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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Indicados à 68ª edição do Globo de Ouro 2011

Saiu a lista dos indicados à 68ª edição do Globo de Ouro, premiação que escolhe os melhores do ano do cinema e da televisão norte-americana. Considerado como um pré-Oscar, o Globo de Ouro premia 25 categorias e será entregue em 16 de janeiro de 2011. Matt Damon dará o prêmio de homenagem ao ator Robert De Niro.

O Discurso do Rei é o principal indicado, com sete indicações, incluindo melhor filme dramático, direção e ator (para Colin Firth). The Fighter e A Rede Social vêm logo atrás, com seis indicações cada. Já a série musical Glee concorre em cinco categorias.

Veja a lista completa:

CINEMA

Melhor Filme – Drama

Cisne Negro

The Fighter

A Origem

O Discurso do Rei

A Rede Social

Melhor Filme – Musical ou Comédia

Alice no País dos Maravilhas

Burlesque

Minhas Mães e Meu Pai

Red – Aposentados e Perigosos

The Tourist

Melhor Ator – Drama

Jesse Eisenberg – A Rede Social

Colin Firth – O Discurso do Rei

James Franco – 127 Hours

Ryan Gosling – Blue Valentine

Mark Wahlberg – The Fighter

Melhor Atriz – Drama

Halle Berry – Frankie and Alice

Nicole Kidman – Rabbit Hole

Jennifer Lawrence – Winter’s Bone

Natalie Portman – Cisne Negro

Michelle Williams – Blue Valentine

Melhor Ator – Musical ou Comédia

Johnny Depp – The Tourist

Johnny Depp – Alice no País das Maravilhas

Paul Giamatti – Minha Versão para o Amor

Jake Gyllenhaal – Amor e Outras Drogas

Kevin Spacey – Cassino Jack

Melhor Atriz – Musical ou Comédia

Annette Bening – Minhas Mãe e Meu Pai

Anne Hathaway – Amor e Outras Drogas

Angelina Jolie – The Tourist

Julianne Moore – Minhas Mães e Meu Pai

Emma Stone – A Mentira

Melhor Ator Coadjuvante

Christian Bale – The Fighter

Michael Douglas – Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme

Andrew Garfield – A Rede Social

Jeremy Renner – Atração Perigosa

Geoffrey Rush – O Discurso do Rei

Melhor Atriz Coadjuvante

Amy Adams – The Fighter

Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei

Mila Kunis – Cisne Negro

Melissa Leo – The Fighter

Jacki Weaver – Animal Kingdom

Melhor Diretor

Darren Aronofsky – Cisne Negro

David Fincher – A Rede Social

Tom Hooper – O Discurso do Rei

Christopher Nolan – A Origem

David O. Russell – The Fighter

Melhor Roteiro

127 Hours – Danny Boyle, Simon Beaufoy

A Origem – Christopher Nolan

Minhas Mães e Meu Pai – Stuart Blumberg, Lisa Cholodenko

O Discurso do Rei – David Seidler

A Rede Social – Aaron Sorkin

Melhor Canção Original

Burlesque – Bound to You

Burlesque – You Haven’t Seen The Last of Me

Country Strong – Coming Home

Crônicas de Nárnia – A Viagem do Peregrino da Alvorada – There’s A Place For Us

Enrolados - I See the Light

Melhor Trilha Sonora

127 Hours – A.R. Rahman

Alice no País das Maravilhas – Danny Elfman

A Origem – Hans Zimmer

O Discurso do Rei – Alexander Desplat

A Rede Social – Trent Reznor, Atticus Ross

Melhor Filme de Animação

Meu Malvado Favorito

Como Treinar seu Dragão

The Illusionnist

Enrolados

Toy Story 3

Melhor Filme em Língua Estrangeira

Biutiful (México)

Amore (Itália)

Le concert (França)

Kray (Rússia)

Hævnen (Dinamarca)

TELEVISÃO

Melhor Série – Drama

Boardwalk Empire

Dexter

The Good Wife

Mad Men

The Walking Dead

Melhor Série – Musical ou Comédia

The Big Bang Theory

The Big C

Glee

Modern Family

Nurse Jackie

30 Rock

Melhor Minissérie ou Filme feito para TV

Carlos

The Pacific

The Pillars of the Earth

Temple Grandin

You Don’t Know Jack

Melhor Ator de Minissérie ou Filme feito para TV

Idris Elba – Luther

Ian McShane - The Pillar of the Earth

Al Pacino – You Don’t Know Jack

Dennis Quaid – The Special Relationship

Édgar Ramírez – Carlos

Melhor Atriz de Minissérie ou Filme feito para TV

Hayley Atwell – The Pillars of the Earth

Claire Danes – Temple Grandin

Judi Dench – Cranford

Romola Garai – Emma

Jennifer Love Hewitt – The Client List

Melhor Ator de Série – Musical ou Comédia

Alec Baldwin – 30 Rock

Steve Carell – The Office

Thomas Jane – Hung

Matthew Morrison – Glee

Jim Parsons – The Big Bang Theory

Melhor Atriz de Série – Musical ou Comédia

Toni Collette – United States of Tara

Edie Falco – Nurse Jackie

Tina Fey – 30 Rock

Laura Linney – The Big C

Lea Michele – Glee

Melhor Ator de Série – Drama

Steve Buscemi – Boardwalk Empire

Bryan Cranston – Breaking Bad

Michael C. Hall – Dexter

Jon Hamm – Mad Men

Hugh Laurie – House

Melhor Atriz de Série – Drama

Julianna Margulies – The Good Wife

Elisabeth Moss – Mad Men

Piper Perabo – Covert Affairs

Katey Sagal – Sons of Anarchy

Kyra Sedgwick – The Closer

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme feito para TV

Scott Caan – Hawaii Five-0

Chris Colfer – Glee

Chris Noth – The Good Wife

Eric Stonestreet – Modern Family

David Strathairn – Temple Grandin

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme feito para TV

Hope Davis – The Special Relationship

Jane Lynch – Glee

Kelly Macdonald – Boardwalk Empire

Julia Stiles – Dexter

Sofía Vergara – Modern Family

Água em Movimento

Que a água é essencial para todas as formas conhecidas de vida, a gente já sabe. O que é novidade é que a substância química composta de hidrogênio e oxigênio é tema do Água em Movimento, o Concurso Nacional de Animação para Internet, promovido pelo Banco do Brasil em parceria com o Anima Mundi.

