puzo)
O romance traz um olhar interessante de Puzo sobre o crime em Nova Iorque, mas é fraco e muito direto. Nas mãos de Francis Ford Coppola, os personagens adquirem profundidade. Gangsters são apresentados como homens comuns, com falhas, mas até bondosos em alguns momentos. A trilogia se torna uma das maiores obras cinematográficas da história dos EUA.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Notícias rapidinhas de cinema X
1. O trailer final do filme "Bruna Surfistinha", estrelado pela atriz Deborah Secco e dirigido por Marcus Baldini, chegará aos cinemas nesta semana. Com previsão de lançamento no dia 25 de fevereiro, o filme conta a história de uma jovem da classe média de SP, que se torna garota de programa e ganha repercussão nacional ao postar suas histórias na internet, através de um blog, que originou o livro "O doce veneno do escorpião".2. Morreu o ator Leslie Nielsen morreu neste domingo, aos 84 anos, em decorrência de uma pneumonia. Ele estava internado há 12 dias em um hospital da Flórida, e sua morte foi noticiada primeiro no Twitter, para depois ser confirmada por rádios e sites de jornais dos Estados Unidos e do Canadá. Nascido no Canadá e naturalizado americano, Nielsen atuou em mais de cem filmes e produções para a TV. Ganhou visibilidade por suas participações em Corra que a Polícia Vem Aí (1988), no qual interpretou o atrapalhado e incompetente policial Frank Drebbin, e em Apertem os Cintos... o Piloto Sumiu (1980). Em retribuição a sua carreira, foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
3. A releitura do clássico conto infantil "Chapeuzinho vermelho" dos irmãos Grimm ganhou uma noa versão com "A Garota da Capa Vermelha", dirigido por Catherine Hardwicke. Na história, uma jovem (vivida por Amanda Seyfried) vive em uma vila medieval aterrorizada por um lobisomem e ela se apaixona por um órfão lenhador (Shiloh Fernandez), para desagrado de sua família. O roteiro fica por conta de David Leslie Johnson. A estreia nos EUA está prevista para março de 2011.
4. O filme "Brasil Animado", de Mariana Caltabiano, acaba de ganhar seu primeiro trailer. O longa é o primeiro filme brasileiro em 3D e está previsto para estrear em 21 de janeiro de 2011.
5. Coleção Hector Babenco chega às prateleiras - Oito filmes do diretor argentino naturalizado brasileiro estão reunidos numa caixa, distribuída pela Europa Filmes. Os longas são: O Rei da Noite (1975), Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia (1977), Pixote, A Lei do Mais Fraco (1980), O Beijo da Mulher Aranha (1985), Brincando nos Campos do Senhor (1991), Coração Iluminado (1996), Carandiru (2003) e O Passado (2007). Esta é a primeira vez que os filmes O Rei da Noite, Pixote, A Lei do Mais Fraco e O Beijo da Mulher Aranha chegam ao mercado de DVD.
6. A cinebiografia em 3D de Justin Bieber intitulada "Never Say Never" acaba de ganhar seu segundo trailer. Nele é possível ver o astro teen em várias apresentações no palco, vídeos de arquivo de família, com amigos, fãs, etc. O filme estreia nos EUA em 11 de fevereiro, próximo ao Dia dos Namorados.
7. Vencedor do Oscar de melhor ator por seu trabalho em "O Pianista," Adrien Brody conseguiu na justiça a proibição da distribuição do filme "Giallo-Reféns do Medo", pois acusa a produtora de não ter pago seu cachê e direitos de imagem, que chegam a aproximadamente US$ 640 mil. Apesar de proibido nos EUA, no Brasil, o filme pode ser encontrado em qualquer locadora.
8. Diante do fracasso obtido nas bilheterias do filme "A Princesa e o Sapo", a Disney anunciou o fim das animações baseadas em clássicos dos contos de fada. A produtora alega que as meninas de hoje em dia não têm o desejo de se tornar princesas e sim, garotas independentes e populares.
9. Líder no segmento de shopping center em Santa Catarina, a Almeida Junior construirá em São José seu 5º empreendimento do Estado com investimentos na ordem de R$ 220 milhões. O Continente Park Shopping deverá ser o maior do Estado com 100 mil m² de área construída e 44 mil m² de área bruta locável e contará com 10 salas de cinema da Rede mexicana Cinépolis.
10. Estreias em Dezembro no Brasil: Film Socialism [França, 2009], de Jean-Luc Godard - O garoto de Liverpool [Reino Unido, 2010], de Sam Taylor Wood - Malu de bicicleta [Brasil, 2009], de Flávio Tambellini - Megamente [EUA, 2010], de Tom McGrath - A rede social [EUA, 2010], de David Fincher - As crônicas de Nárnia: A viagem do Peregrino da Alvorada [Reino Unido, 2010], de Michael Apted - Aparecida, o milagre [Brasil, 2010], de Tizuka Yamazaki - O assassino em mim [ EUA, 2010], de Michael Winterbottom - Tron - O legado [EUA, 2010], de Joseph Kosinski - Caça às bruxas [EUA, 2010], de Dominic Sena - De pernas pro ar [Brasil, 2010], de Roberto Santucci.