O tema? Simples: a preservação da água. A proposta é estimular a o debate sobre o uso sustentável, o consumo consciente e a conservação dos recursos hídricos pela sociedade brasileira, fomentando a realização de filmes de animação e o surgimento de novos profissionais.

Os interessados devem se inscrever até o dia 12 de abril no próprio site. As produções devem durar no mínimo 30 segundos e no máximo 5 minutos. E mais… não há limite de vídeos inscritos por competidor.

Todos os vídeos serão postados automaticamente no site para a exibição pública. Após o encerramento das inscrições, os filmes ficarão disponíveis para receberem votos dos internautas. Os vencedores receberão os prêmios durante o 19º ANIMA MUNDI, que será realizado entre os dias 15 e 31 de julho de 2011, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Agenda 2011 - Festivais, eventos e feriados

16 de janeiro - GLOBO DE OURO (EUA)
Los Angeles, Califórnia
www.goldenglobes.org

21 a 29 de janeiro – TIRADENTES (Brasil)
13° Mostra de Cinema de Tiradentes (Tiradentes, MG)
www.mostratiradentes.com.br

25 de janeiro - Anúncio dos indicados ao OSCAR (EUA)
Los Angeles, Califórnia
www.oscars.com

Tarantino elege animação o melhor filme do ano em lista controversa

Toy Story 3 ganhou um novo aliado na luta pelo prêmio de Melhor Filme no Oscar. Depois de uma campanha bem-humorada, a animação da Disney-Pixar recebeu o apoio de ninguém menos que Quentin Tarantino, que colocou a última aventura de Woody e Buzz no topo de sua lista dos melhores filmes do ano.

O ranking foi divulgado no blog Tarantino Archives. Fãs do diretor e do filme ficaram animados com a notícia, mesmo sabendo das poucas chances que Toy Story 3 tem de receber a maioria dos votos dos membros da Academia para a categoria.

No entanto, basta ver os outros filmes escolhidos por Tarantino como os ´melhores do ano´ para perceber que a lista é um tanto quanto inusitada. O ranking pode ser mais uma demonstração do humor nem sempre explícito de Tarantino ou o diretor apenas se confundiu na hora de incluir títulos como Cisne Negro ou A Origem e acabou escrevendo Jackass 3-D e Encontro Explosivo. Acontece.

Veja a lista completa com os 20 filmes favoritos de Quentin Tarantino:

1 - Toy Story 3
2 - A Rede Social
3 - Reino Animal
4 - I Am Love
5 - Enrolados
6 - Bravura Indômita
7 - Atração Perigosa
8 - Greenberg
9 - Cyrus
10 - Enter the Void
11 - Kick Ass - Quebrando Tudo
12 - Encontro Explosivo
13 - O Pior Trabalho do Mundo
14 - O Vencedor
15 - O Discurso do Rei
16 - Minhas Mães e Meu Pai
17 - Como Treinar seu Dragão
18 - Robin Hood
19 - Amargo
20 - Jackass 3-D

(O.C.)

Sai lista de indicados ao Writers Guild Awards

Outros festivais e premiações

Depois da primeira safra de indicações e premiações da crítica especializada nos Estados Unidos, chegou a hora dos sindicatos também anunciarem seus preferidos de 2010. O Screen Actors Guild anunciou sua lista em dezembro e o Producers Guild of America divulgou as nomeações nesta terça. Agora, é a vez do Writers Guild Awards.

O sindicato dos roteiristas é um pouco mais criterioso na escolha das principais produções do ano e quase sempre deixa ótimos roteiros de fora por causa disso. Por causa das regras - o script precisa ter sido escrito de acordo com certas normas e por um roteirista afiliado ao sindicato, por exemplo - O Discurso do Rei, Inverno da Alma, Blue Valentine, Toy Story 3 e Another Year não fazem parte da seleção.

Descontadas as ausências também de Rabbit Hole, Não Me Abandone Jamais e dos documentários Exit Through The Gift Shop e Waiting for ´Superman´, todos os outros principais grandes filmes do ano estão nas três categorias do prêmio. Confira a lista completa.

Melhor Roteiro Original
Cisne Negro (Mark Heyman, Andres Heinz, John McLaughlin)
O Vencedor (Scott Silver, Paul Tamasy, Eric Johnson, Keith Dorrington)
A Origem (Christopher Nolan)
Minhas Mães e Meu Pai (Stuart Blumberg e Lisa Cholodenko)
Sentimento de Culpa (Nicole Holofcener)

Melhor Roteiro Adaptado
127 Horas (Danny Boyle e Simon Beaufoy)
O Golpista do Ano (John Requa e Glenn Ficarra)
A Rede Social (Aaron Sorkin)
Atração Perigosa (Ben Affleck, Peter Craig, Aaron Stockard)
Bravura Indômita (Joel Coen and Ethan Coen)

Melhor Roteiro de Documentário
Enemies of the People (Rob Lemkin & Thet Sambath)
Freedom Riders (Stanley Nelson)
Gasland (Josh Fox)
Trabalho Interno (Charles Ferguson, Chad Beck, Adam Bolt)
The Two Escobars (Michael Zimbalist, Jeff Zimbalist)
Who is Harry Nilsson (And Why is Everybody Talkin´ About Him)? (John Scheinfeld)

A entrega dos prêmios será no dia 5 de fevereiro.


(O.C.)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Os filmes de 2010 em 5 minutos

http://www.youtube.com/watch?v=K1SibpHD0Oc&feature=player_embedded

por Natália Albertoni

Neste dia 31, as horas correm, enquanto você prepara as lentilhas, separa as uvas, veste o branco lista em voz alta as resoluções para o ano novo e relembra o que viveu de melhor nesses últimos 365 dias. Kees van Dijkhuizen decidiu relembrar suas melhores lembranças cinematográficas de 2010 e dividir com o mundo.

Em 2009, sua retrospectiva fez sucesso online e somou quase 1 milhão de views no YouTube vídeo. Agora, ele quer mais. Dijkhuizen trabalhou cerca de 300 horas para fazer este vídeo de 5 minutos que você vê acima. Mas diz se não valeu à pena?!

Prepare-se para comemorar o ano novo em 10, 9, 8, 7...

por Natália Albertoni

Dentro de poucos dias, serpentinas e chuviscos brilhantes colorem os céus por todo o mundo. Estouros ritmados e suspiros melódicos dão o tom das festas que celebram a chegada de 2011. Seja pela magia dos fogos de artifícios brincalhões ou pelo clima que a data proporciona, a tradicional comemoração dos povos ocidentais já serviu de pano de fundo para grandes histórias nas telonas. Confira a seleção que a MOVIE criou para mostrar o despertar do ano sob diversas perspectivas.

A TRAPAÇA (FREDERICO FELLINI, 1955)

O reservado Augusto (Broderick Crawford) assiste rancoroso e insatisfeito uma cerimônia de réveillon, organizada por um arrogante golpista, depois de prometer ajudar financeiramente os estudos da filha. Ela nada sabe da parceria do pai com Picasso (Richard Basehart) e Roberto (Franco Fabrizi), trapaceiros que vivem de aplicar pequenos golpes em pessoas simples. O sexto filme de Fellini mescla drama e sátiras afinadas, além de discutir questões sócio-políticas da Itália no pós-guerra.

O DESTINO DO POSEIDON (RONALD NEAME, 1972)

Um transatlântico luxuoso batizado de Poseidon reúne famílias e casais para celebrar a chegada do Ano Novo quando uma gigantesca onda o vira de cabeça para baixo. O que era uma grande festa transforma-se no dramático pesadelo de um grupo de sobreviventes. Integrante do cinema catástrofe, bastante explorado nos anos 70, a tragédia fictícia ganhou Oscar de melhores efeitos visuais e canção (The Mornig After). Em 2006, Wolfgang Petersen fez uma refilmagem do longa com o dobro de efeitos gráficos.

HARRY & SALLY - FEITOS UM PARA O OUTRO (ROB REINER, 1989)

Sally (Meg Ryan) está num baile de gala de réveillon quando avista Harry (Billy Cristal) que caminha aflito em sua direção para dizer que a ama. Confetes chovem pelo salão enquanto convidados festejam a meia-noite e o casal continua a discutir sem chegar a um acordo. Até que Harry se declara de forma inesperada. Uma das comédias românticas mais copiadas do cinema mostra como o amor pode ser construído entre encontros e desencontros.

PARENTE É SERPENTE (MARIO MONICELLI, 1992)

Reunidos em uma sala de estar durante a celebração de Natal, os irmãos Colapietro decidem forjar um acidente fatal na noite de 31 de dezembro para acabar com um impasse. Seus pais pretendem sair do casarão onde moram para viver com um deles, mas ninguém se dispõe a abrigá-los. Entre cenas bizarras e muito humor negro, Monicelli costura forte crítica contra a tradicional instituição da família italiana.

ESTRANHOS PRAZERES (KATHRYN BIGELON, 1995)

Na última noite antes da virada do milênio, um ex-policial que trafica chips de memória nada convencionais corre perigo quando descobre estar em posse de uma peça que contém informações sobre uma trama de assassinatos emblemáticos. Enquanto a população aguarda eufórica a chegada do ano 2000, uma conspiração paranóica deve ser detida, mas a cada minuto que passa, o objetivo parece mais distante. Uma viagem pelo universo virtual que antecipa o temor do apocalipse informático que ganhou força no fim de 1999.

O ÚLTIMO RÉVEILLON (MARCO RISI, 1998)

Enquanto se arruma para a festa de Ano Novo, Giulia, interpretada por Monica Bellucci, descobre que o marido tem um caso com a melhor amiga. No mesmo condomínio, uma família acerta os últimos detalhes para um passeio, uma garota de programa prepara um assalto e uma mulher está prestes a se suicidar. Situações grotescas e tragicômicas conduzem as histórias paralelas que se cruzam à medida que a meia-noite se aproxima. Muitas vezes ofuscado pelo trabalho do pai, Dino Risi (1916-2008), Marco ganhou prêmios no Festival de Veneza em 1990 e 1991, entre outros.

O PRIMEIRO DIA (DANIELA THOMAS E WALTER SALLES, 1999)

João (Luiz Carlos Vasconcelos) foge do presídio no dia 31 de dezembro de 1999 para cometer um crime, enquanto, no mesmo instante, Maria (Fernanda Torres) vaga pelas ruas transtornada pelo abandono do marido. Contagem regressiva. Determinada a se matar, Maria sobe ao terraço do seu prédio, mesmo lugar que João encontra para se esconder de uma perseguição. Enquanto os fogos de artifício arrebentam e os gritos de “feliz ano novo” se espalham pela cidade, o encontro inesperado acontece.

ARMADILHA (JON AMIEL, 1999)

Catherine Zeta-Jones interpreta uma agente de seguros contratada para investigar o roubo de uma valiosa obra de arte, mas que acaba se envolvendo com Sean Connery, um charmoso ladrão. Os dois planejam um roubo milionário a ser executado na Malásia durante a virada do Milênio. O filme mostra sequências de ação elaboradas e Connery convincente em um de seus últimos papeis à la James Bond.

BABILÔNIA 2000 (EDUARDO COUTINHO, 2001)

Rio de Janeiro. Durante 12 horas, uma equipe de filmagem dirigida por Eduardo Coutinho acompanha os preparativos para a chegada do ano 2000 nas favelas Chapéu Mangueira e Babilônia, ambas no Morro da Babilônia. Situadas na orla de Copacabana, oferecem vista privilegiada aos personagens-moradores que todos os anos podem acompanhar ao vivo uma das mais conhecidas festas de réveillon do mundo.

O COBRADOR (PAUL LEDUC, 2006)

Na malha de histórias sobre a globalização da violência, um assaltante interpretado por Lázaro Ramos invade uma mansão durante a comemoração do réveillon. O assalto é um acerto de contas entre todos que não tiveram chance de vida digna e os que detém o poder. Baseado nos textos Passeio Noturno I e II e (1975) e O Cobrador (1979), de Rubem Fonseca, o longa do mexicano Paul Leduc é uma grande provocação.

Fonte: redacao@clubmovie.com.br

Coisinhas de 2010 - (off-cinema) - Adeus ano velho: confira as maiores bizarrices dos últimos 365 dias

Fonte: Kzuka

Eleições, Copa do Mundo e Youtube foram os responsáveis pelos piores fatos de 2010

Tá, chega de retrospectiva! Ninguém aguenta mais! Para afastar a chatice, tá na hora de rir um pouco. Elegemos algumas categorias bizarras, porque, cá entre nós, 2010 foi surreal, né?!. Tirem as crianças da sala e acompanhe...

Heroi do ano: Coronel Nascimento
Heroína do ano: Raquel, de Vale Tudo — viva o Canal Viva!
Vilão do ano: Bruno, ex-goleiro do Flamengo — #tenso
Vilã do ano: Valentina, a "velha porca" de Passione
%#@& falta de sacanagem do ano: Tiririca na Câmara dos Deputados
Moda mais "criticada" do ano: o colorido Restart
O que só 2010 pode proporcionar: mineiros do Chile sendo resgatados um a um
15 minutos de fama mais rápidos da história deste país: Larissa Riquelme
Gíria do ano: deu empate — Adoooro, Fica a dica, Aloucka
Pessoa mais bizarra do ano: Dado Dolabella
Piti do ano: Neymar
Loser do ano: Totó, de Passione
Look do ano: vestido de carne da Lady Gaga
Sem noção do ano: Vanusa, o retorno
Vexame do ano: Seleção na Copa
The Best of YouTube: deu empate — Aretuza e a auto-estima de Glaucia Zeferino

Tem outra categoria que merece ser lembrada (ou esquecida) e não está aí? Manda pra cá!!!

Chapolin estará nas telonas do cinema em 2011

Dirigido pelo próprio Roberto Gómez Bolaños, filme pode ser em 3D

Um dos personagens mais queridos da década de 90 irá voltar. O Chapolin Colorado estará nas telonas do cinema em 2011.

De acordo com a site Chavo del 8, o roteiro tem previsão para estar pronto no primeiro trimestre de 2011. O longa poderá ser gravado em 3D e terá Roberto Gómez Bolaños, que deu a vida ao personagem, como roteirista.




segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"A Origem" e Johnny Depp fazem sucesso com usuários do IMDB.com

BOB TOURTELLOTTE

A genialidade de Chris Nolan no filme que se passa dentro dos sonhos conquistou muitos fãs ao redor do mundo, que o elegeram o melhor filme do ano. O elenco de ''A Origem'' traz sete atores que já foram indicados ao Oscar

LOS ANGELES, EUA - "A Origem" realmente calou fundo na mente dos usuários do site IMDB.com, um banco de dados sobre cinema na internet. O site divulgou nesta segunda (20) sua lista anual dos 25 maiores filmes e 25 maiores astros de 2010, definidos pelas buscas realizadas por seus usuários, uma votação e rankings. "A Origem," thriller de ficção científica com Leonardo DiCaprio sobre um grupo de pessoas que penetram na mente de outras para investigar segredos corporativos, foi escolhido o melhor filme de 2010 pelos usuários.

Três desenhos animados estão entre os 5 melhores filmes, incluindo "Toy Story 3" (segunda posição), "Como Treinar o Seu Dragão" (quarto lugar) e "Enrolados" (quinto). "A Rede Social," um drama sobre a criação do Facebook, foi o número três.

O filme de ação para crianças "Kick-Ass - Quebrando Tudo," que não fez sucesso comercial a despeito das críticas positivas, foi o sexto colocado. Completam a lista "Ilha do Medo" (sétima posição), "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1" (oitavo), outro fracasso de bilheteria admirado pela crítica, "Scott Pilgrim Contra o Mundo" (nono) e "Atração Perigosa" (décimo).

O filme mais recente da série "Crepúsculo" não entrou para a lista dos 25 maiores filmes, mas dois de seus atores - Kristen Stewart e Robert Pattinson - foram os segundo e terceiro colocados na lista dos 25 maiores astros, respectivamente, atrás de Johnny Depp. Taylor Lautner, seu colega de elenco, foi apenas o 14o. Leonardo DiCaprio foi quarto colocado, e Brad Pitt, o quinto.
Apenas duas atrizes além de Stewart estão entre as Top 10: Megan Fox (nona posição) e Zoe Saldana (décima). A lista completa pode ser vista no site www.imdb.com.

Confira a lista completa dos 25 filmes e dos 25 astros mais populares:

FILMES

1. "A Origem"

2. "Toy Story 3"

3. "A Rede Social"

4. Como Treinar Seu Dragão"

5. "Enrolados"

6. "Kick-Ass"

7. "Ilha do Medo"

8. "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1"

9. "Scott Pilgrim Contra o Mundo"

10. "Atração Perigosa"

11. "Enterrado Vivo"

12. "Ip Man 2"

13. "Meu Malvado Favorito"

14. "O escritor Fantasma"

15. "Inverno da Alma"

16. "Minhas Mães e Meu Pai"

17. "Four Lions"

18. "Deixe Ela Entrar"

19. "Machete"20. "A Mentira"

21. "Incontrolável"

22. "Megamente"

23. "Homem de Ferro 2"

24. "Red - Aposentados e Perigosos"

25. "Unthinkable"

ASTROS E ESTRELAS

1. Johnny Depp

2. Kristen Stewart

3. Robert Pattinson

4. Leonardo DiCaprio

5. Brad Pitt

6. Robert Downey Jr.

7. Christian Bale

8. Gerard Butler

9. Megan Fox10. Zoe Saldana

11. Angelina Jolie

12. Tom Cruise

13. Ryan Reynolds

14.Taylor Lautner

15. Zoey Deschanel

16. Matt Damon

17. Nicolas Cage

18. Dakota Fanning

19. Bruce Willis

20. Natalie Portman

21. Rachel MacAdams

22. Mila Kunis

23. Sandra Bullock

24. Emma Stone

25. Scarlett Johansson

Exposição de Playmobil reproduz cenas de obras de arte

DA EFE

O Museu de Reproduções Artísticas da cidade espanhola de Bilbao acolhe a exposição "Berre-click artea", na qual centenas de clicks --as pequenas figuras de Playmobil-- protagonizam diferentes cenas de expressões artísticas.

Assim, os clicks reproduzem a fotografia "A Morte de um Miliciano", de Robert Camada, a imagem mais famosa da Guerra Civil; ou da cena "Almoço no Mais Alto do Arranha-céu", obtida por Charles Ebbet durante a construção do Rockefeller Center em Nova York. Já o mundo da música conta com uma representação da famosa fachada do disco "Abbey Road", dos Beatles.

Também há reproduções dos quadros de "A Última Ceia", "A Rendição de Breda", "As Meninas" e "Os Fuzilamentos do Três de Maio".

Filme "Deserto Azul" retrata vazio existencial em Brasília futurista

SILAS MARTÍ
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA

É madrugada no Planalto Central. Uma equipe de filmagem aproveita o azul radiante do céu noturno para gravar as cenas de um filme que transforma Brasília num deserto estranho e futurista.

Os atores, fotógrafos e contrarregras, eletrizados pela cafeína, consultam versões do roteiro no iPad do diretor Eder Santos.

Na cena daquela noite, os atores Odilon Esteves e Ângelo Antônio contracenam nus, em camas lado a lado, amarrados a emaranhados de fios. Eles vivem o mesmo personagem --jovem e velho. Falam de dobras no espaço e no tempo que tornam possível a convivência etérea na Brasília pós-tudo.

O ator Odilon Esteves em cena de "Deserto Azul", filme do artista plástico e cineasta Eder Santos
"É um futuro reduzido de gente", afirma o artista plástico e cineasta Santos. "Brasília ainda dá essa visão um pouco vazia, que não é algo comum nas cidades de hoje."

No mês que passaram gravando na capital federal, o diretor e sua equipe ficaram no hotel Nacional, símbolo agora decadente da era de ouro que seguiu a inauguração de Brasília, há 50 anos.

Quase toda a filmagem se concentrou na caixa de vidro do lado de fora do Centro Cultural Banco do Brasil, espécie de QG da produção, onde armou-se um estúdio, com os figurinos e todos os cenários.

No trajeto de ida e volta, cruzavam o amplo horizonte do cerrado, o céu que roça o chão num contraste entre vermelho e azul profundos.

E mesmo numa cidade onde tudo é um marco, monumento pensado por Oscar Niemeyer e Lucio Costa, Santos saiu em busca de pontos, ângulos e becos anônimos.

FUTURO ÁRIDO
"Penso um pouco nessa coisa do futuro, nessa aridez", diz o diretor. "Isso está presente na arquitetura daqui, acho que é possível tornar Brasília anônima, o clima desértico, sem árvores."
Na trama algo confusa de "Deserto Azul", um garoto recebe estranho convite para uma festa. Lá, encontra uma mulher que passa a perseguir por ambientes que lembram Brasília --horizontes esgarçados, despovoados, com poucos carros e máquinas.

Seu desejo é transcender, como repete em monólogos extensos no filme. Não há indicação clara do que seja tal transcendência, mas isso se ilustra com a travessia de um deserto azulado e voltas pela cidade em táxis com telas de plasma no lugar das janelas.

"Vemos algumas paisagens, avenidas com prédios futuristas, cheios de letreiros luminosos", diz uma indicação no roteiro. "Ele observa a paisagem. Olha prédios passarem, reflexos coloridos."

São ecos de certo vazio existencial que Santos também enxerga no urbanismo ralo de Brasília, com vastos descampados e gente que não se entrosa, extensão coletiva dos traços meio ensimesmados do protagonista de seu filme, ainda sem data definida para estrear.

"Essa ideia só existe ali até hoje, essa coisa de colocar as pessoas na cidade de maneira diferente", diz Santos. "É outra escala, não sei se utópica, porque existe e funciona, mas é muito estranho, frio."

Essa frieza também aparece nas obras de artistas que Santos escalou para compor seus cenários.
Uma sauna de Adriana Varejão opõe certo minimalismo ortogonal à intimidade dos relatos. Carlito Carvalhosa empresta uma árvore flutuante ao quarto em que o jovem protagonista conversa com sua versão envelhecida.

Todos parecem sublinhar esse modernismo estranho que se quer futuro.
O jornalista SILAS MARTÍ viajou a convite da produção de "Deserto Azul"

Uma década no cinema do século 21: nada será como antes?

Parafraseando um antigo programa da BBC (que influenciou muita gente boa), esta foi a década que foi. Não exatamente um momento de felicidade no planeta Terra _ por que seria no cinema?
E no entanto coisas interessantíssimas aconteceram. Entre elas:

A grande crise. A década começou com o mercado de consumo de ingressos de cinema em festa, com 1 bilhão e 58 milhões de bilhetes vendidos apenas nos EUA e Canadá. Descontado o pique de 2009 –quando Avatar, sozinho, representou um aumento de 15% de vendas – o tombo foi gradual e grande, pior a partir da recessão de 2008, quando a crise no mercado imobiliário norte-americano virou uma bola de neve de repercussões internacionais. Nos últimos três anos da década os grandes estúdios que fazem parte da Motion Picture Association of America produziram menos 12% em número total de títulos por ano – de 920 em 2005 para 677 em 2009.

Mas esse impacto foi maior e mais profundo que apenas um encolhimento: as fontes de financiamento da produção secaram, diminuindo radicalmente as opções para projetos independentes e co-produções internacionais. Em pânico com a retração do consumo, os estúdios produziram não apenas menos, mas mais do mesmo: a partir de 2008 só ganhou luz verde quem podia garantir casa mais ou menos cheia ou, idealmente, bandos de adolescente dispostos a passar o fim de semana inteiro no shopping.

O novo 3D _ Desde meados do século passado a ilusão de profundidade é uma espécie de santo graal do entretenimento audiovisual. Nesta década, o salto quântico da captação e da exibição digital de imagens trouxe de volta a possibilidade da tão sonhada “experiência imersiva”,o abraço total da narrativa. Não é de espantar que o mais dedicado discípulo do novo 3D- James Cameron – tenha sido o responsável pelo mais monstruoso sucesso do formato – Avatar. Com isso, duas coisas ficaram claras: 1. Era possível atrair o público de volta para as salas de cinema e 2. A qualidade do 3D e, sobretudo, o bom uso da tecnologia a serviço de uma história à altura eram essenciais. Em resumo: o 3D não foi a panaceia que muita gente esperava, mas entrou para o arsenal de recursos disponíveis para realizadores curiosos.

O audiovisual pessoal. Enquanto os grandes distribuidores pensavam exclusivamente em levar pessoas para salas de cinema, fabricantes de hardware, software e realizadores imprensados pela falta de opções descobriam que era hora de levar o conteúdo ao consumidor _ onde quer que ela ou ele estivessem. O grande boom da década, mais importante que a corrida a Pandora, foi a multiplicação de plataformas para o que antes se chamava “filme” e que, hoje, é uma série de códigos acessíveis em casa, na rua, no celular, no computador. Nos EUA e Canadá, hoje, é possível ver qualquer filme ou série de TV, legalmente, por muito pouco , sem sair de casa. Isso inclui o cinema do mundo todo, curtas, repertório, seleções de festivais, títulos independentes. Como modelo de negócios, ainda não é o bastante para resolver o impasse da crise financeira. Mas promete.

A maturidade da TV. Sem trabalho no cinemão, com projetos pessoais frustrados e exaustos de tanto correr atrás de um público que preferia ficar em casa, uma parte substancial do talento criativo mudou-se para uma forma de expressão que tem distribuição garantida –a TV. Alguns dos melhores momentos da narrativa audiovisual da década vieram do que mal pode se chamar “telinha” (quando existem à venda televisores de 60 polegadas, alta definição, 3D): da saga mitológica de Lost à investigação existencial de Mad Men; a reivenção do noir, do thriller , do musical, do terror _ e de Sherlock Holmes. O Carlos de Olivier Assayas e os documentários da HBO. O Traffik não-ficção da BBC que ganhou o Oscar com a assinatura de Steve Soderbergh. E, em 2009, três dos melhores filmes da década, disponíveis apenas na TV: a Red Riding Trilogy (foto) do Channel 4 britânico.

O triunfo da animação . Nos primeiros 10 anos do século 21, apenas uma companhia pode dizer que cada um de seus lançamentos foi um sucesso _ a Pixar. De Monstros SA em 2001 a Toy Story 3 em 2010 cada nova produção estabeleceu um novo nível de excelência técnica, um novo marco em popularidade além das convencionais divisões do mercado por idade. A comprovação desse domínio veio com a corrida dos demais estúdios para voltar à animação _ e da Disney para atualizar sua produção in house, culminando com a colocação de John Lasseter, fundador da Pixar, como presidente de animação do estúdio. Sem sindicatos, exigências, escândalos e papparazzi, os atores virtuais colocaram o controle da narrativa nas mãos dos roteiristas e diretores _ e este foi o grande trunfo da Pixar.

A globalização. A vitória de Quem Quer Ser Um Milionário (foto) nos prêmios de 2008 confirmou o que a indústria já sabia _ que talento, histórias e recursos financeiros não tinham visto nem passaporte. É uma tendencia cíclica _ nos anos 1950-60, imprensados com a diminuição da produção nativa, distribuidores e exibidores norte-americanos encheram os cinemas com filmes da fértil filmografia europeia e asiática, na medida para os gostos de uma nova geração. Agora, a crise econômica trouxe investidores coreanos e indianos para a DreamWorks, fechou acordos entre Hollywood e Bollywood e abriu as portas a diretores como Guillermo del Toro, Christopher Nolan, Alejandro Amenabar, Ang Lee, Carlos Saldanha, Peter Jackson, Florian Henckel von Donnesmarck, Neil Blomkamp. E levou a febre do remake ao grau de epidemia.

Brasília vira metrópole anônima em longa de ficção; ouça comentário

DE SÃO PAULO

O longa de ficção científica "Deserto Azul", do videoartista Eder Santos, mostra Brasília transformada numa metrópole anônima e futurista.

A maior parte da filmagem concentra-se numa caixa de vidro do lado de fora do Centro Cultural Banco do Brasil da cidade.

Segundo o repórter da Ilustrada Silas Martí, "mesmo com os traços marcantes de Niemeyer, a capital federal deve virar, no filme, uma espécie de despovoado hi-tech à beira de um horizonte radiante".

No áudio abaixo, o jornalista também destaca as obras de Tamar Guimarães e Louidgi Beltrame. Ambos exploram a Casa das Canoas, uma residência projetada em 1951 por Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro.

Ator francês Bernard-Pierre Donnadieu morre aos 61 anos

DA EFE, EM PARIS

O ator francês Bernard-Pierre Donnadieu, que há anos batalhava contra um câncer, morreu em Versailles, nos arredores de Paris, aos 61 anos, informou nesta segunda-feira a imprensa local.
Donnadieu, que fez sua última aparição cinematográfica em 2009 em "Paris 36", do diretor Christophe Barratier, trabalhou ao longo de sua extensa carreira com diretores como Roman Polanski, Claude Lelouch e Jean-Jacques Annaud, entre outros.

Sua consagração aconteceu em 1981, quando trabalhou junto com Jean-Paul Belmondo em "O Professional", de Georges Lautner, onde interpretou o inspetor Farges.

Entre seus reconhecimentos se destacam o prêmio de melhor ator do Festival de Madri, em 1989, por seu trabalho em "O Silêncio do Lago", de George Sluizer.

Site lista filmes de 2010 que serão fáceis de esquecer no futuro

Fim de ano é tempo de retrospectivas dos filmes mais memoráveis do ano, mas o site norte-americano Cinema Blend resolveu listar também os filmes de 2010 mais fáceis de esquecer, ou melhor, os que provavelmente não serão lembrados em 2020. A seleção inclui tramas com estrelas do primeiro time de Hollywood como Mel Gibson (em foto acima, de “O Fim da Escuridão”) Matt Damon, Harrison Ford, Jude Law e Ashton Kutcher.

Para definir o tema inusitado, o site explica que não se trata de escolher piores nem melhores, mas de apontar filmes que não se destacaram e, por isto, têm boas chances de serem esquecidos (não foram inclusas sequências como, por exemplo, “Nanny McPhee 2″). Os critérios e as apostas são vagas, mas a lista vale como diversão e para questionar (e discordar). Segue a lista com justificativa resumida das escolhas:

“Zona Verde” – Apesar de bem cotado pela crítica, não se sobressaiui entre outros filmes de ação e outros filmes sobre a Guerra do Iraque- “Repo Men” – Apesar do elenco estelar, não há um bom motivo para ver este filme fraco de ficção científica-

“O Livro de Eli”- Fácil de esquecer assim que Denzel aparece em outra história, como “Incontrolável”-

“Par Perfeito” – Sobra obviedade nesta comédia romântica com Ashton Kutcher e Katherine Heigl-

“O Lobisomem” – Apesar das qualidades de Benicio Del Toro como ator, seu personagem não foi marcante-

“Dupla Implacável” – Faltou originalidade para o filme de ação com John Travolta-

“Deu a Louca nos Bichos” – Filme com Brandon Fraser tem fracas escolhas, como a de aproveitar pouco o elenco- “Tiras em Apuros” – O diretor Kevin Smith não será lembrado por este filme descrito como óbvio- “Decisões Extremas” – O filme traz uma boa mensagem sobre corporações e luta individual, mas há filmes sobre este mesmo tema que são mais que “filmes com boas mensagens”-

“O Fim da Escuridão” - Ter um astro como Mel Gibson como protagonista não mudou o fato de que não há grandes motivos para ver este filme

por Redação às 13:05

Papai Noel ganha versão macabra

Da Redação

O Natal chegou! Você ganhou aquele presente que tanto sonhava? Ficou decepcionado com o “bom velhinho” por ele não ter passado na sua casa? Depois de assistir ao trailer de Rare Exports: A Christmas Tale você vai pensar duas vezes antes de lamentar a ausência de Papai Noel.
O longa, assinado pelo diretor finlandês Jalmari Helander, traz uma versão diferente para a figura tradicionalmente simpática. Imagine se ao invés de recompensar os que se comportam bem, Papai Noel apenas castigasse os que se comportassem mal?Partindo da ideia, Helander criou uma fábula sombria que se passa em sua terra natal, a Finlândia. Durante escavações no Monte Korvatunturi, algo estranho é descoberto e uma série de eventos começa a tumultuar a região.Ficou curioso? Então clique no player abaixo e assista a essa mistura de fábula infantil e filme de terror.

O Encouraçado Potemkin volta aos cinemas

Da Redação
Restaurado, o clássico O Encouraçado Potemkin, de 1925, voltará aos cinemas americanos a partir de 14 de Janeiro, exibido em cópias 35mm.A obra prima do diretor Sergei Eisenstein passou por longo processo de restauração feito sob os cuidados da Kino, empresa especializada no assunto responsável pela “versão limpa” de outro clássico dos cinemas: Metrópolis, de Fritz Lang.Infelizmente não existe previsão do longa ser exibido no Brasil, mas é certo que o filme será lançado em blu-ray. Especula-se que uma cópia do longa possa vir para o Brasil ainda este ano. Lembrando que a Mostra Internacional de São Paulo conseguiu exibir Metrópolis para o público paulista em 2010, em uma exibição histórica, ao ar livre, no Parque do Ibirapuera.

Festival de Toronto escolhe seus 100 filmes essenciais

Da Redação

O Festival de Toronto, um dos mais prestigiados eventos do cinema mundial, decidiu divulgar uma lista com seus 100 filmes essenciais para todos interessados na sétima arte. A relação está sendo elogiada por não se concentrar em produções estadunidenses e ter filmes de todas as épocas.Segundo o site, a lista foi "uma tentativa de achar novo sentido na tradicional prática de fazer listas sobre filmes". Eles utilizaram tanto pesquisas com espectadores quanto listas de críticos. O Brasil foi representado entre os 100 por Cidade de Deus, de Fernando Meirelles.
É um prato cheio para qualquer cinéfilo que vá ter tempo livre neste fim de ano para aumentar sua filmografia. Confira a seguir a lista na íntegra:
1. A Paixão de Joana D'Arc (Carl Theodor Dreyer)
2. Cidadão Kane (Orson Welles)
3. A Aventura (Michelangelo Antonioni)
4. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola)
5. O Batedor de Carteiras (Robert Bresson)
6. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa)
7. Canção da Estrada (Satyajit Ray)
8. Casablanca (Michael Curtiz)
9. Um homem com uma câmera (Dziga Vertov)
10. Ladrões de Bicicleta (Vittorio de Sica)
11. Ali: Fear Eats The Soul (Rainer Werner Fassbinder)
12. 8 ½ (Federico Fellini)
13. O Encouraçado Potemkin (Sergei Eisenstein)
14. Rashomon (Akira Kurosawa)15. Tokyo Story (Yasujiro Ozu)
16. Os Incompreendidos (François Truffaut)
17. Contos da Lua Vaga (Kenji Mizoguchi)
18. Acossado (Jean-Luc Godard)19. O Atalante (Jean Vigo)
20. Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore)
21. A Grande Ilusão (Jean Renoir)
22. Lawrence da Arábia (David Lean)
23. Persona (Ingmar Bergman)
24. ... E o vento levou (Victor Fleming)
25. Aurora (F. W. Murnau)
26. 2001: Uma Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick)
27. Viagem pela Itália (Roberto Rossellini)
28. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Jean-Pierre Jeunet)
29. Luzes da Cidade (Charlie Chaplin)
31. Sherlock Jr. (Buster Keaton)
32. A Regra do Jogo (Jean Renoir)
33. O Leopardo (Luchino Visconti)
34. A Doce Vida (Federico Fellini)
35. A Chegada do Trem na Estação (Auguste e Louis Lumière)
36. O Mágico de Oz (Victor Fleming)37. La Jetée (Chris Marker)
38. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock)
39. Noite e Neblina (Alain Resnais)
40. Pulp Fiction - Tempo de Violência (Quentin Tarantino)
41. Rastros de Ódio (John Ford)
43. O Conformista (Bernardo Bertolucci)
44. Cidade de Deus (Fernando Meirelles)45. Taxi Driver (Martin Scorsese)
46. Apocalypse Now (Francis Ford Coppola)
47. Saló - Os 120 Dias de Sodoma (Pier Paolo Pasolini)
48. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman)
49. Viagem à Lua (Georges Méliès)
50. Metrópolis (Fritz Lang)
51. A Batalha de Argel (Gillo Pontecorvo)
52. Amor à Flor da Pele (Wong Kar Wai)
53. Viridiana (Luis Buñuel)
54. A Vida é Bela (Roberto Benigni)
55. The Sorrow and the Pity (Marcel Ophüls)
56. O Labirinto do Fauno (Guillermo del Toro)
57. Madame De... (Max Ophüls)
59. Através das Oliveiras (Abbas Kiarostami)
60. O Boulevard do Crime (Marcel Carné)
61. Levada da Breca (Howard Hawks)
62. Cantando na Chuva (Stanley Donen)
63. Johnny Guitar (Nicholas Ray)
64. Laranja Mecânica (Stanley Kubrick)
65. Memórias do Subdesenvolvimento (Tomás Gutiérrez Alea)
67. Scorpio Rising (Kenneth Anger)
68. Psicose (Alfred Hitchcock)
69. Dust in the Wind (Hou Hsiao-Hsien)
70. A Lista de Schindler (Steven Spielberg)
71. Nashville (Robert Altman)
72. O Tigre e o Dragão (Ang Lee)
73. Wavelength (Michael Snow)
74. Jules e Jim, Uma Mulher para Dois (François Truffaut)
75. Crônica de um Verão (Edgar Morin e Jean Rouch)
76. A Vida dos Outros (Florian Henckel von Donnersmarck)
77. Greed (Eric von Stroheim)
78. Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder)
79. Tubarão (Steven Spielberg)
81. Nascimento de uma Nação (D. W. Griffith)
82. Amores Expressos (Wong Kar Wai)
83. La Noire De... (Ousmane Sembene)
84. Touro Indomável (Martin Scorsese)
85. Relíquia Macabra (John Huston)
86. Chinatown (Roman Polanski)
87. Andrei Rublev (Andrei Tarkovsky)
88. Asas do Desejo (Wim Wenders)
89. Videodrome - A Síndrome do Vídeo (David Cronenberg)
90. Palavras ao Vento (Douglas Sirk)
91. O Terceiro Homem (Carol Reed)
92. Veludo Azul (David Lynch)
93. Três Homens em Conflito (Sergio Leone)
94. Ondas do Destino (Lars von Trier)
95. À Nos Amours (Maurice Pialat)
96. Cléo de 5 à 7 (Agnès Varda)
97. Tudo Sobre Minha Mãe (Pedro Almodóvar)
98. Terra (Aleksandr Dovzhenko)
99. Oldboy (Chan Wook Park)
100. Tempo de Diversão (Jacques Tati)

Número de salas no Brasil chega a 2,5 mil

por Roberto Guerra

O mercado cinematográfico no Brasil termina o ano levantando taças e brindando o êxito marcado por bons números e alguns recordes. São três filmes nacionais entre as maiores bilheterias de 2010, que juntos a outras 68 produções brazucas conseguiram abocanhar 19,1% do faturamento com bilheterias no país no ano. Por último, Tropa de Elite 2 ultrapassou a marca de 11 milhões de espectadores, tornando-se o campeão absoluto de público no país.Esta semana,chega outra boa notícia: o circuito exibidor brasileiro cresceu e chegou a 2,5 mil salas. Para se ter uma ideia, em 1997 tínhamos pouco mais de mil telas no país. Não, não se trata de um recorde. Em 1975, eram 3,5 mil. Mas os números atestam uma reviravolta e tanto. Basta lembrarmos do cenário nos anos 90: salas fechando e dando lugar a templos evangélicos. As grandes responsáveis pela guinada foram as chamadas salas multiplexes. Durante décadas se ouviu que tínhamos péssima infraestrutura em nossos cinemas. Era verdade. Aquele papo de que o mercado nacional era prejudicado porque as salas não eram confortáveis, tinham som ruim, sem qualquer acústica – críticas completamente ignoradas pelos exibidores nacionais – se mostrou fato. Esses mesmos exibidores acabaram falindo ou tendo de se adaptar às pressas quando a americana Cinemark impôs um novo padrão de qualidade no país. Estava aberto o caminho para o crescimento. Apesar dos números positivos, ainda estamos distante (muito, diga-se) do ideal. Apenas 9% dos municípios brasileiros têm salas de cinema. A distribuição dessas salas de projeção também é desigual: a maioria está concentrada na Região Sudeste, segundo dados divulgados pelo Ministério da Cultura. Entre os Estados, o Rio de Janeiro lidera o ranking com o maior percentual de municípios com salas de cinema, com 41,3%, seguido de São Paulo, com 22,3%. Em termos absolutos, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram o maior número de cinemas no país.Em suma, muita coisa precisa ser feita ainda para deixarmos de ser o país dos sem-tela. Mas é impossível não se entusiasmar com os bons números de 2010.